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Guia sobre aves de Caicó é destaque em publicação de museu dos EUA

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A paisagem do Seridó é marcada por mandacarus, lajedos, açudes e longos períodos de estiagem. Mas, entre os galhos da Caatinga e as margens dos reservatórios, uma rica diversidade de aves colore o céu da região. Agora, essa biodiversidade ganhou destaque internacional com a publicação do guia ilustrado Aves do Município de Caicó, lançado pela série Field Guides do Field Museum, tradicional instituição científica sediada em Chicago, nos Estados Unidos.

A obra reúne mais de 230 fotografias de espécies registradas no município de Caicó e apresenta um panorama da avifauna encontrada em diferentes ambientes da região, desde áreas de vegetação nativa da Caatinga até rios, açudes e espaços urbanos. O material é resultado de anos de observação em campo e de uma parceria entre pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), da Fundação para o Desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Rio Grande do Norte (Funcitern) e do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema).

Entre as espécies catalogadas estão aves emblemáticas do semiárido nordestino, como o periquito-da-caatinga, o picapauzinho-da-caatinga, o bacurauzinho-da-caatinga, o cancão e o currupião. O levantamento também registra uma variedade de aves aquáticas que encontram abrigo nos reservatórios da região, entre elas garças, marrecas, jaçanãs, galinhas-d’água e maçaricos. Confira aqui.

Para os pesquisadores envolvidos, o guia vai além de um simples catálogo de espécies. A publicação pretende despertar o interesse da população pela fauna local e fortalecer iniciativas voltadas à conservação ambiental. Coautor da obra, o biólogo Alan de Araújo Roque, pesquisador-bolsista do Idema/Funcitern, destaca que o material foi pensado como uma ferramenta de educação ambiental.

“Queremos aproximar as pessoas da avifauna regional, incentivando um olhar mais atento para a natureza e contribuindo para a valorização e proteção da biodiversidade do Seridó”, afirma.

A principal autora do guia, a geógrafa e professora da UFRN Sandra Kelly de Araújo, explica que a construção do trabalho exigiu dedicação ao longo de vários anos. Segundo ela, registrar algumas espécies depende de paciência e de um acompanhamento constante dos ambientes naturais.

“A observação de aves requer persistência. Algumas espécies migratórias só aparecem em determinadas épocas do ano, enquanto outras são naturalmente mais difíceis de encontrar. Cada registro acaba se tornando uma conquista”, relata.

Sandra ressalta ainda que publicações desse tipo ajudam a tornar o conhecimento científico mais acessível ao público. “Quando as pessoas descobrem quais aves vivem na sua própria região, cresce a curiosidade e também o interesse pela conservação desses ambientes”, observa.

Além das imagens, o guia traz os nomes populares e científicos das espécies, informações sobre suas famílias taxonômicas e dados sobre o estado de conservação de cada uma delas, com base nos critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A maioria das aves registradas está classificada na categoria de menor preocupação, indicando populações consideradas estáveis em nível global.

Ao reunir ciência, fotografia e educação ambiental, a publicação transforma a riqueza natural de Caicó em uma vitrine para o mundo e reforça a importância do Seridó como um dos territórios mais singulares da biodiversidade da Caatinga brasileira.

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Fonte: saibamais.jor.br

Jotó faz da moldura uma obra de arte no Centro de Natal

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Ângelo Desmoulins Tavares, o Jotó, já nem sabe ao certo o tanto de molduras e pinturas que fez ao longo da vida (“eu faço muita, muita, muita moldura”). Aos 75 anos, o artista plástico pernambucano que adotou Natal como lar passa seus dias em seu ateliê na Cidade Alta, mesmo local onde vive com sua cadelinha Nega. O espaço, rodeado de todo tipo de objeto, é onde Jotó produz e recebe amigos e clientes que o procuram em busca do seu traço artesanal para as molduras, que fizeram dele referência para a arte personalizada. 

Nomes como Dorian Gray e Newton Navarro tinham obras de Jotó. “De rapazinho”, conta, ele já fazia molduras, mas foi aperfeiçoando o traço com o tempo. A reportagem visitou o artista na quarta-feira (24), um dia depois de Jotó ganhar destaque nas redes sociais com uma publicação da arquiteta e urbanista Wire Lima, que descreveu o ateliê do artista plástico como um verdadeiro “tesouro da cidade”. A publicação tinha quase oito mil curtidas até esta sexta (26). 

Ao chegar no endereço localizado na Rua Vigário Bartolomeu, 563, Jotó conversava do outro lado da calçada com o sociólogo e cliente Renan Matheus, que se disse apaixonado pelo trabalho do artista, a quem já compra quadros e molduras há mais de 10 anos. Torcedor do América, Renan também aproveita para comprar novas obras do clube a cada vez que o time é campeão. 

