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Jorge do Rosário reúne lideranças do Seridó neste sábado em Caicó

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O pré-candidato a deputado estadual Jorge do Rosário (PL) realiza neste sábado, 13, mais uma etapa da Caravana Jorge pelo RN. O encontro acontecerá às 14h no auditório do Hotel Porto Bello, em Caicó, reunindo lideranças políticas, representantes de segmentos produtivos e apoiadores da região do Seridó.

Jorge quer promover o diálogo sobre desafios e potencialidades da região. “Depois do grande evento de Mossoró, a vez de Caicó e de todo o Seridó receberem a nossa caravana. Queremos ouvir as lideranças, conhecer de perto as demandas da população e construir um projeto para o Rio Grande do Norte” destacou Jorge.

O evento deve reunir cerca de 100 lideranças políticas de todos os municípios.

TRE-RN multa Álvaro Dias e Babá por propaganda eleitoral antecipada

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O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) multou os pré-candidatos a governador, Álvaro Dias (PL), e vice, Babá (PL), pela promoção de propaganda eleitoral antecipada. Eles deverão pagar R$ 15 mil e R$ 5 mil, respectivamente. O acórdão foi publicado nesta quinta-feira (11).

O caso em questão aconteceu em 13 de abril de 2026, quando foi transmitido, em intervalo publicitário de duas emissoras de rádio de Caicó, o programa intitulado “RN Verdade com Álvaro Dias”. Nele, os apresentadores promoveram a execução de peça musical em formato de jingle, com conteúdo promocional às pré-candidaturas de Álvaro Dias e Babá.

“A divulgação da mensagem, especialmente considerando o contexto em que realizada, exorbitou os limites legais de atuação político-eleitoral na fase de pré-campanha, evidenciando a prática de propaganda eleitoral antecipada, à luz de quaisquer dos parâmetros alternativos aptos a ensejar a sua configuração”, considerou o relator, juiz Daniel Cabral Mariz Maia. 

O pedido explícito de voto foi feito, de acordo com o magistrado, por meio do uso de palavras com carga semântica equivalente, materializado pela associação das qualidades pessoais atribuídas ao pré-candidato à ideia de que ele, juntamente com o seu companheiro de chapa, teria chegado para transformar e fazer o RN brilhar. Entre as expressões utilizadas no programa estavam:

“É Álvaro e Babá pro RN transformar! Chegou a vez do nosso estado”; 

[…] “É Álvaro, é Álvaro e Babá! Agora é a vez do RN brilhar!”; 

[…] “Ele já fez por Natal, agora é o RN.”; 

[…] “É Álvaro e Babá! Agora é a vez do RN brilhar!”.

“A utilização de expressões semanticamente equivalentes ao pedido explícito de voto, associada ao formato musical da mensagem, assemelhado aos tradicionais jingles eleitorais, evidencia incursão no núcleo mínimo de vedação legal incidente na fase de pré-campanha”, aponta o documento. O TSE já decidiu que a utilização de jingles para a divulgação de qualidades pessoais de pretenso candidato constitui ato próprio de campanha eleitoral.

A representação por propaganda eleitoral antecipada foi apresentada pelo diretório estadual do partido Republicanos, comandado no Rio Grande do Norte pelo prefeito de Mossoró, Marcos Medeiros. Ele é aliado do ex-prefeito Allyson Bezerra, que também vai disputar o governo estadual.

Fonte: saibamais.jor.br

Natal recebe tributo à Ave Sangria

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Há discos que atravessam o tempo. Não apenas porque envelhecem bem, mas porque carregam dentro de si uma época inteira. O álbum Ave Sangria, lançado em 1974, é um desses casos raros. Nascido em meio aos anos mais duros da ditadura militar, o trabalho transformou poesia, rebeldia, rock psicodélico e sonoridades nordestinas em uma obra que, mais de cinco décadas depois, continua sendo descoberta por novas gerações.

Nesta sexta-feira (12), às 20h30, o público potiguar terá a oportunidade de reencontrar esse capítulo fundamental da música brasileira. O Backstage Bar, em Natal, recebe o primeiro Tributo à Ave Sangria realizado na cidade, com a execução integral do disco de estreia da banda pernambucana e a presença de dois de seus integrantes históricos: Marco Polo Guimarães e Almir de Oliveira.

Mais do que um show, a noite promete ser um encontro entre memória e resistência cultural.

Formada no Recife do início dos anos 1970, a Ave Sangria surgiu em um período de intensa efervescência artística e repressão política. Enquanto a censura tentava enquadrar comportamentos e discursos, a banda apostava na liberdade criativa, misturando influências do rock internacional com referências da cultura nordestina em uma linguagem que escapava a classificações fáceis.

