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Anatália, o país que poderia dar certo

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Por Rômulo Sckaff

A ditadura militar brasileira não matou apenas pessoas.

Matou possibilidades. Matou projetos coletivos. Matou sonhos. Matou o Brasil que poderia ter dado certo.

Para entender Anatália de Souza Melo Alves é preciso compreender o tempo em que ela nasceu. Os anos 1950 e início dos anos 1960 foram marcados pela crença de que o mundo podia mudar. A Revolução Cubana havia triunfado. Povos da África lutavam por independência. Movimentos populares cresciam em diversos continentes. Pela primeira vez, milhões de pessoas acreditavam que a pobreza, a fome e a desigualdade não eram um destino inevitável.

No Brasil, essa esperança assumia formas próprias. Falava-se em reformas de base, direitos sociais, participação popular e desenvolvimento nacional. Trabalhadores se organizavam, estudantes ocupavam as ruas e sindicatos ampliavam sua influência.

No Rio Grande do Norte, aquele futuro já estava sendo construído.

Em Natal, a campanha Pé no Chão Também se Aprende a Ler transformava a educação em instrumento de cidadania para os filhos dos trabalhadores. Pelo interior, as Escolas Radiofônicas levavam conhecimento onde o Estado nunca havia chegado. Em Angicos, Paulo Freire mostrava ao Brasil e ao mundo que alfabetizar era muito mais do que ensinar letras. Era ensinar homens e mulheres a compreender sua própria realidade.

Não era apenas educação. Era cidadania. Era participação popular. Era a construção de um novo país.

Foi desse Brasil que surgiu Anatália.

Filha do Riacho do Mineiro, no oeste potiguar, ela pertenceu a uma geração que acreditava que o estudo, a organização popular e a solidariedade poderiam transformar a sociedade.

Mas em 1964 esse caminho é interrompido.

O golpe militar não derruba apenas um governo. Interrompe um projeto de país. Os mesmos setores que temiam a reforma agrária, a organização dos trabalhadores e a participação popular compreendiam algo que os autoritários sempre compreenderam: um povo que pensa é mais difícil de dominar.

A educação popular passa a ser vista como ameaça. Os sindicatos passam a ser vistos como inimigos. Os movimentos sociais passam a ser tratados como caso de polícia.

Anatália escolhe não aceitar o silêncio.

Ao lado de Luiz Alves, participa da resistência à ditadura. Atua em cooperativas de costureiras, no trabalho de organização popular e em atividades de educação junto às populações mais pobres.

A história muitas vezes tentou apresentá-la apenas como companheira de um militante político. Mas essa explicação nunca foi suficiente.

Durante a produção do documentário Anatália, Filha deste Solo, ouvi longamente Luiz Alves. E a imagem que emerge de seus relatos está longe de uma personagem secundária.

Anatália organizava. Anatália articulava. Anatália formava. Anatália cobrava disciplina e compromisso.

Era uma mulher respeitada pelos companheiros e reconhecida por sua capacidade política.

Por isso vale uma pergunta: por que Anatália foi assassinada?

A ditadura não tinha apreço por nenhuma vida humana. Pouco tempo antes havia assassinado brutalmente Odijas de Carvalho por compreender a importância de sua liderança política.

Luiz Alves também foi preso. Foi torturado. Sobreviveu.

Anatália não.

Seria apenas uma coincidência? Ou os órgãos de repressão compreendiam que aquela mulher possuía um papel maior do que a história oficial permitiu enxergar durante décadas?

A pergunta permanece aberta.

Mas a própria violência empregada contra ela sugere que os torturadores viam ali mais do que uma simples militante.

Em dezembro de 1972, Anatália é sequestrada pelos órgãos de repressão.

Primeiro veio o sequestro. Depois vieram as torturas. Somente semanas mais tarde o Estado registraria oficialmente sua prisão, tentando dar aparência de legalidade a uma violência que já acontecia nos porões da ditadura.

Passou o Natal e a chegada do Ano Novo sob custódia de seus algozes.

No último encontro com Luiz Alves, conseguiu apenas sussurrar algumas palavras:

“Não abri ninguém.”

Dias depois, em 22 de janeiro de 1973, foi assassinada.

Tentaram transformar o assassinato em suicídio. Tentaram esconder os rastros. Tentaram apagar sua história.

Fracassaram.

Porque algumas mortes produzem o efeito contrário ao desejado pelos seus executores.

Ao matar Anatália, a ditadura acreditou que eliminava uma adversária.

Acabou criando um símbolo. Acabou criando uma mártir. Acabou transformando uma mulher em bandeira.

Hoje poucos lembram os nomes dos agentes que a prenderam. Poucos recordam os homens que a torturaram. Poucos sabem quem assinou relatórios ou comandou as operações que tentaram silenciá-la.

