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Ruas Inauguradas em São Gonçalo. Luta de Nonato Queiroz

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O vereador presidente da Câmara Municipal, Nonato Queiroz, celebrou mais uma grande conquista com a inauguração de importantes ruas fruto de sua autoria, dedicação e luta em benefício do povo.

Duas ruas foram oficialmente inauguradas na comunidade de Maçaranduba e mais uma rua na comunidade de Santo Antônio, representando avanços significativos na mobilidade, infraestrutura e qualidade de vida dos moradores. As obras são resultado do trabalho sério e do compromisso do parlamentar em buscar melhorias para todas as regiões do município.

Durante as inaugurações, moradores destacaram a importância das obras, que trazem mais dignidade, segurança e valorização para as comunidades. O vereador presidente Nonato Queiroz reafirmou sua alegria em poder contribuir diretamente com o crescimento do município e destacou que continuará lutando por mais benefícios para a população.

“Cada rua inaugurada representa um sonho realizado para os moradores. Seguiremos trabalhando com responsabilidade, compromisso e dedicação para levar mais desenvolvimento às comunidades do nosso município”, destacou o presidente.

As inaugurações marcaram mais um momento importante da atuação parlamentar de Nonato Queiroz, reforçando sua presença ativa nas comunidades e seu compromisso em transformar demandas antigas em realidade através do trabalho e da união.

Jorge do Rosário destaca importância da UERN e reforça compromisso com a universidade

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O pré-candidato a deputado estadual Jorge do Rosário (PL) visitou a reitora da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), professora Cicília Maia, e destacou a importância da instituição para a formação de milhares de profissionais no estado. Durante o encontro, Jorge relembrou sua trajetória na educação pública e afirmou: “Sou filho da UERN, sou filho da escola pública”.

Jorge contou que estudou na Escola Professor Manoel João, cursou Engenharia na UFRN e concluiu o curso de Direito na UERN. Ele ressaltou que a universidade tem papel fundamental no desenvolvimento do Rio Grande do Norte, sendo responsável pela formação de mais de 60 mil profissionais em diversas áreas, especialmente na educação e na saúde pública.

Durante a visita, o pré-candidato colocou seu mandato à disposição da universidade e afirmou que, chegando à Assembleia Legislativa, defenderá os projetos da instituição. A reitora Cicília Maia destacou a relevância da universidade e afirmou: “Nossa Uern é gigante”.

Em Natal, Rita Von Hunty defende educação de gênero

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‘Nós somos a classe trabalhadora’: Em Natal, Rita Von Hunty defende educação de gênero

Em passagem por Natal para participar da primeira edição do Festival Aurora, a drag queen, professora e comunicadora Rita Von Hunty fez uma análise do avanço conservador no Brasil e no mundo, discutiu o papel político das pautas de gênero e defendeu a necessidade de fortalecer a educação pública como ferramenta de enfrentamento à extrema direita.

Conhecida por articular humor, referências acadêmicas e performance drag em debates sobre política, cultura e sociedade nas suas redes sociais com milhões de seguidores, Rita participou de uma conversa voltada às discussões de corpo, gênero e sexualidade, temas centrais da programação do festival.

Durante a entrevista dada à Agência Saiba Mais, ela classificou o atual cenário político como um momento de fortalecimento internacional do conservadorismo e afirmou que as chamadas pautas “antigênero” se tornaram estratégicas para grupos de extrema direita:

“Eu acho que a gente está enfrentando um levante conservador como poucas vezes vimos na história do Brasil”, afirmou. “Nesses momentos, todas as pautas sensíveis são atacadas. Das pessoas com deficiência às pessoas do espectro autista, passando pela pauta de gênero, que tem sido central.”

Segundo Rita, pesquisas internacionais já apontam que o discurso antigênero funciona como um elemento de unificação da extrema direita global. Ela citou lideranças conservadoras internacionais como Donald Trump e Viktor Orbán para exemplificar como diferentes setores políticos se aproximam em torno da rejeição às discussões sobre gênero e diversidade sexual.

“O discurso antigênero é a cola da extrema direita”, disse. “Essa tem sido uma forma de angariar juventudes masculinas ressentidas para transformar esse ressentimento em afeto político.”