O resultado foi um dos trabalhos mais singulares da música brasileira. Embora tenha tido uma trajetória interrompida precocemente, em parte pelos efeitos da censura e das dificuldades impostas pelo regime militar, a Ave Sangria construiu uma obra que resistiu ao esquecimento. Com o passar dos anos, seu único álbum de estúdio tornou-se objeto de culto entre pesquisadores, colecionadores, músicos e admiradores do rock nacional.

Em Natal, a missão de revisitar esse repertório ficará a cargo da banda Cajarana, liderada pelo músico Manu de Olinda. A apresentação ganha contornos históricos com a participação de Marco Polo Guimarães e Almir de Oliveira, artistas que ajudaram a construir a identidade sonora da própria Ave Sangria e que estarão no palco compartilhando com o público as canções que marcaram uma geração.

A programação também abre espaço para o presente da música potiguar. O Coletivo Viramundo Potiguar fará o show de abertura, levando ao palco composições autorais marcadas por influências do manguebeat, da música popular nordestina e das experiências culturais das periferias. Em diálogo com a herança deixada pela Ave Sangria, o grupo representa uma nova geração de artistas que segue transformando a arte em ferramenta de expressão, crítica social e afirmação cultural.

A conexão não é casual. Se nos anos 1970 a Ave Sangria buscava romper fronteiras estéticas e comportamentais, hoje coletivos e artistas independentes continuam produzindo música a partir das margens, reinventando linguagens e ampliando vozes historicamente invisibilizadas.

Por isso, o encontro desta sexta-feira ultrapassa o caráter comemorativo. É uma celebração da capacidade da cultura de sobreviver ao tempo, de atravessar gerações e de seguir provocando inquietações. Entre guitarras psicodélicas, poesia e experimentação sonora, Natal receberá uma das bandas mais emblemáticas da história da música brasileira — não como uma relíquia do passado, mas como uma obra que continua dialogando com o presente.

Serviço

Tributo à Ave Sangria

Quando: sexta-feira, 12 de junho, às 20h30

Onde: Backstage Bar, Natal (RN)

Atrações: Cajarana (Manu de Olinda), Marco Polo Guimarães e Almir de Oliveira (Ave Sangria)

Abertura: Coletivo Viramundo Potiguar

Ingressos: R$ 30,00, na portaria

Fonte: saibamais.jor.br

Iniciativa investe em novos roteiros e amplia formação audiovisual no interior do RN

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Transformar uma ideia em filme costuma ser um dos desafios mais difíceis para quem escreve cinema. A produtora Casa da Praia Filmes abriu as inscrições para a quarta edição do Casa da Praia Lab, iniciativa voltada à formação de roteiristas e ao fortalecimento da cadeia audiovisual do Rio Grande do Norte. Com o tema “Esquina Criativa”, a nova edição selecionará 15 projetos de longa-metragem em fase de desenvolvimento, todos de autores e autoras potiguares. A proposta é oferecer um ambiente de criação, troca de experiências e aprimoramento de projetos que ainda estão em construção, estimulando o surgimento de novas narrativas ligadas ao território e às identidades do estado.

As inscrições seguem abertas até 3 de julho, por meio de edital. Os projetos escolhidos participarão de um laboratório presencial em Natal, entre os dias 3 e 7 de agosto, período em que os roteiristas terão acesso a mentorias, palestras, atividades formativas e sessões de apresentação de projetos.

Segundo o cineasta Pedro Fiuza, fundador da Casa da Praia Filmes, o laboratório nasceu da constatação de que projetos do Rio Grande do Norte historicamente ocupavam poucos espaços em programas de desenvolvimento audiovisual realizados no país e no exterior.

“A proposta é criar condições para que mais realizadores do estado consigam desenvolver seus projetos e ampliar a presença do Rio Grande do Norte no cinema brasileiro contemporâneo”, afirma.

Além da formação, cada participante receberá uma bolsa de R$ 1.500, investimento que soma R$ 22,5 mil destinados diretamente aos selecionados. A iniciativa busca ampliar as condições para que roteiristas desenvolvam seus trabalhos de forma mais estruturada e possam acessar futuras oportunidades de financiamento e circulação.

Ao longo de sua trajetória, a Casa da Praia Filmes acumulou reconhecimento dentro e fora do país. Entre as produções da empresa estão o curta-metragem “Sideral”, exibido no Festival de Cannes e incluído na shortlist do Oscar 2023, além de “Big Bang”, premiado no Festival de Locarno, e dos filmes “Fendas” e “Vai Melhorar”.