Anatália, não.

Anatália continua sendo lembrada. Continua sendo estudada. Continua sendo contada. Continua sendo símbolo.

Porque ela representa algo maior do que sua própria trajetória.

Representa o Brasil das cooperativas. O Brasil da educação popular. O Brasil do Pé no Chão Também se Aprende a Ler. O Brasil das Escolas Radiofônicas. O Brasil da participação popular. O Brasil que acreditava que os filhos dos trabalhadores poderiam construir um futuro melhor do que o de seus pais.

A ditadura conseguiu matar Anatália.

Conseguiu interromper sua vida. Conseguiu roubar seus sonhos, seus projetos e os anos que ainda teria pela frente.

Mas não conseguiu matar aquilo que ela representava.

Ao sair da vida, Anatália entrou para a história.

Transformou-se em bandeira. Transformou-se em memória. Transformou-se em símbolo de um país interrompido, mas não derrotado.

Um país que teve suas reformas interrompidas, sua democracia mutilada e sua esperança perseguida.

Um país que carrega mais de sessenta anos de atraso impostos pela violência, pelo autoritarismo e pelo medo.

Mas que ainda pode dar certo.

Enquanto houver quem ensine. Enquanto houver quem organize. Enquanto houver quem sonhe. Enquanto houver quem lute.

Anatália continuará viva.

Porque há pessoas que morrem.

E há pessoas que se tornam ideias.

E ideias, às vezes, sobrevivem aos séculos.

Fonte: saibamais.jor.br

Fátima diz que parte da bancada do RN mistura disputa e interesse público

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A governadora Fátima Bezerra criticou a atuação de parte da bancada federal do Rio Grande do Norte e afirmou — sem citar nomes —que alguns parlamentares agem “de uma forma muito ideologizada”. 

Fátima foi a entrevistada do programa Show de Notícias, da 97 FM, na última quinta-feira (18). Na conversa, ela citou a polarização política e afirmou que interesses partidários e pessoais e ideológicos têm se sobreposto às pautas do Estado.

“De repente, os interesses partidários, os interesses pessoais de grupo se sobrepõem aos interesses maiores do Estado. Na época que eu estava na bancada, independente das nossas divergências, havia todo um esforço nosso de preservar as pautas do Estado. Por exemplo, o governo tinha direito a seis emendas, era o governo quem escolhia até e é legítimo que assim seja. Isso foi diminuindo. Chegaram praticamente a eliminar. Hoje, de repente, destinam uma emenda e ainda teve período recente que ainda não queriam que o Estado tivesse a prerrogativa de decidir”, explicou.

“Foi quando eu fui à luta, briguei, já que a emenda era destinada para o Governo do Estado, então que desse à governadora o direito de dizer para onde ia aquela emenda”, continuou a governadora, ao dizer que conseguiu a liberação de emenda para dar continuidade à Estrada da Produção que interliga São Tomé a Cerro Corá.

“Então assim, eu lamento, porque tem um segmento da bancada que age de uma forma muito ideologizada, que mistura a questão da disputa partidária com aquilo que é o interesse público, que é o interesse do estado”, criticou Fátima Bezerra.

Na entrevista, a governadora do RN não citou nenhum nome, mas afirmou que “a esquerda, por exemplo, se coloca sempre à disposição para discutir”. “Eu estou falando aqui do ponto de vista da questão do Estado, porque eu sei o que foi que eu sofri no verão passado.”

A bancada federal do Rio Grande do Norte é formada, na Câmara dos Deputados, por Carla Dickson (PL), João Maia (PP), Robinson Faria (PP), Natália Bonavides (PT), Fernando Mineiro (PT), Sargento Gonçalves (PL), General Girão (PL) e Benes Leocádio (União). No Senado, os representantes são Rogério Marinho (PL), Styvenson Valentim (Podemos) e Zenaide Maia (PSD).

Fonte: saibamais.jor.br

CONFIABILIDADE: São Gonçalo do Amarante conquista Nota A do Tesouro Nacional em qualidade das informações fiscais

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São Gonçalo do Amarante alcançou mais um importante reconhecimento nacional na área da gestão pública. O município recebeu Nota A no Ranking da Qualidade da Informação Contábil e Fiscal, elaborado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), e conquistou a 3ª colocação entre os 167 municípios do Rio Grande do Norte avaliados.

O resultado coloca São Gonçalo entre os seis municípios potiguares que obtiveram a classificação máxima na avaliação referente ao exercício de 2025, consolidando a cidade como referência estadual em transparência, organização e qualidade das informações contábeis e fiscais encaminhadas ao Governo Federal. No ranking estadual, São Gonçalo do Amarante alcançou 186,71 pontos, correspondendo a um índice de 95,75% de acertos, ficando atrás apenas de Timbaúba dos Batistas (96,54%) e São João do Sabugi (96,16%), empatado tecnicamente com Rafael Godeiro. O desempenho evidencia o compromisso da gestão municipal com a responsabilidade fiscal e a excelência na prestação de contas.