Para a artista, o conservadorismo contemporâneo opera oferecendo a homens frustrados uma sensação simbólica de poder sobre grupos historicamente marginalizados.

“As pautas antigênero são um jeito de falar com homens que sonham em ter algum poder. Se eles se aliarem com outros homens, ao menos terão poder sobre mulheres, sobre viados”, afirmou.

Rita também contextualizou historicamente o avanço desse tipo de discurso. Segundo ela, ataques à chamada “ideologia de gênero” não são recentes e remontam aos anos 1990, quando setores ligados ao Vaticano passaram a reagir ao crescimento de debates feministas e queer.

“Quando a gente pega na história ‘ideologia de gênero’, ‘generismo’, ‘teoria queer’, tudo isso começa a ser atacado pelo Vaticano nos anos 90. Então, a gente está há quase meio século combatendo um levante conservador”, disse.

A luta da classe trabalhadora é a luta da população LGBTQIAPN+

Ao longo da conversa, Rita defendeu que pautas LGBTQIAPN+ e questões de classe não podem ser tratadas como temas separados. Para ela, existe uma tentativa recorrente de imaginar a classe trabalhadora como um grupo sem corpo, sem sexualidade e sem identidade de gênero.

Citando a socióloga Marília Moscovitch, Rita afirmou que pessoas LGBTQIAPN+ não ocupam um lugar externo às discussões trabalhistas, mas compõem diretamente a base da classe trabalhadora brasileira.

“Nós não somos parte da classe trabalhadora. Nós somos a classe trabalhadora”, afirmou. “É como se existisse uma imaginação de classe trabalhadora sem corpo, sem desejo, sem sexualidade.”

Ela apontou ainda que pessoas LGBT estão concentradas em setores historicamente precarizados do mercado de trabalho, como telemarketing e serviços terceirizados, reforçando a relação entre exploração econômica e marginalização social.

“Basta pegar dados estatísticos de serviços de telemarketing no Brasil. É um dos setores mais precarizados e um dos que mais concentra pessoas LGBTs”, declarou.

Questionada sobre quais seriam as prioridades no debate de gênero hoje, Rita defendeu a ampliação de políticas educacionais capazes de tratar do tema de forma aberta e crítica dentro das escolas públicas.

“O mais urgente é que a gente consiga uma educação pública que paute as questões de gênero”, afirmou.

Além das reflexões políticas, a artista também falou sobre sua trajetória ao ocupar simultaneamente espaços ligados à arte drag, à educação e à produção intelectual. Segundo Rita, sua atuação provoca estranhamento tanto em setores tradicionais do universo acadêmico quanto dentro da própria cena drag.

“Eu apanhei muito dentro do campo drag, porque perguntavam ‘o que é essa merda que você está fazendo?’. E apanhei muito dentro do campo intelectual também”, contou.

Apesar das críticas, ela afirma que o impacto social do trabalho é mais importante do que a aceitação em determinados espaços.

“Eu me preocupo mais com o efeito prático do que com a crítica”, disse. “Me preocupo que surta efeito e gere afeto.”

Misturando performance, humor, linguagem popular e referências teóricas, Rita Von Hunty se consolidou nos últimos anos como uma das principais vozes públicas brasileiras nas discussões sobre política, educação e diversidade, especialmente entre públicos jovens nas redes sociais e em espaços culturais.

SAIBA MAIS:
Quem é Ruth Venceremos, a drag queen do MST formada pela UFRN que trabalhará no governo Lula
Geja: arte, política e performance na construção de uma drag no RN



Fonte: saibamais.jor.br

RN é o estado que mais evoluiu em segurança pública nos últimos 3 anos

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RN é o estado que mais evoluiu em segurança pública nos últimos 3 anos
Governadoria do RN – Foto: Sandro Menezes

O Rio Grande do Norte aparece como o estado brasileiro que mais avançou na segurança pública nos últimos três anos. O resultado faz parte do “Ranking de Competitividade dos Estados 2026 – Eleições”, novo estudo do Centro de Liderança Pública (CLP) que faz um raio-X para entender os resultados das gestões estaduais.

Além do Rio Grande do Norte, o estudo mostra que os maiores avanços recentes em segurança pública estão concentrados em Goiás, Rondônia e Sergipe. O RN se destaca por reunir melhorias intensas e bem distribuídas, enquanto Goiás aparece como o principal destaque do Centro-Oeste. Já Rondônia combina uma melhora consistente com um avanço significativo de posição na dimensão analisada.