Formação em diferentes regiões do estado

Além do laboratório principal, o projeto prevê uma série de ações formativas voltadas à descentralização do acesso ao audiovisual. Serão realizadas oficinas gratuitas de escrita técnica de roteiro em Natal, Mossoró, Caicó e Santa Cruz, alcançando as quatro mesorregiões potiguares.

A expectativa é beneficiar diretamente cerca de 100 participantes. As atividades terão caráter introdutório e formativo, buscando aproximar novos interessados da escrita para cinema.

Outra ação prevista é a realização de uma mostra com filmes que tiveram origem em edições anteriores do Casa da Praia Lab. A programação pretende apresentar ao público os resultados concretos alcançados pelos projetos que passaram pelo processo de desenvolvimento promovido pela iniciativa.

O Casa da Praia Lab mantém o compromisso com políticas de inclusão e ações afirmativas. A seleção reservará vagas para mulheres cis e trans, pessoas negras, indígenas, LGBTQIAPN+, pessoas não binárias, jovens realizadores e participantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

A descentralização territorial também está entre as prioridades do projeto. Das 15 vagas disponíveis, pelo menos cinco serão destinadas a roteiristas residentes fora da Região Metropolitana de Natal. A organização também prevê a presença de, no mínimo, um participante de cada mesorregião do Rio Grande do Norte.

A edição de 2026 contará com uma equipe formada por profissionais atuantes no audiovisual potiguar, entre eles Mariana Hardi, Larissa Sales, Vitor Bezerra e Gabriel Florentino. Entre os tutores convidados estão Ana Carolina Marinho e Edu Araújo.

O Casa da Praia Lab – Esquina Criativa é realizado por meio do edital Transformando Energia em Cultura 2025-2026, com patrocínio da Neoenergia Cosern e do Instituto Neoenergia, através do Programa Cultural Câmara Cascudo. O projeto conta ainda com apoio do IFRN, da ITCART e do Centro de Tecnologia e Cultura Luzia Vieira de França.

SAIBA MAIS:
Formação em roteiro impulsiona narrativas LGBTQIAP+ no cinema potiguar

Fonte: saibamais.jor.br

Desmatamento cai 22% no RN enquanto estado amplia áreas protegidas da Caatinga

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O Rio Grande do Norte reduziu em 22% a área desmatada em 2025, acompanhando uma tendência observada em todo o país. Os dados são do Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (RAD 2025), da iniciativa MapBiomas Alerta, que aponta uma queda de 20,6% no desmatamento nacional e registra, pela primeira vez desde 2019, menos de 1 milhão de hectares de vegetação nativa suprimidos em um único ano.

No território potiguar, a área desmatada passou de 6.121 hectares em 2024 para 4.759 hectares em 2025. O estado manteve a 17ª posição no ranking nacional de desmatamento, mas apresentou desempenho superior à média brasileira. Enquanto o país registrou redução de 20,6%, o recuo no Rio Grande do Norte foi de 22%.

Os números também refletem a situação da Caatinga, bioma predominante no estado. Em toda a área de abrangência do bioma, o desmatamento caiu 25,9%, passando de 174,1 mil para 128,9 mil hectares. O número de alertas também diminuiu 16,6%, caindo de 17.797 para 14.838 registros.

No cenário regional, o Rio Grande do Norte aparece atrás de estados vizinhos como Sergipe e Alagoas em volume de alertas e áreas impactadas, mas registra índices significativamente menores que Bahia, Ceará e Piauí, que concentram parte importante da pressão sobre a Caatinga. Dados do MapBiomas mostram que Bahia e Ceará figuram entre os estados com maior quantidade de alertas de desmatamento do país em 2025.

Apesar do avanço, os dados mostram que o desafio da conservação permanece. O diretor técnico do Idema, Thales Dantas, atribui parte dos resultados ao fortalecimento das ações de monitoramento ambiental e ao uso de sistemas de satélite capazes de ampliar a detecção de áreas desmatadas:

“A Caatinga representa um dos principais patrimônios naturais do estado, reunindo biodiversidade adaptada ao semiárido e desempenhando papel fundamental na conservação dos recursos hídricos, no equilíbrio climático e na manutenção dos modos de vida das populações tradicionais”, afirmou.

A redução do desmatamento ocorre em um momento em que o governo estadual busca ampliar instrumentos de proteção ambiental. Em maio deste ano, foi criado o Refúgio de Vida Silvestre Serra das Araras (Revis Serra das Araras), considerado a maior unidade de conservação da Caatinga no Rio Grande do Norte.

Com área de 12.367 hectares distribuída entre os municípios de Cerro Corá, São Tomé e Currais Novos, a unidade foi criada para proteger ecossistemas estratégicos do semiárido, além de incentivar atividades como pesquisa científica, educação ambiental e turismo de observação de aves.