“Eu acho que o que chama mais atenção é o tipo de traço que ele tem de moldura de quadro. Ele faz em madeira maciça, ele tem uns tipos de madeira que ele seleciona que é muito bacana”, descreve.

Uma das molduras preferidas do artista (veja mais abaixo), dispostas em seu ateliê, carrega também pinturas próprias. Jotó é adepto da Arte naïf, termo utilizado como sinônimo de arte ingênua, original e/ou instintiva. Jotó nunca estudou arte formalmente; tudo o que aprendeu veio de maneira autodidata.  

“Aquela eu fico mais feliz porque realmente é uma moldura que eu, além de fazer a moldura, ainda faço o desenho dela”, conta o moldurista.

Jotó pinta e também faz molduras em seu ateliê na Cidade Alta – Foto: Valcidney Soares

Desmoulins já fez diferentes exposições em Natal, individuais ou coletivas. Uma das últimas, o “Em torno do Beco”, foi realizada em 2021 na Galeria da Funcarte. Participaram mais 13 pintores além de Jotó: Alexandre Ribeiro, Verônica Maria, Tony França, Fábio Eduardo, Arthuri, Assis Marinho, Nilson Araújo, Francisco Eduardo, Dilson Oliveira, Valderedo Nunes, Rogério Silva e Girotto.

As dores causadas por problemas na coluna, além das mais de sete décadas de vida, fizeram o artista plástico diminuir um pouco o ritmo de trabalho. Ainda assim, não para de pintar ou produzir novas molduras. 

O artista também faz molduras convencionais, daquelas mais fáceis de encontrar pelas lojas, mas gosta mesmo é quando pode criar à sua maneira, fazendo traços diferentes com o estilete. Para ele, a criação é uma força de ampliar suas dimensões artísticas.

“Não é muito bom só fazer uma moldura dessa daqui [convencional]. Ela não me atrai, mas desde quando eu já boto alguma coisa nela, então eu já sinto algo mais”, diz.



Fonte: saibamais.jor.br

Dr. Tadeu reúne grupo político de Caicó e reafirma apoio à pré-candidatura de Samanda ao Senado

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A pré-candidata ao Senado Samanda Alves (PT) cumpriu agenda neste sábado (27) em Caicó, onde esteve com o prefeito Dr. Tadeu e seu grupo político. Na ocasião, o prefeito fez questão de reafirmar publicamente seu apoio à pré-candidatura de Samanda ao Senado e destacou que a decisão é um gesto de coerência com o trabalho realizado pela governadora Fátima Bezerra em favor do Seridó.

“Meu apoio a Samanda é um gesto de coerência com o trabalho que a governadora Fátima Bezerra vem realizando pelo Seridó. Tenho convicção de que ela será uma senadora comprometida com nossa região e com a continuidade desse desenvolvimento”, afirmou Dr. Tadeu.

O encontro contou com a presença do presidente da Câmara Municipal, Ivanildo do Hospital, dos vereadores Rutênio da Palma e Thales Rangel, além de secretários municipais, da suplente de vereadora Dany Guedes e do presidente municipal do PCdoB, Joseilson Ferreira. Também integram o grupo político os vereadores Andinho e Ana Aline.

Ao lado de Dr. Tadeu, Samanda tomou café e percorreu a tradicional Feira de Caicó, um dos principais espaços de comércio, cultura e convivência do Seridó. Durante a caminhada, conversou com feirantes, comerciantes e moradores e recebeu manifestações de carinho e apoio.

Muitos lembraram a agenda realizada no município com a governadora Fátima Bezerra no início da semana e destacaram os investimentos que vêm sendo realizados na região, reafirmando a importância da continuidade desse trabalho.

A agenda com Fátima foi marcada pela entrega e pelo anúncio de investimentos estruturantes para Caicó e o Seridó. Entre as ações estão a recuperação de rodovias, a reforma da Escola Estadual Professora Calpúrnia Caldas de Amorim (EECCAM), a construção de 100 moradias pelo programa Minha Casa, Minha Vida, a implantação do curso de Medicina da UFRN em Caicó e os recursos já assegurados para a elaboração do projeto executivo do futuro Hospital Universitário.

“Voltar a Caicó poucos dias depois e ser recebida com tanto carinho só aumenta a minha responsabilidade. É muito gratificante perceber que as pessoas reconhecem os investimentos que vêm chegando ao Seridó e querem que esse trabalho continue. A abertura do curso de Medicina em Caicó foi uma luta da governadora Fátima Bezerra, e quero dar continuidade a esse trabalho, lutando pela construção do Hospital Universitário. Os recursos para o projeto executivo já estão assegurados na conta da UFRN. O Seridó merece seguir avançando”, afirmou Samanda.