Por outro lado, parte das regiões Sul e Sudeste apresenta crescimento mais lento, mesmo mantendo boas posições no geral. Esse é o caso de estados como São Paulo e, em menor medida, Paraná. Isso indica um cenário de maior estabilidade estrutural, mas com menos dinamismo nos avanços recentes.

Já na trajetória dos 10 melhores estados, o RN tem um avanço constante nos últimos anos: saiu da 14ª posição em 2023 para 9º em 2024 e agora o 3º lugar no ranking geral, atrás de Rio Grande do Sul e Santa Catarina. 

“O estudo busca qualificar o debate eleitoral com base em evidências concretas, ao mesmo tempo em que chama atenção não apenas para quem está na liderança, mas também para os estados que vêm mostrando evolução. A proposta é incentivar políticas públicas mais eficientes e orientadas a resultados”, afirma Tadeu Barros, diretor-presidente do CLP.

Coronel Francisco Araújo, titular da Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) do estado, destaca uma série de fatores que fizeram o Rio Grande do Norte alcançar uma posição de destaque.

“Esse avanço é resultado direto da união entre as forças de segurança, do melhor emprego de tecnologias, do fortalecimento das investigações, da ampliação de equipamentos e, sobretudo, da valorização dos nossos profissionais. Temos trabalhado de forma contínua para reduzir a violência e garantir mais segurança à população”, aponta.

Dados

O Rio Grande do Norte investiu mais de R$ 500 milhões em segurança pública entre 2019 e 2025, que resultaram em redução expressiva na criminalidade. Em 2025, por exemplo, o RN alcançou a segunda maior redução de mortes violentas intencionais (CVLI) dos últimos 15 anos, consolidando uma trajetória histórica de queda na criminalidade no estado.

Segundo dados consolidados pela Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análises Criminais (Coine), vinculada à Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), e fornecidos pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, foram registradas ao longo de 2025 853 mortes violentas em todo o território potiguar.

De acordo com a série histórica iniciada em 2011, o RN saiu de um pico de violência em 2017 — considerado o ano mais violento da história recente, com 2.272 crimes. Na comparação com esse período, a diferença representa uma redução de 1.419 mortes, o equivalente a uma queda de aproximadamente 62,6% em relação ao pior momento da série.

A diminuição nos índices de mortes violentas também foi observada nas maiores cidades do Estado: Natal e Mossoró. Em Natal, foram registradas 151 mortes violentas em 2025. Na série histórica dos últimos 15 anos, o maior número havia sido contabilizado em 2013, com 579 homicídios. No total, são 428 crimes a menos, o que representa uma redução de 73,9%.

Já em Mossoró, 2025 marca a maior redução da série histórica desde 2011. Foram registradas 79 mortes violentas no ano. No comparativo com 2017 — ano com o maior quantitativo de mortes violentas dos últimos 15 anos, quando 238 crimes foram registrados — a redução foi de 159 mortes, o equivalente a uma queda de 66,8%.

Gestão pública

O RN também se destaca na gestão pública, sendo o segundo estado que mais avançou nessa área nos últimos três anos. Neste campo, são considerados 20 indicadores de dois pilares do Ranking de Competitividade dos Estados: Eficiência da Máquina Pública e Solidez Fiscal. O desempenho potiguar indica avanços na capacidade do estado de melhorar a gestão administrativa, ampliar a eficiência do setor público e fortalecer mecanismos de governança.

“O resultado também reforça uma tendência observada em parte dos estados do Nordeste, que vêm acelerando reformas e políticas de modernização da gestão pública, reduzindo distâncias históricas em relação aos estados tradicionalmente líderes”, afirma Wesley Henrique Barcelos, Analista de Relações Governamentais e Competitividade do CLP.

Governadoria do RN – Foto: Sandro Menezes

Barcelos explica que a dimensão de Gestão Pública é composta por dois pilares: Eficiência da Máquina Pública e Solidez Fiscal. Dentro do pilar de Eficiência da Máquina Pública, observando os destaques de crescimento, o Rio Grande do Norte foi o segundo que mais cresceu no indicador de Custo do Executivo, e o quarto melhor nos indicadores de Produtividade dos Magistrados e Servidores do Judiciário, Equilíbrio de Gênero no Emprego Público Estadual, Eficiência do Judiciário e Custo do Legislativo/PIB.