“O Revis Serra das Araras nasce como símbolo do equilíbrio entre conservação e desenvolvimento. É uma iniciativa que fortalece a proteção da Caatinga e reconhece o papel das comunidades locais na construção de soluções sustentáveis”, afirmou o diretor-geral do Idema, Werner Farkatt.

Segundo o MapBiomas, todos os biomas brasileiros apresentaram redução do desmatamento em 2025. A Caatinga, embora apresente queda consistente, segue entre os biomas que demandam atenção devido à pressão exercida pela expansão agropecuária e pela degradação ambiental.

Conservação no Seridó
A criação do Refúgio de Vida Silvestre Serra das Araras (Revis Serra das Araras) representa um dos principais avanços recentes da política ambiental potiguar. Instituída pelo Governo do Estado em 2026, a unidade de conservação tornou-se a maior área de proteção integral da Caatinga em território potiguar, abrangendo 12.367 hectares distribuídos entre os municípios de Cerro Corá, São Tomé e Currais Novos.

A área foi criada para proteger ecossistemas considerados estratégicos para a conservação da biodiversidade do semiárido, garantindo abrigo para espécies da fauna e da flora nativas e contribuindo para a manutenção dos recursos hídricos da região. Na categoria de Refúgio de Vida Silvestre, a unidade permite atividades de pesquisa científica, educação ambiental e turismo ecológico, desde que compatíveis com seus objetivos de conservação.

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Biodiversidade “adormecida” é descoberta em águas subterrâneas da Caatinga no RN
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Fonte: saibamais.jor.br

Sistema Único de Assistência Social no RN recebe mais 14 novos veículos

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A governadora Fátima Bezerra e o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS) entregaram, nesta quinta-feira (11), uma frota de 14 veículos ao Governo do Rio Grande do Norte em solenidade na Escola de Governo, em Natal. A nova frota é composta por 11 caminhonetes e três vans para ampliar a mobilidade das equipes do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

“Este é um momento que dá sentido à vida pública por que estamos entregando equipamentos voltados à área social no RN. Assim como o SUS, o SUAS é uma das mais belas conquistas do nosso povo. O SUAS orienta e íntegra as políticas e ações para chegar à casa das pessoas. Estes equipamentos chegam para que os municípios, cada vez mais, exerçam sua função de atender as pessoas”.

O secretário executivo Osmar Ribeiro, representante do MDS na solenidade, afirmou que a assistência social nasceu para apoiar quem precisa. “Estamos entregando não só veículos, mas estrutura para a rede de assistência funcionar efetivamente, atender prioridades e produzir resultados.

”Titular da Seths, Íris Oliveira destacou que proporcionar “mobilidade é fazer as equipes chegarem às pessoas. Estamos entregando veículos adequados para trafegar em todo tipo de estrada.” A secretária acrescentou que o Senado precisa votar a Proposta de Emenda Constitucional que define a política pública de assistência social no Brasil. “Para tirar o SUAS da escassez, para estruturar o setor e fazer valer efetivamente esta política pública”.

Dos 14 veículos entregues ao MobSUAS, 11 são camionetes e 03 vans, doadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

DESTINAÇÃO

A utilização dos veículos tem por objetivo aprimorar o atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade e garantir a mobilidade/transporte às pessoas usuárias dos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos atendidos pelo Sistema Único de Assistência Social (SUAS). São de uso exclusivo do SUAS nos municípios. Os veículos podem ser destinados tanto a equipamentos públicos estatais, como os CRAS e CREAS, quanto a entidades não governamentais, desde que estejam devidamente inscritas no Cadastro Nacional de Entidades de Assistência Social (CNEAS).

Os veículos do MobSUAS também vão realizar atendimento móvel a pessoas inscritas no Cadastro Único e utilizados para o transporte das equipes de trabalhadoras e trabalhadores do sistema nos municipais para capacitações, cursos e eventos.

Os 14 municípios do RN contemplados pelo MobSUAS são: Água Nova, Apodi, Campo Redondo, Coronel Ezequiel, Frutuoso Gomes, Jaçanã, Goianinha, Major Sales, Montanhas, São Rafael, Lajes, Jucurutu, Tibau e Poço Branco. No dia 23 de março, também na Escola de Governo, a governadora Fátima Bezerra e o ministro Wellington Dias entregaram outras 25 vans ao MobSUAS que já estão em atividade nos municípios do Rio Grande do Norte.

A solenidade contou ainda com a participação do presidente do Conselho Estadual de Assistência Social (CEAS RN), Adriano Gomes – também secretário-adjunto da SETHAS; da deputada Isolda Dantas, representando a Assembleia Legislativa; prefeitos e representantes das secretarias de assistência social dos municípios contemplados; da presidenta do COEGEMAS, Zilmara Karina da Silva Bezerra, que também é secretária Municipal de Assistência Social do Município de Pendências.