O Ranking da Qualidade da Informação Contábil e Fiscal do Tesouro Nacional avalia a consistência e a confiabilidade das informações enviadas pelos municípios ao Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi).

A análise verifica a conformidade entre documentos como o Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO), o Relatório de Gestão Fiscal (RGF), a Declaração de Contas Anual (DCA) e a Matriz de Saldos Contábeis (MSC), atribuindo notas de A a E aos entes públicos. A conquista da Nota A demonstra o compromisso da gestão do prefeito Jaime Calado com uma administração responsável, transparente e alinhada às boas práticas da administração pública, garantindo maior credibilidade às informações fiscais e contábeis do município perante os órgãos de controle e a sociedade. Além de fortalecer a transparência, um bom desempenho nesse indicador contribui para ampliar a confiança institucional e pode favorecer o acesso do município a operações de crédito e investimentos públicos.

“Essa conquista é uma vitória de todos nós. É o resultado de uma luta diária, construída com muito trabalho, dedicação, responsabilidade e comprometimento de toda a equipe. Pegamos uma Prefeitura em total desequilíbrio financeiro e desorganização administrativa e estamos colocando a casa em ordem. Em um ano e meio já elevamos São Gonçalo à nota A. Destaco o trabalho da nossa Controladoria e Contabilidade. Seguimos a orientação do prefeito Jaime Calado que faz o acompanhamento rigoroso das finanças e preza pela transparência e eficiência”, afirmou o secretário municipal de Finanças, Luis Henrique Nóbrega.

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Justiça cobra dados mensais sobre perda de areia na engorda

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Morro do Careca perdeu metade da areia depositada na engorda de Ponta Negra

A Prefeitura de Natal terá que fornecer, mensalmente, dados de acompanhamento da volumetria de areia na engorda da praia de Ponta Negra. A determinação é da Justiça Federal do Rio Grande do Norte e atende a um pedido do Ministério Público Federal. A decisão cita um estudo realizado pela Fundação Norte-rio-grandense de Pesquisa e Cultura (Funpec), que indicou uma perda de sedimentos de 39% a 51% em diferentes áreas da engorda.

A decisão da última quarta-feira (17) foi assinada pelo juiz federal Magnus Augusto Costa Delgado, da 1ª Vara Federal do Rio Grande do Norte. O MPF entrou com uma ação civil pública para que a Prefeitura resolvesse possíveis irregularidades técnicas e omissões administrativas no sistema de drenagem pluvial da praia de Ponta Negra, as quais estariam comprometendo a integridade da obra de aterro hidráulico e gerando danos ambientais e sanitários na região. 

A Prefeitura iniciou a execução da obra de engorda com o aporte de recursos federais, mas o MPF sustentou que a administração municipal negligenciou a reforma necessária do sistema de drenagem pluvial, priorizando o aterro hidráulico por conveniência orçamentária e política, em detrimento da funcionalidade técnica do conjunto ambiental e urbanístico. 

Saiba Mais: Morro do Careca perdeu metade da areia depositada na engorda de Ponta Negra

Relatórios técnicos acostados aos autos indicaram a existência de falhas estruturais críticas, tais como galerias obstruídas por sedimentos, tubulações inoperantes e a ausência de mecanismos eficazes de dissipação de energia das águas pluviais. “Tal cenário resulta no acúmulo de águas servidas, que atingem profundidades superiores a 90 centímetros na via pública, além de favorecer a proliferação de vetores e a contaminação por esgoto clandestino”, diz trecho do documento.

O MPF destacou ainda que a ineficiência da drenagem atua como agente erosivo direto sobre o novo aterro, colocando em risco a vida útil de investimento público de alto valor e acelerando o processo de degradação no sopé do Morro do Careca, patrimônio geológico e turístico do Rio Grande do Norte. 

Pedidos

Em sede de tutela provisória de urgência, o MPF requereu: 

a) a apresentação, em até 15 dias, do Projeto Executivo completo, memória de cálculo e modelagem hidrodinâmica atualizada, além dos contratos das empresas executoras; 

b) o fornecimento mensal dos dados de acompanhamento da volumetria de areia no aterro; 

c) a execução, em 30 dias, de obras emergenciais de manutenção e limpeza semanal dos dispositivos de drenagem; 

d) a interdição e o isolamento de áreas de risco e dissipadores com erosão ou águas contaminadas; 

e) a interdição da base do Morro do Careca para garantir a incolumidade de frequentadores; 

f) a suspensão da emissão de novas licenças urbanísticas que impliquem adensamento ou impermeabilização do solo na área afetada até a reestruturação do sistema. 