Já no pilar de Solidez Fiscal, que complementa a dimensão de Gestão Pública, o Rio Grande do Norte é o estado do país que mais cresceu no indicador de Índice de Liquidez e o terceiro melhor no indicador de Taxa de Investimento. 

“Esse conjunto de resultados sugere não apenas melhora na organização administrativa, mas também avanço na capacidade fiscal e de investimento do estado — fatores importantes para sustentar políticas públicas de longo prazo e ampliar a capacidade de resposta do poder público às demandas da população”, aponta o Analista de Relações Governamentais e Competitividade.

Para Virgínia Ferreira, secretária do Planejamento, do Orçamento e Gestão do Rio Grande do Norte, o resultado demonstra que o RN vem avançando de forma consistente na qualidade da gestão pública, mesmo diante de “desafios históricos e limitações fiscais”.

“Esse avanço é fruto de muito planejamento, responsabilidade na condução das contas públicas, fortalecimento da capacidade de investimento do Estado e, sobretudo, de um trabalho coletivo desenvolvido por todas as áreas do governo”, aponta a secretária.

“Temos defendido uma gestão baseada em dados, monitoramento e definição de prioridades, sempre com foco na melhoria dos serviços públicos e na redução das desigualdades. Mais do que subir em rankings, o mais importante é garantir que esse avanço se traduza em resultados concretos na vida da população potiguar”, prossegue.

O Rio Grande do Norte ainda ganha destaque no ranking de sociedade, como o segundo que mais melhorou de 2023 a 2025.

Metodologia

O estudo foi desenvolvido com o objetivo de oferecer leituras complementares sobre o desempenho dos estados brasileiros em cinco dimensões temáticas: economia, segurança, gestão pública, sociedade e meio ambiente. 

Na análise voltada ao crescimento, a metodologia utiliza os dados brutos dos indicadores do último triênio e não as notas ou posições. A partir disso, é calculada a variação percentual entre 2023 e 2025 para cada indicador. Em seguida, os pesquisadores aplicaram um ajuste de polaridade, garantindo que todos os indicadores sigam a mesma lógica de interpretação. 

“Ou seja, sempre os valores maiores indicam melhor desempenho. E como os indicadores possuem unidade de medidas muito diferentes, realizamos também uma normalização em escala de 0 a 100. Isso permite comparar os resultados de forma padronizada. Depois disso, calculamos as médias por pilar e também por dimensão, sempre com pesos iguais entre os componentes. O resultado final é um ranking que mostra quais estados mais avançaram no período recente”, diz a explicação dos responsáveis.



Fonte: saibamais.jor.br

“se alinha à palavra de Deus”, diz pastor

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Mais de 100 evangélicos se filiam ao PT-RN: “se alinha à palavra de Deus”, diz pastor

Mais de 100 pastores e lideranças evangélicas se filiaram ao PT do Rio Grande do Norte neste mês e declararam apoio às pré-candidaturas de Lula para presidente, Cadu Xavier para governador e Samanda Alves ao Senado. Um dos pastores petistas, Ilanio Silva, da Igreja Evangélica Ministério Monte das Oliveiras, diz que o partido “se alinha verdadeiramente aos princípios da palavra de Deus”, ao passo em que critica as fake news e “manipulação” de bolsonaristas. 

A filiação das lideranças aconteceu na quinta-feira retrasada, dia 7, em um espaço alugado no Jardim Progresso, Zona Norte de Natal. Silva diz que a escolha pelo aluguel não foi à toa.

“Nós não usamos espaços das nossas igrejas para falar de política. Nós alugamos o espaço na [rua] Sampaio Correia, e fizemos esse ato de filiação para mostrar que o Partido dos Trabalhadores é o partido que se alinha verdadeiramente aos princípios da palavra de Deus, que é dar de comer a quem tem fome, acolher o necessitado”, defende o pastor. 