Conselho denuncia desmonte de políticas raciais em Parnamirim

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O que começou como uma reação a declarações consideradas discriminatórias contra religiões de matriz africana acabou expondo um embate mais amplo sobre o futuro das políticas de igualdade racial em Parnamirim. Integrantes do Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (COMPIR), lideranças religiosas e representantes da sociedade civil denunciam um processo de enfraquecimento institucional que, segundo eles, vem comprometendo ações voltadas ao combate ao racismo, à valorização das comunidades tradicionais e à promoção da liberdade religiosa no município.

A mobilização ganhou força após declarações do vereador Gabriel César (PL) durante uma reunião da Frente Parlamentar Evangélica da Câmara Municipal. Ao comentar a rejeição de um projeto de lei que instituía o Dia de Preto Velho em Parnamirim, o parlamentar afirmou que a celebração seria incompatível com a Bíblia. A fala foi interpretada por representantes de terreiros e movimentos sociais como uma manifestação de intolerância religiosa contra tradições de matriz africana e desencadeou uma série de denúncias e pedidos de providências junto ao poder público.

Em resposta, uma articulação formada por mais de 18 entidades, terreiros e coletivos protocolou um requerimento na Câmara Municipal solicitando a retratação pública do vereador, a abertura de procedimento na Comissão de Ética, a reavaliação do projeto rejeitado e a realização de uma audiência pública para discutir diversidade religiosa e combate à discriminação. No entanto, segundo os denunciantes, o documento segue sem encaminhamento efetivo desde que foi apresentado, alimentando críticas à postura do Legislativo diante do caso.

Presidente do COMPIR, Mãe Lúcia de Nanã afirma que o episódio envolvendo o projeto do Dia de Preto Velho representa apenas uma parte dos problemas enfrentados atualmente pelas comunidades tradicionais no município. Segundo ela, as dificuldades se estendem ao campo institucional e refletem um cenário de abandono das políticas voltadas à população negra e aos povos tradicionais.

“Depois dessa fala pejorativa do senhor vereador, eu fiz denúncias no Ministério Público Estadual, Municipal e Federal, na OAB, fizemos boletim de ocorrência, mas até agora não aconteceu absolutamente nada. As coisas estão muito difíceis dentro de Parnamirim porque nós não temos apoio parlamentar, e isso dificulta muito”, afirma em entrevista à Agência Saiba Mais.

A dirigente relata que a situação se agravou após mudanças promovidas pela administração municipal. Uma das principais críticas diz respeito à extinção da Coordenadoria de Promoção da Igualdade Racial durante a reforma administrativa realizada pela prefeitura. Antes disso, segundo ela, já havia preocupação com o ambiente político criado após as declarações do vereador.

“Ele fez um comentário sobre a nossa religião e sobre a nossa ancestralidade, dizendo que Preto Velho não é nada porque não consta na Bíblia Sagrada. Depois disso, nós vimos a coordenadoria ser dissolvida e passamos a enfrentar muitas dificuldades para manter as atividades que vínhamos realizando”, afirma.

Entre os impactos apontados está a interrupção de ações culturais voltadas à valorização da herança afro-brasileira no município. Mãe Lúcia cita como exemplo o Canto Ancestral, atividade tradicional promovida pelo movimento, que deixou de ser realizada este ano por falta de apoio institucional e recursos financeiros.

“Este ano não conseguimos fazer o evento. Não tivemos apoio da Secretaria de Cultura. No ano passado ele aconteceu porque eu mesma arquei com as despesas da festividade. Este ano não tive condições financeiras para fazer isso”, relata.

As críticas não se limitam à extinção da coordenadoria. Os conselheiros também apontam preocupação com a exoneração da então coordenadora de Igualdade Racial, Jussara Veloso, e com a ausência de uma substituição que garantisse a continuidade das atividades. Para o advogado Antonio Júnior, servidor do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte e suplente do COMPIR, a situação caracteriza um enfraquecimento da estrutura responsável pela formulação e execução das políticas públicas voltadas à igualdade racial.

“A destituição abrupta da coordenação sem reposição imediata configura um nítido esvaziamento e enfraquecimento institucional. A ausência de liderança paralisa a execução orçamentária, a assinatura de convênios e a interlocução com a sociedade civil, interrompendo a continuidade do serviço público”, afirma.