O juiz Magnus Augusto Costa Delgado deferiu parcialmente a tutela de urgência. Em relação ao fornecimento mensal de dados de volumetria de areia, o magistrado afirmou que a transparência e o monitoramento contínuo são imperativos em obras de grande impacto ambiental e vultoso investimento público. 

“O dever de prestação de contas e fiscalização em intervenções estruturantes, garante a integridade do patrimônio público e ambiental”, disse o juiz.

Entretanto, quanto aos demais pedidos, referentes a obras emergenciais, interdições e suspensão de licenças, o magistrado negou os pedidos. 

“Tais medidas possuem caráter drástico e demandam dilação probatória técnica (perícia judicial), sob pena de configurar ingerência indevida na esfera administrativa e risco de dano reverso. A interdição de estruturas ou da base do Morro do Careca, sem prova inequívoca de risco geotécnico iminente, poderia agravar o escoamento descontrolado das águas, conforme alertado pelo ente municipal”, argumentou.

Perda de areia

A perda de areia na engorda, citada no documento, foi constatada em um relatório comparativo da Funpec, que observou a situação da engorda entre fevereiro de 2025 e fevereiro de 2026 e dividiu a análise em três pontos: área A (Via Costeira), área B (Ponta Negra) e área C (Morro do Careca). No período de um ano, o volume de areia no Morro do Careca saiu de 214,2 mil m³ para 103,1 mil m³, uma redução de 111,1 mil m³ (-51,87%).

A Via Costeira apresentou a maior redução absoluta, com perda de 207.059,2 m³, correspondendo a aproximadamente 49,74% do volume inicialmente disposto. Já a área B (Ponta Negra) registrou perda volumétrica de 82.748,3 m³, o que corresponde a 21,21% do volume inicial. No total, a redução total de areia foi de 39,27%.

Área Fev. 2025 Fev. 2026 Diferença de volume Erosão
Via Costeira  416,3 mil m³ 209,2 mil m³ 207,0 mil m³ 49,74%
Ponta Negra 390,2 mil m³ 307,4 mil m³ 82,7 mil m³ 21,21%
Morro do Careca 214,2 mil m³ 103,1 mil m³ 111,1 mil m³ 51,87%
Total 1,02 milhão m³ 619,8 mil m³ 400,9 mil m³ 39,27%

Fonte: Funpec

O relatório aponta que houve perda de sedimentos em todas as zonas analisadas, ainda que processos naturais, como o transporte de sedimentos do fundo oceânico para a zona emersa, possam gerar acréscimos temporários e localizados no estoque arenoso.

De acordo com a conclusão do documento, a análise dos dados evidencia que o aterro hidráulico apresentou efeito temporário em alguns pontos. A engorda aumentou o estoque sedimentar na maior parte da praia, sobretudo na Zona B (Ponta Negra), mas não conseguiu conter os processos erosivos no extremo sul, na Zona C (Morro do Careca), onde os processos naturais associados à drenagem concentrada continuam a atuar como principal agente de instabilidade.

Episódios críticos de erosão

O estudo revela que, durante o período analisado, ocorreram quatro eventos críticos de rompimento do aterro hidráulico. O primeiro foi em 6 de fevereiro de 2025, poucos dias após a entrega da obra, quando uma voçoroca se abriu e precisou ser aterrada. 

Saiba Mais: Engorda: Ponta Negra tem quiosques fechados e turistas revoltados

O segundo episódio aconteceu em 18 de junho do ano passado, quando novo rompimento causou erosão no sopé do Morro do Careca, desta vez sem recomposição imediata. Ambos os episódios foram desencadeados pela concentração de fluxos oriundos da drenagem da área urbana adjacente à praia, ocasionando o extravasamento dos dissipadores que acabou direcionando o fluxo de água de grande parte da pós-praia para o sopé do morro, superando a cota do aterro hidráulico e iniciando processos erosivos acelerados.

Saiba Mais: Engorda da praia de Ponta Negra volta a alagar mais uma vez

O terceiro foi em outubro de 2025 em que se observou acúmulo de água na região pós-praia da engorda. A situação foi ocasionada, segundo o estudo, por uma maré alta coincidente com a superlua.

Saiba Mais: Mar avança sobre engorda de Ponta Negra e derruba cerca do Morro do Careca

O quarto foi novamente desencadeado pela concentração de fluxos de água pluviais adjacente à praia em fevereiro de 2026, direcionando o fluxo de água de parte da pós-praia para o sopé do morro, superando a cota do aterro hidráulico e iniciando processos erosivos acelerados.