Centrais dizem que PEC de Rogério Marinho abre caminho para “escala 7×0”

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Oito centrais sindicais denunciaram, em manifesto, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 12/2026 apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL) que permite ampliar a possibilidade de negociação direta sobre jornadas de trabalho entre empresas e trabalhadores. De acordo com as centrais, o texto promove a precarização do emprego.

“Trata-se de um retrocesso que abre caminho para aberrações como uma eventual ‘escala 7×0’. Não é difícil imaginar as consequências para o trabalhador que se recusar a cumprir exigências desumanas em um ambiente de trabalho submetido a tamanha pressão”, aponta o documento.

“Na vida real, o empregado não negocia em condições de igualdade. Muitas vezes, é levado a aceitar jornadas exaustivas porque os salários são insuficientes para cobrir suas necessidades básicas. Daí a importância do sindicato e da legislação trabalhista como instrumentos de proteção”, prossegue a carta.

O texto defende que o fim da escala 6×1 responde aos anseios de trabalhadores que enfrentam longas jornadas e baixos salários, “uma realidade que amplia os lucros patronais enquanto impõe aos empregados os limites da mera sobrevivência”.

“As vozes que hoje defendem a remuneração por hora estão, na prática, propondo o fim do descanso semanal remunerado (DSR). Da mesma forma, a defesa da negociação direta com o patrão busca enfraquecer a organização sindical e a negociação coletiva, pilares reconhecidos pelas normas da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e presentes nas democracias contemporâneas. Cabe, então, a pergunta: essas vozes do setor patronal estão realmente preocupadas com a produtividade e o desenvolvimento humano ou com a preservação de mecanismos históricos de coerção e de manutenção dos privilégios de classe?”, questiona o documento.

A carta é assinada pelos presidentes Sérgio Nobre, da CUT (Central Única dos Trabalhadores); Miguel Torres, da Força Sindical; Ricardo Patah, da UGT (União Geral dos Trabalhadores); Adilson Araújo, da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil); Antonio Neto, da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros); Sonia Zerino, da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores); José Gozze, da Pública; e Nilza Pereira, secretária-geral da Intersindical.

Denúncia à OIT

Em outra frente, as mesmas centrais sindicais brasileiras entregaram nesta terça-feira (10), durante a 114ª Conferência Internacional do Trabalho (CIT), da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra, na Suíça, uma carta ao diretor-geral da entidade, Gilbert F. Houngbo, em defesa do fim da escala 6×1, da redução da jornada de trabalho sem redução salarial e do fortalecimento da negociação coletiva.

O documento manifesta preocupação com a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 12/2026, apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), que prevê a prevalência de acordos individuais sobre instrumentos coletivos de trabalho, além da possibilidade de contratação por horas efetivamente trabalhadas e da proporcionalização de direitos sociais.

Na carta, as centrais afirmam que a proposta surge justamente no momento em que avança no Brasil o debate sobre a redução da jornada para 40 horas semanais, com duas folgas por semana e a superação da escala 6×1. As centrais ainda reforçam que a PEC representa um retrocesso ao deslocar o centro das relações de trabalho para a pactuação individual direta entre empregado e empregador.

“A consequência prática é a possibilidade de fragmentação da jornada, instabilidade da renda e proporcionalização de direitos sociais historicamente vinculados à proteção da dignidade humana no trabalho”, alertam as centrais.

O documento sustenta que a PEC nº 12/2026 contraria as Convenções nº 98 e nº 154 da OIT, ambas ratificadas pelo Brasil, que estabelecem a promoção da negociação coletiva como instrumento fundamental para a regulação das relações de trabalho.

As entidades também criticam a campanha promovida por organizações patronais em defesa da proposta, argumentando que ela busca enfraquecer a representação sindical e substituir a negociação coletiva por acordos individuais entre trabalhadores e empregadores.

O que diz a PEC de Rogério Marinho

O texto foi apresentado horas depois da Câmara dos Deputados aprovar a matéria que acaba com a escala 6×1 e estabelece uma jornada de trabalho de 40 horas semanais com dois dias de descanso. 

A PEC de Rogério, apresentada como uma alternativa ao fim da escala 6×1, permite a opção entre o regime tradicional previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e um modelo flexível baseado em horas trabalhadas. A proposta altera o art. 7º da Constituição Federal para assegurar a livre pactuação contratual entre empregado e empregador, mantendo garantias trabalhistas. Ao todo, 36 senadores da oposição assinam o texto protocolado no Senado Federal, entre eles o também senador do RN Styvenson Valentim (Podemos).