Segundo ele, a exoneração ocorreu justamente quando o município avançava em iniciativas consideradas estratégicas, entre elas a adesão ao Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (SINAPIR), mecanismo federal que permite ampliar a articulação entre municípios, estados e União na implementação de políticas antirracistas.

“No caso específico do COMPIR, a exoneração de Jussara Veloso foi grave porque interrompeu atividades importantes que estavam em andamento, como a adesão ao SINAPIR e o desenvolvimento de políticas públicas voltadas à população negra”, explica.

O advogado também questiona a falta de resposta da Câmara Municipal à denúncia apresentada pelas entidades. Segundo ele, o Legislativo tem o dever legal de dar andamento ao requerimento e analisar os fatos relatados pelas organizações da sociedade civil.

“Quando uma denúncia formal chega ao Poder Legislativo, os parlamentares não têm a discricionariedade de simplesmente ignorá-la. A inércia viola princípios constitucionais da administração pública, como eficiência e moralidade. O protocolo deveria ter sido encaminhado para a Comissão de Ética e Decoro Parlamentar para análise e eventual abertura de procedimento apuratório”, afirma.

A percepção de isolamento político das pautas defendidas pelo conselho foi reforçada na última quinta-feira (25), quando o COMPIR promoveu uma reunião ampliada na Câmara Municipal com a participação de representantes do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial (CONSEPPIR), integrantes da sociedade civil e membros do recém-criado Departamento de Igualdade Racial. O encontro havia sido planejado para reunir também vereadores, representantes da prefeitura e órgãos de controle, mas, segundo os organizadores, nenhuma dessas autoridades compareceu.

“Convidamos a Frente Parlamentar, fizemos convites pessoais e a prefeita também foi convidada. Ninguém apareceu. Nem mesmo representantes foram enviados. Nós falamos ao vento para nós mesmos”, lamenta Mãe Lúcia.

Para Antonio Júnior, o esvaziamento da reunião é mais um indicativo de que o município vem perdendo capacidade de diálogo com os segmentos que representam a população negra e as comunidades tradicionais.

“O caso de Parnamirim está longe de ser um fato isolado. Ele é um sintoma visível de um processo estrutural de fragilização das políticas de combate ao racismo e de garantia da liberdade religiosa. Quando o poder público silencia diante de denúncias de intolerância e enfraquece os órgãos responsáveis por essas políticas, transmite uma mensagem preocupante para essas comunidades”, afirma.

Diante da falta de respostas locais, o COMPIR formalizou pedido de acompanhamento junto ao Conselho Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. A expectativa dos conselheiros é que o caso também seja acompanhado pelo Ministério Público, tanto em relação às denúncias de intolerância religiosa quanto aos impactos administrativos provocados pelas mudanças na estrutura municipal.

Enquanto aguardam providências, lideranças ligadas ao conselho afirmam que a mobilização continuará. Para elas, a discussão ultrapassa o episódio envolvendo o Dia de Preto Velho e alcança temas mais amplos relacionados ao reconhecimento de direitos, à preservação da diversidade cultural e à garantia de participação das comunidades tradicionais nas decisões que afetam suas vidas. Segundo os representantes do movimento, o que está em disputa não é apenas a existência de uma data comemorativa, mas a permanência de políticas públicas construídas para enfrentar desigualdades históricas e assegurar visibilidade a grupos que, durante décadas, permaneceram à margem das estruturas de poder.

SAIBA MAIS:
Lideranças denunciam intolerância religiosa após fala de vereador na Câmara de Natal

Fonte: saibamais.jor.br

Junho é um sentimento

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“Junho é um sentimento”, me disse Inho. (Inho é Bruno, Bruninho, Inho, meu amigo de uma era… Por isso que ele é Inho – acho que só eu o chamo assim. Tenho mania de chamar meus amigos por nomes só meus, só nossos. E sei que eles gostam.)

Voltando a Junho… Sim, o mês de Junho é um sentimento… é uma celebração pra quem é nordestino. É festa de colheita. Colheita do milho, do feijão verde, do feijão macassar… É mês de fartura, de abundância e de felicidade.

Felicidade coletiva e contagiante. Sentimento de pertencimento tão genuíno, quanto celebrado… com fogueira, milho assado e cozido, fogos de artifício, bombinhas e traques, bolo de tudo: de coco, de fubá, de milho… pé de moleque, pamonha, canjica, pipocas, doces e salgadas, mungunzá, arroz doce, maçã do amor… cachaça, vinho…

Tem quadrilha, roupa de chita, balões e bandeirinhas coloridas enfeitando o mundo todo, todo mundo. Tem famílias reunidas nas calçadas, ao redor das fogueiras, tem forró onde quer que você esteja…

Santo Antônio, São João, São Pedro… temos santos protegendo nossa festa sacro-profana de meio de ano. Há uma magia, uma festança da natureza que frutifica, que muda a temperatura escaldante pra receber esse sentimento de querer se juntar, de querer estar perto, pertinho, como uma pareia dançando forró. Agarradinhos.