Saiba Mais: Área da engorda da praia de Ponta Negra volta a alagar após chuvas

Fonte: saibamais.jor.br

Projeto garante destaque a autores potiguares em livrarias de Natal

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Um projeto de lei aprovado em Natal garante espaço para autores potiguares nas vitrines de livrarias de Natal. O PL 418/2025, do vereador Daniel Valença (PT), estabelece a exibição mínima de dois títulos, respeitada a equidade de gênero. 

O projeto foi aprovado em segunda discussão em 11 de junho. A exposição dos livros deverá ser permanente, ficando a critério das livrarias a escolha dos títulos e autores, em caráter rotativo.

Em caso de descumprimento, os estabelecimentos poderão ser notificados ou receber multa, em caso de reincidência.

Saiba Mais: RN amplia acesso a bibliotecas em escolas do interior e periferias

Após a aprovação, Daniel Valença afirmou que a proposta foi construída em diálogo com autores e autoras do Rio Grande do Norte.

“Queremos ampliar a visibilidade da produção literária potiguar e fortalecer as políticas públicas voltadas ao livro e à leitura em Natal. É uma iniciativa que valoriza nossa cultura e incentiva o acesso da população à literatura local”, explicou o parlamentar.

Na justificativa da matéria, o vereador destacou a riqueza da literatura produzida no estado e a necessidade de visibilidade para estas obras.

“Indiscutivelmente as livrarias exercem papel relevante na formação de leitoras e leitores, influenciando diretamente o interesse do público leitor. Ao se garantir espaço para obras de autores locais, essas livrarias contribuem para a democratização da cultura, fortalecem a identidade regional e apoiam a cadeia produtiva literária no Estado”, informou.

“Trata-se, inclusive, de medida de baixo custo para as livrarias, mas com um impacto simbólico e prático na promoção da literatura potiguar”, prosseguiu o parlamentar.

O texto aguarda a sanção do prefeito Paulinho Freire (União). 

Veto a bibliotecas

Em dezembro, o chefe do Executivo vetou integralmente um outro projeto de lei que tornava obrigatória a implantação de bibliotecas nas instituições de ensino público municipal.

Saiba Mais: Paulinho veta projeto que estabelecia obrigatoriedade de bibliotecas em escolas

O texto, de autoria da ex-vereadora e atual deputada estadual Divaneide Basílio (PT), foi subscrito por Brisa Bracchi (PT) e Daniel Valença (PT). A proposta determinava que toda escola da rede pública do município deveria obrigatoriamente implantar e manter sua biblioteca, dando preferência às demandas oriundas dos conteúdos curriculares de suas respectivas séries, módulos, ciclos e etapas.

O texto foi aprovado em primeira discussão em 11 de novembro, numa sessão plenária acompanhada por estudantes, bibliotecários e professores do curso de Biblioteconomia da UFRN, e em segunda discussão em 13 de novembro. Já o veto foi assinado em 5 de dezembro.

O prefeito justificou que o projeto é inconstitucional, por adentrar indevidamente na esfera de competência privativa do chefe do Poder Executivo Municipal. 

“Embora apresente linguagem de caráter educativo, o texto cria obrigações administrativas concretas para órgãos da Administração (especialmente a SME), definindo tarefas, atribuições,metas, modelos de organização, responsabilidades funcionais e exigências operacionais que configuram verdadeira política pública educacional. A implantação, estruturação física, aquisição de acervo, contratação de profissionais habilitados, organização dos serviços de biblioteconomia,ações pedagógicas, planejamento orçamentário e operacionalização de sistemas são providências que integram o núcleo de gestão administrativa, cuja definição compete privativamente ao Poder Executivo”, disse trecho da justificativa.

Em publicação nas redes sociais, o Comitê Norte-Rio-Grandense de Bibliotecários (CNRB) criticou o veto e disse que “o atual prefeito posiciona-se contra políticas públicas voltadas à melhoria da educação.”

“Ademais, a Prefeitura de Natal segue ignorando a presença de bibliotecários em seu quadro de servidores. Todas as escolas devem possuir bibliotecas — e isso é garantido pela Lei Federal nº 14.837/2024. As bibliotecas, quando funcionam de forma articulada ao Projeto Político-Pedagógico, contribuem significativamente para o desempenho dos estudantes”, disse.

Fonte: saibamais.jor.br

Segunda de samba, jazz, feira livre e forró pé de serra em Natal

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A segunda-feira em Natal chegou com aquele recado importante: a semana mal começou, mas a preguiça já perdeu a disputa. Tem recital na Escola de Música da UFRN com Arthur Souza às 17h e Gisele Paixão às 20h, jazz no Bar de Nazaré a partir das 19h e até uma “Segunda de Vagabundo” nas Rocas, porque nem todo mundo leva o nome do evento ao pé da letra. Para quem prefere um passeio tranquilo, a Feira Raimundo Costa, no Zé Reeira, abre os trabalhos às 16h com entrada gratuita.