Saiba Mais: Rogério Marinho reage ao fim da escala 6×1 com PEC do “horário flexível”

A proposição estabelece que o trabalhador poderá optar por um regime flexível de jornada, preservando direitos como férias, décimo terceiro salário, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e demais benefícios legais. 

A matéria também prevê que o valor mínimo da hora trabalhada deverá respeitar proporcionalmente o salário mínimo nacional ou o piso da categoria profissional. Rogério Marinho sustenta que a medida busca modernizar as relações de trabalho,”respeitando a autonomia do trabalhador e proporcionando maior flexibilidade” para adaptar sua rotina às necessidades pessoais e às demandas do mercado de trabalho.

Saiba Mais: Senadores abandonam PEC de Rogério Marinho após pressão

Fonte: saibamais.jor.br

Álvaro Dias diz que obra que mais se orgulha é de hospital inacabado

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O pré-candidato a governador Álvaro Dias (PL) disse que a obra que mais se orgulha de ter feito enquanto prefeito de Natal é a do Hospital Municipal, há mais de um ano e meio inaugurado e até hoje sem funcionamento.

As obras inconcluídas em sua gestão viraram uma pedra no sapato do ex-prefeito durante a pré-campanha para o governo estadual, motivo de cobranças entre a imprensa e de artilharia entre adversários políticos. Na última terça-feira (9), Álvaro deu entrevista ao programa Meio Dia RN, da rádio 96 FM, em que falou sobre o “orgulho” da obra que segue sem estar disponível à população.

“É o maior investimento da história do Rio Grande do Norte em saúde pública. Então, nada do que se faça, nada do que se diga, críticas que possam vir de onde vierem, vão desmerecer essa obra, que é a obra da qual eu mais me orgulho de ter tido a coragem, de ter tido a vontade, de ter tido a decisão e a firmeza de fazer essa obra. É uma obra que será um dos grandes legados que nós vamos deixar na história da cidade de Natal e do Rio Grande do Norte”, afirmou.

O ex-prefeito jogou a responsabilidade do equipamento não estar funcionando ao atual chefe do Executivo municipal, Paulinho Freire (União), seu aliado. De acordo com Dias, a obra foi inaugurada em 30 de dezembro de 2024 com a parte física pronta, e Freire resolveu ampliar a capacidade de atendimento com novas vagas de UTI e dois novos centros cirúrgicos.

“Não é culpa de Paulinho. Paulinho resolveu ampliar, melhorar, e eu concordo com a ampliação que ele resolveu fazer. Mas a parte física que nós entregamos estava realmente resolvida”, justificou.

O assunto também é tema recorrente entre nomes que devem enfrentar Álvaro nas urnas em outubro. Cadu Xavier, indicado para a sucessão de Fátima Bezerra dentro do PT, visitou o equipamento em abril e teceu críticas à falta de funcionamento.

“Esse hospital aqui, que nem está funcionando nem está pronto, foi inaugurado há mais de um ano pelo ex-prefeito de Natal. Para de mentir, prefeito”, afirmou Cadu Xavier.

No mesmo mês, Allyson Bezerra (União) disse em uma rádio de Natal que “foi uma inauguração de faz de conta, com objetivo eleitoreiro”. 

Servidores e população cobram abertura

Na semana passada, servidores da área da saúde e usuários do SUS fizeram um ato político e um abraço coletivo em que cobraram a abertura do Hospital Municipal de Natal. 

O ato foi convocado por sindicatos da área (Sindicato da Saúde, dos Enfermeiros, dos Odontólogos, dos Farmacêuticos e dos Médicos), além da CSP-Conlutas.

De acordo com a Prefeitura de Natal, a previsão de inauguração é para julho. Foram investidos na primeira etapa da obra R$ 140 milhões, em recursos de emendas parlamentares e do Governo Federal, através Ministério da Saúde. Em novembro, durante reunião com a bancada federal, o Executivo solicitou a destinação de R$ 110 milhões para a conclusão da obra. 

Quando estiver concluído, segundo a Prefeitura, o hospital contará com 266 leitos de internação, sendo 40 de UTIs, divididos entre UTI adulta geral (20), neonatal (10) e pediátrica (10), além de leitos específicos classificados como PPP – para pacientes de pré-parto, parto e pós-parto (10).

“A gente sabe muito bem que esse hospital foi inaugurado às pressas para poder fazer campanha eleitoral para Paulinho Freire”, criticou, no ato, o diretor do Sindsaúde, Paulo Martins. 

“A nossa conversa hoje aqui, ao pé do ouvido, da população, é que nós queremos que esse hospital abra. Para que dê atenção, para que melhore a situação da população de Natal que precisa de um hospital”, prosseguiu o sindicalista.