Junho é um sentimento!
Inho foi certeiro. Conseguiu me explicar Junho.
Junho é um sentimento!
Isso vai ecoar pelo resto de vida que eu ainda tiver.
Junho é um sentimento!
Sempre que maio estiver se despedindo, vou lembrar que serei inundada de sentimento.

Sentimento de festa, de magia, de comilança, de dança, de bandeirinhas, de roupas quadriculadas, de chitas e fitas, de quadrilha, de um ajuntamento de gente rindo, porque esse sentimento, só quem é do Nordeste sente.

Viva Santo Antônio!
Viva!
Viva São João!
Viva!
Viva São Pedro!
Viva!

Fonte: saibamais.jor.br

O dia que os Petros Velho vieram para a Guerra

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​Quem cultua Orixá sabe que, toda vez que precisamos de apoio, recorremos a Eles. Buscamos força e sabedoria nos braços de quem pode nos valer mais. Nos sentimos seguros, protegidos e prontos para qualquer batalha. Durante uma semana difícil, eu não fiz diferente. Clamei pela força de Ogum para que me ajudasse a vencer as demandas da vida. Pedi coragem a Oyá para não esmorecer diante daqueles que querem ver meu mal. Pedi sabedoria a Oxum para lidar com as situações nas quais eu não sabia como agir.
Mas foram os Pretos Velhos que vieram em meu auxílio. A maioria de nós, talvez pela fama e glamour com que os Orixás são apresentados na internet, acaba vendo Neles uma espécie de heróis e heroínas nos quais nos inspiramos e queremos ser iguais. Pensar em pessoas comuns, idosas e de fala mansa não parece ser o mais promissor para enfrentar uma guerra. Pelo menos é assim que o Ocidente nos ensina.

Quando falamos de Pretos Velhos, estamos nos referindo a pessoas que foram sequestradas do continente africano, chegaram aqui apenas com o corpo, a palavra e a memória e sobreviveram a todas as atrocidades da escravidão por quase quatro séculos. Óbvio que tivemos Pretos Velhos e Pretas Velhas capoeiristas e líderes de rebeliões, mas quem me valeu em dias de luta foram aqueles senhores e senhoras que estavam exigindo de mim uma postura diferente.

Eu estava em guerra, todos os dias, com os dentes trincados e hipervigilante, sempre pensando no meu próximo ataque. Foi aí que a lição veio. Nem toda guerra se ganha na força. Às vezes, o que mais precisamos é acalmar o coração e agir com sabedoria. Nem tudo merece uma resposta. Nem tudo se resolve no grito. Quem tem razão não precisa gritar. Quem não quer ver o bem prosperar e sabe que você tem o poder para isso vai tentar de tudo para tirar o seu equilíbrio. Vai tentar desestabilizar você para que você esqueça pelo que está lutando e passe a viver em combate com essas pessoas. É uma luta sem sentido e sem vencedores.

Algumas pessoas simplesmente não querem ver coisas boas acontecerem e vão trabalhar para que você também não consiga. Se permitir entrar na vibração dessas pessoas e reagir na raiva e no grito é dar poder a elas. Pretos Velhos e Pretas Velhas nos ensinam que, muitas vezes, o melhor é evitar que a nossa boca seja nossa maior inimiga. Não se refuta o silêncio. Nossas ações falam por nós.

Então, não perca seu tempo discutindo ou tentando resolver as coisas na força bruta. Existe grande sabedoria em silenciar, observar e conduzir as coisas de forma estratégica. Isso significa que os Orixás não poderiam fazer isso por mim? De forma alguma! Mas que nunca nos esqueçamos daqueles que mantiveram nossas heranças ancestrais vivas e que nos ensinaram que, não importa por quais meios sejam necessários, fique viva.

Ana Paula Campos (Lua Callin)- Indígena Potyguara, Cigana Calon, mãe atípica, candomblecista e juremeira, Professora da rede pública, escritora, pesquisadora orgânica, bailarina e cartomante.

Fonte: saibamais.jor.br

Programa de extensão da UFRN leva ações à Amazônia e celebra 30 anos

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Em vez de permanecer restrito às salas de aula, o conhecimento universitário desembarcou em comunidades ribeirinhas, ilhas e municípios do interior da Amazônia paraense. Durante uma semana, estudantes e professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em parceria com instituições do Pará, desenvolveram oficinas, formações e atividades voltadas a áreas como saúde, educação, direitos humanos, acessibilidade, comunicação, meio ambiente e geração de renda.