Já quem não resiste a um bom arrasta-pé ou a um samba caprichado encontra opções para todos os gostos: tem Forró do Candieiro na Casa do Matuto, forró pé de serra no Vilarte e o Samba do Véi no Seu Chico Botequim. Em Ponta Negra, os fãs do Rei ainda podem cantar junto na playlist dedicada a Roberto Carlos, na Taverna Pub. E se a vontade for apenas curtir o ar-condicionado e uma boa história na telona, os cinemas da cidade também seguem com programação variada para fechar a noite em grande estilo.

MÚSICA ________________________

Jazz Band no bar de Nazaré  | 22.06 SEGUNDA
LOCAL | Bar de Nazaré (rua Coronel Cascudo, Cidade Alta)
HORÁRIO | 19h
ENTRADA | Gratuita

Segunda de Vagabundo | 22.06 SEGUNDA
LOCAL | Rua Pereira Simões, 43 B, Rocas
HORÁRIO | 20h
ENTRADA | Gratuita
INFORMAÇÕES | @jazzbardanazare

Zé Reeira: Feira Raimundo Costa | 22.06 SEGUNDA
LOCAL | Zé Reeira (Rua Professor Zuza, Cidade Alta – ao lado do IFRN)
HORÁRIO | 16h
ENTRADA | Gratuita

Serginho Fonseca, no Taverna Pub | 22.06 SEGUNDA
LOCAL | Taverna Pub (rua Dr. Manoel A B de Araújo, 500, Ponta Negra)
HORÁRIO | 20h
ENTRADA | R$ 15

Recital do pianista Arthur Souza | 22.06 SEGUNDA
LOCAL | Escola de Música da UFRN (Rua Cel João Medeiros, 725, Lagoa Nova)
HORÁRIO | 17h
ENTRADA | gratuito
INFORMAÇÕES | @escolademusicaufrn

Recital Gisele Paixão | 22.06 SEGUNDA
LOCAL | Escola de Música da UFRN (Rua Cel João Medeiros, 725, Lagoa Nova)
HORÁRIO | 20h
ENTRADA | gratuito
INFORMAÇÕES | @escolademusicaufrn

Samba do Véi: Bolinha do Cavaco e Pagode S.O.S | 22.06 SEGUNDA
LOCAL | Seu Chico Botequim (Av. Engenheiro Roberto Freire, 8750, Capim Macio)
HORÁRIO | 17h
ENTRADA | Couvert
INFORMAÇÕES | @seuchicobotequim

Forró do Candieiro, na Casa do Matuto | 22.06 SEGUNDA
LOCAL | Casa do Matuto (Av. Presidente Café Filho, 700, Praia do Meio, Natal)
HORÁRIO | 17h
ENTRADA | Gratuito
INFORMAÇÕES | @casadomatutonatal

Forró pé de serra no Vilarte | 22.06 SEGUNDA
LOCAL | Vilarte (Av. Engenheiro Roberto Freire, 4090, Ponta Negral)
HORÁRIO | 19h
ENTRADA | Gratuito
INFORMAÇÕES | @shoppingvilarte

CINEMA _______________________

Confira as programações completas:
MOVIECOM, Praia Shopping, todo mundo paga meia de segunda à quarta-feira.
CINÉPOLIS, Natal Shoppin
CINEMARK, Midway Mall
CINEFLIX, Partage Norte Shopping



Fonte: saibamais.jor.br

Suspeita de comida estragada leva 500 presos a atendimento médico em Mossoró

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Cerca de 500 detentos de unidades prisionais de Mossoró receberam atendimento médico após apresentarem sintomas de infecção intestinal nos últimos dias. Os casos foram registrados na Cadeia Pública Manoel Onofre de Souza e no Complexo Penal Estadual Agrícola Dr. Mário Negócio, que juntos abrigam aproximadamente 1,5 mil presos.

A principal suspeita da Secretaria Estadual da Administração Penitenciária (Seap) e da Secretaria Municipal de Saúde é de que os sintomas tenham sido provocados pela alimentação fornecida às unidades. Entre os relatos recebidos pelas autoridades estão reclamações sobre refeições com odor forte e até a presença de larvas nas quentinhas distribuídas aos internos.

A secretária municipal de Saúde de Mossoró, Morgana Dantas, confirmou que recebeu, na última sexta-feira (19), um pedido de reforço emergencial dos diretores das duas unidades prisionais diante do aumento dos casos de diarreia, vômitos e febre entre os detentos.

Para atender a demanda, o município deslocou uma força-tarefa composta por 12 profissionais de saúde, entre eles quatro médicos, além de enfermeiros e técnicos de enfermagem. Os internos receberam hidratação e tratamento medicamentoso ainda dentro das unidades prisionais.