Para justificar o raciocínio, ele cita ações do governo Fátima no Estado, como a ampliação dos investimentos em habitação por meio dos programas Minha Casa Minha Vida e Pró-Moradia. Na última terça (12), a governadora assinou ordens de serviço para construção de 587 novas moradias em 25 municípios, com investimento de R$ 81,5 milhões e R$ 850 mil, em contrapartida.

“Será que Deus fica satisfeito de dar moradia a pessoas que não têm as condições de pagar um aluguel, que às vezes tira da boca para pagar um aluguel?”, complementa. O pastor também elogia medidas do governo Lula, como o programa Gás do Povo.

“Entendemos que o cristianismo, no que se refere a respeito de acolher o necessitado, dar de comer a quem tem fome, tem um nível que já nivela ao Partido dos Trabalhadores, diferentemente do partido da direita, que sempre é o contrário da democracia. A gente sabe do 8 de janeiro, o quanto os pastores pagaram preço e estão presos até hoje. E há uma divergência do cristianismo”, diz ele.

Além do trabalho pastoral, Ilanio Silva também ajudou a construir o Instituto Beneficente Alimentando Esperando (IBAES), uma instituição sem fins lucrativos que acolhe pessoas em situação de rua e fornece alimentação. O pastor também defende organizações como o Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o movimento sem teto. “Acredito sim que Deus é a favor de pessoas que abençoem aquelas mais necessitadas que estão na ponta do iceberg”.

Ao mesmo tempo em que defende as políticas sociais, o líder da Igreja Evangélica Ministério Monte das Oliveiras dispara contra pastores das principais denominações neopentecostais do país, a exemplo de Silas Malafaia (Assembleia de Deus Vitória em Cristo), Valdemiro Santiago (Mundial) e Edir Macedo (Universal), pela “manipulação através das redes sociais” e utilização de “fake news”.

“Nós estamos para desfazer essas artimanhas do diabo, do satanás, que vem enganando nas fake news. E a gente está para combater e mostrar a verdade. Como a Bíblia diz, ‘conhecereis a verdade e a verdade vos libertarará’. Mas o camarada que usa esse versículo, esse jargão, para enganar muitas igrejas, é o mesmo camarada que atrasou a vacina do Covid [em referência ao ex-presidente Jair Bolsonaro]. O meu sogro foi uma das pessoas que morreram com Covid-19, e outros milhares e milhares de mães de família, pais de família”, conta ele.

Ilanio Silva também cita a informação da mansão adquirida por Flávio Bolsonaro em 2021 e quitada de forma antecipada por R$ 5,97 milhões

“Então, isso se contradiz com a verdade bíblica. Isso não bate, entende? E eles conseguem manipular aquelas pessoas que não têm aquele certo entendimento, e até mesmo as pessoas que se acham ter certo entendimento. Com essa manipulação de fake news nas mídias, usando um ciclo religioso. Porque a gente sabe que a religião é uma diversidade aqui no nosso país, então eles entram na religião, onde toca no coração das pessoas, enganando, ludibriando esta classe religiosa”, comenta.

Presidente estadual do PT no RN, Samanda Alves destacou a importância da construção de pontes com os setores religiosos que atuam diretamente nas comunidades. 

“Quem trata os evangélicos como uma categoria única, sem enxergar sua diversidade, comete um grande equívoco. Há muitos evangélicos no campo progressista, comprometidos com a melhoria de vida do povo trabalhador, com o combate à fome, com a justiça social e com a defesa da dignidade humana. Essas filiações mostram exatamente isso”, afirmou Samanda.

Fonte: saibamais.jor.br

Mercadores da dúvida e negacionistas

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Mercadores da dúvida e negacionistas

A liberdade dos lobos significa, de fato, a morte das ovelhas  (Isaiah Berlin)

Em 2010, foi publicado nos Estados Unidos o livro Merchants of Doubt: How a Handful of Scientists Obscured the Truth on Issues from Tobacco to Climate Change, de autoria de Naomi Oreskes e Erik M. Conway, ambos historiadores: respectivamente, professora de História da Ciência da Universidade de Harvard e historiador da ciência do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA.

Em 2025, o livro foi publicado no Brasil, traduzido por Fernando Santos e lançado pela Editora Quina, com o título Mercadores da dúvida: como um pequeno grupo de cientistas distorceu fatos que vão do tabagismo às mudanças climáticas. A edição conta com um prefácio de Al Gore, originalmente publicado na edição norte-americana de 2020, além de um pósfácio dos autores e, para a edição brasileira, um texto adicional de Naomi Oreskes.