A ação integrou a edição comemorativa dos 30 anos do Programa Trilhas Potiguares, realizada entre os dias 14 e 20 de junho no Pará. Ao longo da programação, mais de 60 atividades foram desenvolvidas em cinco municípios, alcançando cerca de 1.300 participantes.

Criado em 1996 pela Pró-Reitoria de Extensão da UFRN, o Trilhas Potiguares consolidou-se como um dos principais programas de extensão universitária do país. Tradicionalmente desenvolvido em municípios do Rio Grande do Norte, o projeto vem ampliando seu alcance nos últimos anos, estabelecendo parcerias com universidades de outras regiões brasileiras e também do exterior.

Nesta edição, participaram 25 estudantes e 11 docentes da UFRN, que atuaram em conjunto com equipes do Instituto Federal do Pará (IFPA) e da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA). As atividades foram distribuídas entre Belém, São Sebastião da Boa Vista, Aurora do Pará, Tomé-Açu e Curuçá.

Para atender diferentes territórios, os extensionistas foram divididos em duas frentes de trabalho. Uma delas concentrou ações em comunidades insulares, como Outeiro, Combu e a Ilha de Marajó. A outra percorreu municípios da região nordeste do estado. O encerramento ocorreu em Belém, durante o Seminário Internacional de Pesquisa e Extensão Trilhas Potiguares Amazônia 2026.

Entre as oficinas que despertaram maior interesse das comunidades estiveram as voltadas à acessibilidade e à Língua Brasileira de Sinais (Libras). Ministradas por estudantes e docentes da UFRN, elas reuniram professores, estudantes e servidores públicos da educação para discutir inclusão de pessoas com deficiência no ambiente escolar.

O estudante Elvis Gley, integrante da equipe e pessoa surda, destacou o interesse demonstrado pelos participantes. Segundo ele, as conversas continuaram mesmo após o encerramento das oficinas.

“Na Ilha de Marajó, os professores e servidores públicos não conheciam sobre capacitismo. Fiquei feliz em passar informações sobre como a realidade dói e como somos fortes. Agora eles estão bem informados”, afirmou.

Para o coordenador do programa e pró-reitor adjunto de Extensão da UFRN, Luiz Alves, a experiência também fortaleceu a cooperação entre universidades e deve deixar resultados permanentes nas instituições envolvidas. Segundo ele, a expectativa é que a parceria incentive a criação, pela UFRA, de um programa próprio de extensão inspirado no Trilhas Potiguares.

A internacionalização também marcou a edição comemorativa. Docentes da Universidade de Múrcia, na Espanha, e da Universidade Save, de Moçambique, participaram das atividades, ampliando a troca de experiências sobre extensão universitária e desenvolvimento comunitário.

Para a professora moçambicana Crisalita Djeco Funes, da Universidade Save, iniciativas como essa ajudam estudantes a perceber que a universidade pode ser um caminho possível. Ela defendeu a integração entre ensino, pesquisa e extensão como instrumento de transformação social.

A história do programa também foi marcada por reencontros. A professora Liz Pereira, atualmente docente do IFPA, participou da primeira edição do Trilhas Potiguares, em 1996, quando ainda era estudante da UFRN. Após construir sua carreira na Amazônia, voltou a integrar uma ação do programa quase três décadas depois.

Segundo ela, reencontrar colegas e acompanhar o crescimento do projeto foi uma experiência emocionante.

“Foi uma injeção de ânimo. Quando vesti a camisa, me senti em casa duas vezes.”

Enquanto celebrava seus 30 anos com uma edição realizada fora do Rio Grande do Norte, o programa também confirmou a continuidade de suas ações no estado. Em julho, o Trilhas Potiguares retorna aos municípios potiguares com uma nova edição, que deverá atender 15 cidades sob o tema “Sociedade e academia: 30 anos de extensão com diálogo, parceria e impacto social”.

Mais do que uma comemoração, a iniciativa busca reafirmar um princípio que acompanha o programa desde sua criação: aproximar a universidade das comunidades, transformando o conhecimento produzido no ensino superior em ações concretas voltadas às demandas dos territórios.

Com informações de Lucas Tragino, Projeto Comtrilhas

Fonte: saibamais.jor.br

Prefeito Bibi de Nenca e grupo político de Campo Grande declaram apoio a Samanda para o Senado

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A pré-candidatura de Samanda Alves (PT) ao Senado ganhou mais um importante reforço nesta sexta-feira (26). O prefeito de Campo Grande, Bibi de Nenca, o vice-prefeito Grimaldo Gondim e o grupo político que lideram no município declararam apoio ao projeto político da presidenta estadual do PT rumo às eleições de 2026.