Segundo a Seap, cerca de um terço da população carcerária das duas unidades apresentou algum tipo de sintoma gastrointestinal. Apesar do elevado número de casos, não houve necessidade de transferências para hospitais da rede pública.

A preocupação das autoridades era evitar justamente um cenário de internações em massa. Caso centenas de presos precisassem de atendimento hospitalar simultaneamente, haveria impacto tanto na disponibilidade de leitos quanto na logística de segurança necessária para escolta dos pacientes.

Enquanto o atendimento era realizado, amostras das refeições servidas pela empresa Líder Refeições foram recolhidas e encaminhadas para análise laboratorial. O objetivo é identificar se há a presença de bactérias, vírus ou outros agentes que possam ter provocado o adoecimento dos internos.

Diante da situação, a Seap enviou a Mossoró equipes da Vigilância Sanitária, da Ouvidoria do Sistema Prisional e o fiscal responsável pelo acompanhamento do contrato de alimentação. A missão é apurar as circunstâncias do caso e verificar possíveis irregularidades no fornecimento das refeições.

A empresa investigada é responsável pela produção de cerca de 4,5 mil refeições diárias destinadas ao sistema prisional da região. Segundo a Seap, os pagamentos do contrato estão em dia e cabe à fornecedora garantir a qualidade dos alimentos entregues às unidades.

As investigações continuam e os resultados dos exames laboratoriais deverão apontar se os casos têm relação direta com a alimentação servida aos presos ou com outro agente causador da infecção.

SAIBA MAIS:
Criança negra que vendia paçocas é alvo de humilhação em Mossoró; MPRN investiga caso

Fonte: saibamais.jor.br

Garis paralisam atividades em seis cidades do RN por piso salarial nacional

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Responsáveis pela coleta de lixo, varrição de ruas e outros serviços considerados essenciais para a saúde pública das cidades, os trabalhadores da limpeza urbana do Rio Grande do Norte interromperam parcialmente as atividades nesta segunda-feira (22) em seis municípios do estado. A mobilização integra um movimento nacional que reivindica a aprovação do Projeto de Lei nº 4.146/2020, conhecido como PL dos Garis e Margaridas, que propõe a criação de um piso salarial nacional para a categoria.

A paralisação teve início às 6h e atinge Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Extremoz, Ceará-Mirim e Mossoró. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Asseio, Conservação, Higienização e Limpeza Urbana do RN (Sindlimp-RN), cerca de 40% do efetivo permanece em atividade para garantir os serviços essenciais, conforme determina a legislação.

Segundo o presidente do Sindlimp-RN, Milklenilson Leite, a mobilização tem como principal objetivo pressionar o Senado a pautar a proposta, que já foi aprovada pela Câmara dos Deputados. Ele argumenta que a regulamentação ajudaria a reduzir as diferenças salariais e de benefícios existentes entre os profissionais da limpeza urbana em diferentes regiões do país.

A entidade informou que a paralisação é temporária e que a expectativa é de retomada integral dos serviços nesta terça-feira (23). O sindicato também orientou a população a evitar colocar lixo para coleta ao longo desta segunda-feira, já que o atendimento pode ser afetado.

O projeto em tramitação no Congresso Nacional estabelece jornada semanal de 40 horas e piso equivalente a dois salários mínimos, com atualização anual. A proposta também prevê adicional de insalubridade em grau máximo, correspondente a 40% do salário-base, além do direito à aposentadoria especial.

O texto ainda reconhece como atividades essenciais da limpeza urbana serviços como coleta de resíduos, varrição de vias públicas, conservação de espaços públicos e destinação adequada dos resíduos para tratamento, reciclagem ou aterros sanitários.

SAIBA MAIS:
Atrasos salariais provocam paralisação no transporte intermunicipal do RN

Fonte: saibamais.jor.br

Artistas potiguares lançam campanha contra as bets e pedem “Block no Tigrinho”

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Em meio à popularização das chamadas bets, impulsionadas pela publicidade nas redes sociais, por patrocínios esportivos e pela facilidade de acesso via celular, cresce também a preocupação com os impactos do jogo compulsivo, do endividamento e dos problemas de saúde mental associados às plataformas de apostas. Em 2025, mais de 25 milhões de brasileiros realizaram apostas online, segundo dados da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.

É nesse cenário que um grupo de artistas potiguares decidiu aderir ao movimento nacional “Block no Tigrinho”, campanha criada pelo coletivo 342 Artes e articulada nacionalmente pela produtora Paula Lavigne. A iniciativa reúne nomes da cultura brasileira em defesa de maior conscientização sobre os riscos das apostas online e da publicidade do setor.

No Rio Grande do Norte, a mobilização ganhou uma versão própria idealizada pelo artista Chrystian de Saboya, que reuniu mais de 30 representantes da cena cultural potiguar para gravar vídeos e divulgar mensagens de alerta.