Uma usuária do SUS, não identificada, cobrou a abertura do equipamento para que o acesso à saúde possa ser ampliado na capital.

“Que a população possa ter acesso a exames específicos, possa ter atendimento melhor. Eu mesma estou precisando fazer um acompanhamento mais específico, poderia estar utilizando esse equipamento. Não tem como utilizar porque a pouca estrutura construída já está deteriorada, como foi mostrado em algumas redes sociais. Então como é que a gente vai acreditar que vai ter esse equipamento inaugurado? Que não vai ficar só recebendo dinheiro e a população a mercê de não ter uma condição mínima para ter assistência, atendimento médico, enfermagem, tudo da forma devida? E isso é uma reclamação não só minha, eu tenho certeza, mas de toda a cidade do Natal”, afirmou.

Em visita técnica realizada em novembro de 2025, o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) apontou a existência de fissuras em áreas do Hospital Municipal de Natal, infiltrações e “ausência de frentes de trabalho ativas” na obra.

De acordo com a publicação, foram identificados problemas em locais como a área administrativa, ambulatório e no bloco destinado às atividades de consultas, internações e cirurgias.

Saiba Mais: MP encontra fissuras e infiltrações em obra do Hospital Municipal de Natal

Na área administrativa, os problemas encontrados foram: rufos (peças metálicas no telhado) com detalhamento inadequado; desplacamento de soleiras; fissuras em chapins (peças de concreto) e platibandas (mureta construída para esconder telhado); irregularidades no assentamento de pisos; e falhas de acabamento em corrimãos e início de corrosão em válvulas da Estação de Tratamento de Efluentes (ETE).

Saiba Mais: Ato cobra abertura do Hospital Municipal de Natal

Já no ambulatório, o MP identificou fissuração estrutural extensa em paredes externas; indícios de infiltração; tubulações expostas em ambientes internos; descontinuidade de junta de dilatação vertical no piso; e desplacamento de drywall.

No Bloco Hospital, além do efetivo reduzido, armaduras estavam com indício de corrosão, além de haver acúmulo de entulho no canteiro; presença de fissuras em alvenarias externas; e pilares com armaduras expostas e restos de formas não removidas. Essa parte da obra, à época, estava em fase inicial, mas apresentava um bom padrão de acabamento externo.

Em nota em maio deste ano, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) Natal informou que o relatório reforçou que, no geral, a obra apresenta boa qualidade. “O MPRN também realizou algumas recomendações específicas e pontuais ao projeto, com intervenções corretivas já iniciadas (pela empresa responsável pela execução da construção)”, disse a pasta.

Segundo a SMS, nenhum dos itens apontados compromete a estabilidade global da estrutura nem a segurança dos ocupantes.

“O projeto de construção do Hospital de Natal foi distribuído em duas etapas. Para iniciar o funcionamento da primeira fase, foi necessária também a execução de alguns serviços que estavam inicialmente inseridos na segunda etapa e que atenderão a todo o complexo, como a construção de dois centros cirúrgicos. A obra segue em fase final de conclusão, com previsão de que os primeiros acolhimentos sejam iniciados no mês de julho de 2026”, comunicou a Secretaria.

Fonte: saibamais.jor.br

Pré-candidatura de Jorge do Rosário ganha reforço de lideranças dos guardas municipais do RN

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A pré-candidatura de Jorge do Rosário (PL) à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte segue conquistando novos apoios. Desta vez, a caminhada recebeu a adesão do diretor do Sindicato dos Guardas Municipais do Rio Grande do Norte (SINDIGUARDAS-RN), Heber Monteiro, e do assessor Michael, que passam a integrar o projeto político liderado por Jorge.

A aproximação ocorre em torno da defesa das pautas dos guardas civis municipais, categoria que busca avanços em reivindicações históricas relacionadas à valorização profissional.

“Estamos juntos defendendo a pauta dos guardas civis, principalmente a recomposição salarial e os ajustes na questão previdenciária”, destacou Jorge.

Heber e Michael afirmaram que a categoria está mobilizada e unida na luta pelos seus direitos e veem em Jorge uma voz importante para fortalecer a defesa das demandas dos guardas municipais no Legislativo estadual.

Com atuação em diversas regiões do Rio Grande do Norte, as lideranças destacaram a importância de ampliar a representatividade da categoria e reforçaram a confiança no compromisso de Jorge com as pautas da segurança pública municipal.