Trata-se de um extenso e bem fundamentado estudo, com ampla revisão bibliográfica e fontes baseadas em documentos revelados durante as ações movidas contra a indústria do tabaco nos anos 1990, nos Estados Unidos, posteriormente arquivados na Universidade da Califórnia. O banco de dados reúne mais de 50 milhões de páginas. O livro possui 510 páginas e 1.137 notas, distribuídas entre introdução, sete capítulos, conclusão, epílogo e dois posfácios. Entre os temas abordados estão a chuva ácida, o buraco na camada de ozônio – especialmente a construção de contranarrativas sobre o fenômeno-, a negação do aquecimento global, o tabagismo e o debate sobre o fumo passivo, além do negacionismo contemporâneo (O negacionismo está de volta).

Os autores também publicaram outras obras voltadas ao combate à desinformação e à defesa da ciência. Naomi Oreskes é autora de um artigo científico, revisado por pares – procedimento fundamental das revistas científicas -, que documenta o consenso científico sobre a mudança climática antropogênica, isto é, provocada pela ação humana. O estudo teve grande repercussão no meio científico, mas também gerou ataques de negacionistas, incluindo mensagens de ódio, telefonemas ameaçadores e outras formas de intimidação.

No capítulo 7, “O negacionismo está de volta”, os autores analisam os ataques revisionistas direcionados à bióloga Rachel Carson (1907–1964), autora do livro Primavera Silenciosa, publicado nos Estados Unidos em 1962 e lançado no Brasil em 2013 pela Editora Gaia. Oreskes e Conway reconstituem o contexto da publicação da obra, suas repercussões e os ataques sofridos por Carson, inclusive de cientistas financiados pela indústria dos agrotóxicos. A autora demonstrou os malefícios do uso indiscriminado de pesticidas, que estavam se acumulando na cadeia alimentar e prejudicando o meio ambiente. Entre os resultados de sua atuação, destaca-se o fato de que “seu trabalho foi ratificado pelo Comitê Consultivo Científico do Presidente, que em 1972 concluiu que havia evidência científica suficiente para justificar a proibição do pesticida DDT nos Estados Unidos”.

No prefácio da edição brasileira, Linda Lear, historiadora da ciência e autora da biografia Rachel Carson: Witness for Nature (1997), afirma que “o alerta de Rachel Carson desencadeou um debate nacional sobre o uso de pesticidas químicos, a responsabilidade da ciência e os limites do progresso tecnológico”. Segundo Lear, quando Carson morreu, em 1964, aos 56 anos, já havia iniciado um movimento que resultaria na proibição da produção doméstica do DDT e no fortalecimento de um movimento popular em defesa do meio ambiente. Sua obra contribuiu decisivamente para transformar a relação entre os seres humanos e o mundo natural, além de ampliar a consciência ambiental pública.

A estratégia utilizada pela indústria dos agrotóxicos naquele período é semelhante à adotada por outros setores negacionistas, como a indústria do tabaco – especialmente desde os debates dos anos 1950 sobre os malefícios do cigarro- e, posteriormente, por grupos que negam o aquecimento global ou questionam a eficácia das vacinas. Trata-se, essencialmente, de lançar dúvidas sobre a ciência, criando uma verdadeira indústria da desinformação voltada ao combate aos fatos e à sabotagem do conhecimento científico. Para os autores, há uma relação estreita entre esse fenômeno e o discurso neoliberal, associado ao que chama de “fundamentalismo de mercado”.

São campanhas deliberadas de desinformação que visam defender interesses privados – e não o bem público, a saúde humana, o meio ambiente ou os animais. Essas campanhas contam com forte organização e financiamento por parte de setores ligados às indústrias do tabaco, do petróleo, dos agrotóxicos, entre outras, além de se associarem a formas de negacionismo ideológico. No Brasil, isso ficou evidente durante a pandemia da Covid-19, especialmente na disseminação de desinformação sobre vacinas.