O anúncio amplia a presença de Samanda na região Oeste e fortalece a construção de uma candidatura que vem reunindo lideranças de diferentes municípios do Rio Grande do Norte em torno de um projeto voltado ao desenvolvimento do estado e à ampliação da representação progressista na base de apoio do presidente Lula.

Para Samanda, o apoio representa o compromisso com um Rio Grande do Norte mais forte e integrado. “Cada município que caminha conosco reforça a certeza de que estamos construindo um projeto que nasce do diálogo, da confiança e da vontade de fazer o estado avançar ainda mais. Recebo o apoio do prefeito Bibi, do vice-prefeito Grimaldo e de todo esse grupo político com muita gratidão e responsabilidade”, afirmou.

Nos últimos dias, Samanda tem ampliado sua agenda pelo interior do estado, consolidando apoios de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças políticas em diversas regiões do Rio Grande do Norte, fortalecendo nosso projeto para as eleições de 2026.

“Tenho percorrido o estado ouvindo as pessoas. É assim que quero representar o Rio Grande do Norte no Senado: com diálogo, compromisso e muito trabalho para que todas as regiões tenham voz e oportunidades”, destacou.

Críticas de Kelps a aliados elevam tensão dentro do grupo de Allyson

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As críticas que o ex-deputado estadual Kelps Lima (União) tem feito a membros do seu próprio grupo político — casos dos deputados federais João Maia (PP), Benes Leocádio (União) e, mais recentemente, Robinson Faria (PP) — têm ecoado na pré-campanha de Allyson Bezerra (União) ao governo. Por conta disso, Kelps avisou que pode baixar o tom da artilharia caso perceba que possa prejudicar o aliado Allyson.

O União Brasil e o Progressistas estão juntos em uma mesma federação — por isso, os dois partidos terão nominata comum para as eleições de 2026. O espaço é disputado, mas a convergência está no apoio ao ex-prefeito de Mossoró para o Executivo. 

O último alvo de Kelps foi Robinson, a quem classificou como o “pior governador dos últimos 40 anos” em passagem pelo Oeste potiguar, no último fim de semana.

“É preciso dizer à população do Rio Grande do Norte que eu concorro com o pior governador dos últimos 40 anos aqui. Aqui deve tá cheio de gente que ficou com parente com salário atrasado do governo Robinson”, disparou.

Lima prosseguiu, e afirmou que “essas verdades precisam ser ditas”.

“Porque senão vão pensar que eu sou igual a ele. E eu não sou igual a Robinson Faria. Eu sou muito diferente e fui líder da oposição no governo desastrado de Robinson”, disse.

Adversário de Allyson na campanha ao governo, Cadu Xavier (PT) aproveitou as declarações para repercutir as críticas em suas redes sociais.

“Esse vídeo diz muito sobre o que é a política pra gente, do time de Lula, e o que é a política pro palanque do ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra. No nosso palanque, a gente faz política pensando no povo e não em projetos pessoais”, afirmou.

Dias antes, Kelps também fez críticas públicas aos deputados federais Robinson Faria (PP), João Maia (PP) e Benes Leocádio (União), que são pré-candidatos à reeleição e também integram a base de apoio de Allyson Bezerra.

“Nessa pré-campanha e na campanha, meus adversários serão Robinson Faria, João Maia e Benes Leocádio, três deputados federais e um deles vai ter que sair para a gente poder entrar”, declarou anteriormente.

Nesta quarta-feira (24), em Mossoró, ele admitiu que pode recuar nas falas públicas para não causar atritos dentro do mesmo grupo.

“Allyson é meu amigo, meu irmão. Eu acredito no projeto dele. Não há chances de eu fazer um movimento para prejudicar Allyson. Se for preciso eu baixar as críticas contra os deputados para não respingar em Allyson, eu baixo”, disse, em entrevista ao programa Meio Dia TCM, da 95 FM.

Allyson minimiza

Allyson Bezerra buscou minimizar os conflitos dentro do seu próprio grupo e afirmou ser normal existir casos de tensão.

“Na verdade, a nominata da federação é extremamente robusta, forte. Vai fazer três deputados federais. É normal existir uma ou outra animosidade”, disse ele, em entrevista ao programa Comando 97, da rádio 97 FM.

O governadorável também lembrou casos de conflitos dentro do Partido Liberal, partido de seu outro adversário, Álvaro Dias.