Hospital de Mossoró gera embate entre secretários do Estado e município

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O modelo do Hospital Municipal de Mossoró virou motivo de embate entre o secretário de Saúde do Rio Grande do Norte, Alexandre Motta, e a secretária da Saúde da cidade, Morgana Dantas. Em vídeo nas redes sociais, Motta disse que a unidade vive um “jogo de aparências” por não funcionar 24 horas e não ter UTI, e direcionou as críticas ao pré-candidato a governador Allyson Bezerra (União), que era o prefeito durante a inauguração do equipamento, em janeiro. Morgana Dantas retrucou, e na tréplica Motta afirmou que o principal problema da saúde do município é a falta de leitos de internamento.

Tudo começou na terça-feira (9). Em uma gravação, o titular da Saúde estadual disse que Allyson faz valer mais a imagem do que a realidade e classificou o equipamento como uma policlínica.

“A Policlínica realiza exames eletivos e realiza também cirurgias eletivas de baixo risco, em pacientes selecionados com baixo potencial de complicação. Os pacientes com maior potencial de complicação são direcionados à Apamim, os pacientes que eventualmente complicam são direcionados ao Hospital Tarcísio Maia, como já aconteceu em dois casos. Lá também não dispõe de atendimento noturno, nem de fim de semana, nem de UTI. E por que o candidato insiste em chamar de hospital, o que não é?”, questionou.

O titular da Sesap ainda perguntou qual é o projeto de Bezerra para o estado e afirmou que, embora importantes, as ações do equipamento não são determinantes para mudar o rumo da saúde em Mossoró ou na região Oeste. 

“O Tarcísio Maia vive sobrecarregado, apesar de contar com 219 leitos de internamento. E as UPAs de Mossoró também. E a razão é a mesma. Faltam leitos de retaguarda na região. A presença de um hospital, de fato, aliviaria o Tarcísio, as UPAs e a saúde como um todo sairia beneficiada. Faltou pé no chão para o prefeito candidato, quando escolheu pular o óbvio, em razão das aparências, mais uma vez”.

Morgana Dantas responde

Em réplica, a secretária municipal Morgana Dantas acusou Alexandre Motta de ser o “pior secretário de saúde da história do Rio Grande do Norte” e disse que o médico teria mentido sobre a unidade.

“Realizamos, até hoje, 647 pequenas cirurgias, quase 500 cirurgias gerais e ginecológicas, com toda a assistência necessária. Já são quase 9 mil atendimentos, entre consultas, exames e cirurgias. Vidas transformadas, funcionando a pleno vapor, diferente do Hospital da Mulher, por exemplo, que vocês inauguraram em 2022 e deixaram 32 meses sem fazer nenhum parto”, argumentou.

Fotos: reprodução

Em outra passagem, Dantas ainda minimizou as críticas sobre o nome e disse que “Mossoró não quer saber de nomenclatura”.

“Secretário, hospital não se mede pelo nome que você quer dar a ele. Hospital se mede pelo impacto que tem na vida das pessoas”, disse.

Pior época da Saúde do RN foi no governo Robinson, aliado de Allyson, responde Motta

Em resposta à acusação da secretária municipal sobre sua gestão, Alexandre Motta gravou novo vídeo em que disse que o pior período para a saúde do Rio Grande do Norte foi vivido durante o governo de Robinson Faria. 

“De lá pra cá, aumentamos 10% o número de leitos de internamento, dobramos os leitos de UTI, só em Mossoró saímos de 9 para 54. As cirurgias eletivas saíram de 30 mil para 95 mil por ano”, elencou.

Ainda segundo ele, hoje existe linha de tratamento do infarto em todo o Estado, citando ainda a interiorização da saúde, como na Regional de Pau dos Ferros, de Caicó, de Assú, Hospital da Mulher e a Barreira Ortopédica em Macaíba. 

“Eu não desqualifico ninguém. Eu sou secretário de Saúde e sei das dificuldades minhas e das demais secretarias municipais. E eu respeito a secretária Morgana. Já visitei-a por duas vezes. Mas vamos aos pontos. A regulação de leitos de Mossoró é função da Prefeitura Municipal. A crítica não cabe. O Hospital da Polícia faz cirurgias de ortopedia de média e alta complexidade. E tem médico 24 horas por dia, inclusive no final de semana. Se precisar de UTI, vai para o Tarcísio. O Hospital da Mulher abriu em fases e já realizou mais de 1.300 partos”, apontou.

“O principal problema da saúde de Mossoró é a falta de leitos de internamento. E é isso que sobrecarrega as UPAs e o Tarcísio. A Policlínica é importante, mas não resolve esse problema. O Estado já faz sua parte. São 406 leitos só em Mossoró. Falta Mossoró fazer. Você sabe bem o que foi o governo Robinson e como é agora. O que talvez você não saiba é que hoje Robinson anda de mãos dadas com o candidato Allyson”, finalizou.

Fonte: saibamais.jor.br