O livro apresenta diversas histórias sobre a criação da dúvida e a difusão da desinformação por indivíduos e grupos que conseguiram, ao menos por algum tempo, impedir regulamentações de produtos nocivos à saúde nos Estados Unidos. Entre elas, destacam-se medidas relacionadas ao controle do tabaco, à emissão de gases CFC na atmosfera e à proteção da camada de ozônio. Embora estudos científicos já demonstrassem, desde a década de 1970, os riscos ambientais desses gases, representantes da indústria e outros setores negacionistas insistiam em afirmar que a destruição da camada de ozônio não era real, seria irrelevante ou teria origem natural, como atividade vulcânica.

Com base em dados e estudos científicos, os autores procuram demonstrar como funciona a indústria da desinformação e os interesses privados que sustentam seu ecossistema. Essa estrutura conta, inclusive, com cientistas financiados por determinados grupos econômicos e utiliza amplamente os meios de comunicação e, mais recentemente, as redes sociais, ampliando significativamente seu alcance.

O combate à desinformação sempre existiu, mas se sofisticou ao longo do tempo. Nos anos 1950, por exemplo, já havia evidências científicas suficientes sobre os malefícios do cigarro. Ainda assim, a indústria do tabaco lançou uma intensa campanha anticientífica, financiando cientistas e promovendo ações publicitárias para lançar dúvidas sobre a relação entre tabagismo e doenças, especialmente o câncer de pulmão. Estratégias semelhantes continuam sendo utilizadas atualmente em relação às vacinas, ao aquecimento global e aos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), criado em 1988 e considerado a principal autoridade internacional sobre questões climáticas.

Os autores também destacam o papel da internet na ampliação da desinformação. Segundo os autores, a internet criou uma “sala de espelhos” em que qualquer afirmação, por mais absurda que seja, pode ser reproduzida indefinidamente. Nesse ambiente, a desinformação raramente desaparece. Trata-se de um espaço em que qualquer opinião pode ser reproduzida e difundida indefinidamente, independentemente de sua veracidade. Nesse contexto, citam uma frase de Umberto Eco, pronunciada em 2015, segundo a qual “a internet deu voz a uma legião de imbecis”.

A ciência não se constrói a partir de opiniões isoladas, mas de provas e evidências. Nem todas as opiniões possuem o mesmo valor científico, já que muitas se baseiam apenas em alegações sem respaldo empírico. Isso não significa, entretanto, que a ciência seja infalível. Ao longo da história, diversas teorias foram revistas ou substituídas graças ao avanço do conhecimento científico. É justamente esse processo de revisão que permite o desenvolvimento da ciência.

O livro também aborda a negação do aquecimento global, tratado por setores negacionistas como um engodo. Do ponto de vista científico, entretanto, trata-se de um fenômeno amplamente comprovado e relacionado à ação humana.

Outro aspecto importante discutido na obra é o papel dos meios de comunicação. Em princípio, caberia à imprensa informar com responsabilidade, evitando dar espaço a charlatões e vendedores de ilusões, especialmente em temas científicos. Contudo, muitas vezes os meios de comunicação acabam reproduzindo discursos negacionistas ou funcionando como porta-vozes de interesses econômicos, da indústria negacionista.

Uma estratégia recorrente dessas campanhas consiste em criar a aparência de respaldo científico por meio da utilização de especialistas e discursos técnicos, mesmo quando não há consenso científico que sustente tais argumentos. Isso ocorre, por exemplo, em debates sobre mudanças climáticas e eventos extremos.

Na seção intitulada “O problema orwelliano”, em referência ao escritor George Orwell, autor de 1984, os autores descrevem a atuação de uma ampla rede de think tanks financiados por empresários, corporações e fundações conservadoras. Essas organizações promovem pesquisas, conferências e seminários voltados à defesa de interesses econômicos específicos, especialmente relacionados à desregulamentação ambiental, trabalhista e sanitária. Muitos desses estudos procuram contestar o consenso científico sobre o aquecimento global e outros temas relevantes.