“Outro dia mesmo, no PL, a gente viu um arranca-rabo de candidatas brigando em entrevistas. Isso pode acontecer na nominata do PL, na nominata da federação do PT e na federação do União Brasil”, afirmou.

Ele se referiu às acusações feitas em abril pela deputada federal Carla Dickson, que falou que a máquina da Prefeitura de Natal estaria “moendo com força” em favor da pré-candidatura de Nina Souza, ex-secretária e esposa do prefeito da cidade, Paulinho Freire (União).

“Nós temos aí Girão com mandato, nós temos Sargento Gonçalves com mandato, tem eu com mandato, que sou a menor de todas. Tem a máquina de Natal com Nina, que já tá moendo com força, e pessoas sendo faladas, ‘é para votar em Nina, tá?’”, disse a parlamentar.

Saiba Mais: Acusações entre Carla e Nina expõem “fogo amigo” na direita do RN

A reação veio rápida. Em seu pronunciamento, Nina Souza subiu o tom e classificou as declarações como “levianas”, “irresponsáveis” e “deliberadas”. A vereadora e ex-secretária municipal de Trabalho de Assistência Social (Semthas), desafiou a colega de partido a apresentar provas das acusações.

“Eu desafio a deputada Carla Dickson: mostre uma pessoa que a vereadora Nina e o prefeito Paulinho coagiram a votar em mim. Não vai encontrar”, declarou.

A vereadora disse que os apoios que vem recebendo são fruto do seu “nome limpo” e do “governo bom” que, segundo ela, vem sendo realizado pelo prefeito Paulinho Freire em Natal.

“Todo prefeito tem candidato ou não tem? Diga qual é o prefeito do Rio Grande do Norte que não tem candidato a deputado federal? Todos os prefeitos do Rio Grande do Norte têm candidato a deputado federal e, com certeza, vão pedir voto. Diga qual é a lei que impeça um prefeito pedir voto para um candidato dele? Agora, acusar de forma leviana, irresponsável e deliberada que a Prefeitura [de Natal] está usando a máquina para me beneficiar, é negar a minha história de vida, a minha força de trabalho e a minha legitimidade”, rebateu.

Fonte: saibamais.jor.br

Feira da Agricultura Familiar reúne produtores, cultura e debates em Natal

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A Praça da Árvore de Mirassol vai virar ponto de encontro entre agricultores familiares, artesãos, consumidores, movimentos do campo e instituições públicas nesta sexta-feira, 26 de junho, em Natal. A Feira da Agricultura Familiar Urbana e Periurbana do Rio Grande do Norte começa pela manhã e reúne 20 estandes com alimentos, artesanato e produções locais, além de debates, apresentações culturais e shows.

A proposta coloca no centro da cidade uma produção que muitas vezes nasce perto dela, nos quintais produtivos, comunidades, assentamentos, hortas urbanas, áreas periurbanas e pequenas propriedades que abastecem feiras, cozinhas e famílias. Ao ocupar um espaço público de grande circulação, o evento aproxima produtores e consumidores e reforça a presença da agricultura familiar na economia cotidiana do estado.

Durante a feira, o público poderá comprar diretamente de quem produz e conhecer experiências ligadas à geração de renda, alimentação saudável e soberania alimentar. A programação também abre espaço para conversas sobre políticas públicas para o setor, especialmente aquelas voltadas à produção, circulação e comercialização dos pequenos produtores.

Para a deputada estadual Divaneide Basílio, a feira reforça a necessidade de reconhecer o papel de quem produz alimentos e movimenta a economia local. “Valorizar a agricultura familiar é valorizar quem coloca comida na mesa do nosso povo, gera renda e cuida da terra. Essa feira aproxima o campo da cidade e mostra que produzir alimentos saudáveis também é uma ação de justiça social, desenvolvimento e soberania alimentar”, afirmou.

O deputado federal Fernando Mineiro destacou que a iniciativa se soma às políticas de fortalecimento da agricultura familiar no estado. Segundo ele, o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar tem papel importante ao apoiar ações que ampliam a circulação dos pequenos produtores, geram renda e criam espaços de debate com participação direta das famílias agricultoras.

A Feira da Agricultura Familiar Urbana e Periurbana do RN é realizada pela Cooperativa Terra Livre, pela Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Rio Grande do Norte, a FETARN, e pelo Instituto Sertões. A iniciativa conta com apoio do IFRN, do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, do Laboratório de Gestão e Prática Profissional em Lazer e Esportes e da FUNCERN.

Serviço
Feira da Agricultura Familiar Urbana e Periurbana do RN
Data 26 de junho
Horário a partir das 10h
Local Praça da Árvore de Mirassol, Natal/RN

Fonte: saibamais.jor.br