Segundo ele, a iniciativa surgiu a partir dos relatos de sofrimento provocados pelo vício em apostas.

“Resolvi fazer essa campanha como forma de prevenção, de alerta, diante de tantas histórias tristes envolvendo famílias, dívidas e outras dores por conta desses jogos de azar”, afirma em entrevista à Agência Saiba Mais.

A articulação para reunir os participantes levou cerca de duas semanas. Saboya conta que procurou pessoalmente cada um dos envolvidos:

“Eu entrei em contato pessoalmente com cada um deles. Mais de 30 atores, artistas plásticos, cantores. Foram quase 15 dias de articulação pedindo a gravação do vídeo”, relatou.

O artista afirma que nem todos aceitaram participar da ação.

“Infelizmente alguns artistas, sem entender o seu real papel na sociedade, não quiseram participar.”

O crescimento das apostas online tem chamado a atenção de autoridades, pesquisadores e especialistas. Estimativas apontam que o setor movimentou cerca de R$ 37 bilhões em receita bruta no Brasil em 2025, com mais de 25 milhões de usuários cadastrados em plataformas autorizadas.

Além da dimensão econômica, o fenômeno tem provocado debates sobre seus efeitos sociais. O Banco Central já manifestou preocupação com o impacto das apostas no orçamento das famílias brasileiras. Em depoimento ao Congresso Nacional, representantes da instituição informaram que os brasileiros chegam a movimentar até R$ 30 bilhões por mês em apostas online.

Para Chrystian de Saboya, a campanha nasceu justamente da percepção desses impactos na vida real.

“A dor do outro, o respeito pela dor do outro. Relatos de muitas famílias cujos filhos, sobrinhos, netos perderam tudo, muitos dos quais perderam a vida, outros acompanhados por psiquiatras.”

“Resolvi juntar a arte, a arte verdadeira que é aquela que grita por um mundo mais justo, para abrirmos olhares, braços e corações para um momento tão triste pelo qual o Brasil passa em função desses jogos de azar e dos influenciadores irresponsáveis que divulgam essa atrocidade.”

A campanha nacional ganhou adesão de artistas como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Djavan, Anitta, Emicida e Camila Pitanga, entre outros nomes da música, do teatro e da televisão.

Para os organizadores, a mobilização está longe de terminar. Saboya afirma que pretende continuar usando sua visibilidade para ampliar o debate sobre o tema.

“Eu não vou me calar. Silêncio é conivente, a ausência consente.”

O artista também faz um apelo para que mais pessoas se engajem na causa.

“Preciso da união, do abraço de todos nós que sonhamos com um mundo melhor, para juntar couro e darmos um Block no Tigrinho.”

Enquanto o mercado das apostas segue em expansão, os impactos humanos por trás de uma atividade que, para muitas famílias, deixou de ser entretenimento e passou a representar perda, endividamento e sofrimento.

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Fonte: saibamais.jor.br

Casa Durval Paiva inicia venda de tickets físicos do McDia Feliz 2026

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38ª edição do McDia Feliz vai acontecer no dia 22 de agosto. Renda da venda antecipada será totalmente revertida para a realização do Projeto Diagnóstico Precoce 2027

A Casa Durval Paiva inicia a venda antecipada dos tickets da 38ª edição do McDia Feliz, uma das maiores campanhas de mobilização em prol da saúde e educação de crianças e jovens do Brasil. As chances de cura do câncer infantojuvenil são de até 80%, se for diagnosticado precocemente. Neste ano, a ação vai acontecer no dia 22 de agosto (sábado).

A venda de tickets antecipados do sanduíche Big Mac já está disponível, no valor de R$ 21, para venda física na instituição, através do 4006.1600. Ao adquiri-lo, você garante um Big Mac, que será retirado no dia D do McDia Feliz, dia 22 de agosto, e ainda ajuda a Casa Durval Paiva a salvar muitas vidas, pois 100% do valor do tíquete retorna para a instituição e será direcionado para a continuidade do Projeto Diagnóstico Precoce, que capacita profissionais da atenção básica de saúde e estudantes da área, residentes no Rio Grande do Norte.

“O ato da doação pode ser feito em diversas formas e essa é uma delas. A Casa Durval Paiva é feita de afeto e colaboração mútua, valorizando e unindo pessoas. Através da nossa missão, que é acolher a criança e ao adolescente com câncer e doenças hematológicas crônicas, buscando a cura. Além de conscientizar e alertar, de forma ampla, sobre o diagnóstico precoce, que pode salvar muitas vidas”, comenta Rilder Campos, presidente da Casa Durval Paiva.

Acompanhe as redes sociais da Casa Durval Paiva e conheça todas as ações, que estão sendo realizadas pela instituição: @casadurvalpaiva.

Faça parte e ajude a salvar vidas!