Negar evidências científicas consolidadas equivale, segundo os autores, a negar teorias amplamente aceitas pela comunidade científica, como, entre muitos exemplos, a teoria das placas tectônica  ou a teoria da evolução das espécies, formulada por Charles Darwin. Negacionismo que se estende a outras áreas, como as teorias conspiratórias e revisionistas da história, com a negação do holocausto (como analisa a historiadora e diplomata Deborah Lipstadt no livro A negação do holocausto: o crescente ataque à verdade e a memória –1994 – publicado no Brasil pela Editora Universo dos livros em 2017 com o título Negação: uma história real) ou sobre a ditadura militar no Brasil(1964-85), tida por eles como ‘uma revolução contra o comunismo,’ etc. Como afirmam Naomi Oreskes e Erik M. Conway, após determinado estágio de comprovação, não existem “dois lados” equivalentes na ciência: existe a verdade histórica, o conhecimento científico reconhecido, que não devem ser confundidas com opiniões sem validação empírica.

No posfácio publicado em 2020 para a nova edição norte-americana de Mercadores da dúvida, os autores afirmam que o problema da desinformação se agravou ao longo da década e que suas consequências ameaçam “nossa prosperidade, nossa democracia e até mesmo nossas vidas”.

Naquele momento, Donald Trump encerrava seu primeiro mandato presidencial nos Estados Unidos. Conhecido por posições negacionistas em relação às mudanças climáticas e por críticas à vacinação infantil, seu governo promoveu retrocessos em áreas como educação, saúde, cultura, ciência e meio ambiente. Entre as medidas citadas estão a retirada dos Estados Unidos do Acordo de Paris, a revogação do Plano de Energia Limpa e os ataques constantes à ciência, às universidades e aos cientistas.

O mais grave, segundo os autores, é que as campanhas de desinformação continuam circulando livremente na internet, inclusive aquelas relacionadas à saúde humana, como a venda de produtos falsos e medicamentos “milagrosos”. Tais práticas enriquecem charlatães e colocam milhões de pessoas em risco.

Existe uma diferença fundamental entre a incerteza inerente à ciência – que faz parte do processo de construção do conhecimento – e as estratégias deliberadas de manipulação da dúvida. O consenso científico é resultado da análise rigorosa de evidências por especialistas, enquanto a desinformação busca desacreditar esse processo.

Nesse sentido, os negacionistas procuram convencer a população de que a ciência é duvidosa, utilizando argumentos falsos, seleção parcial de dados, difamação de cientistas e informações enganosas disfarçadas de ciência. Quando os meios de comunicação deixam de submeter essas alegações ao devido escrutínio crítico, acabam contribuindo para a disseminação da manipulação.

Em relação ao Brasil, Naomi Oreskes afirma, no posfácio da edição brasileira, que o país chegou a ser referência mundial na redução do desmatamento da Amazônia entre 2005 e 2010. Entretanto, segundo a autora, houve retrocessos significativos durante o governo Jair Bolsonaro, marcado pelo enfraquecimento de políticas ambientais e pela flexibilização de mecanismos de proteção da Amazônia e dos povos indígenas. Um presidente que exaltou ditadores brutais (Como Augusto Pichochet, ditador do Chile entre 1973-1990) e “inclusive do próprio passado brasileiro”.

Outro livro relevante publicado no Brasil é O triunfo da dúvida: dinheiro obscuro e a ciência da enganação, do epidemiologista norte-americano David Michaels, lançado em 2024 pela Editora Elefante. A obra analisa estratégias utilizadas por empresas para evitar regulamentações voltadas à proteção da saúde pública, incluindo manipulação de dados e financiamento de pesquisas com resultados favoráveis aos interesses empresariais.

Michaels demonstra como diversas indústrias recorrem ao negacionismo e à ciência fraudulenta para defender produtos nocivos, promovendo incertezas sobre pesticidas, produtos químicos tóxicos, vacinas e mudanças climáticas. Segundo o autor, essas práticas têm como objetivo preservar lucros imediatos, mesmo diante de impactos graves à saúde humana, animal e ao meio ambiente.

Os livros Mercadores da dúvida e O triunfo da dúvida evidenciam alguns dos principais desafios enfrentados pelas democracias contemporâneas e brasileira em particular, em um ano em que haverá eleições presidenciais e a possibilidade deo retorno da extrema direita ao governo e nesse sentido, o combate à desinformação, ao negacionismo e às manipulações políticas e midiáticas torna-se, nesse contexto, um elemento central para a continuidade da democracia, da defesa das instituições democráticas e da valorização do conhecimento científico.

Fonte: saibamais.jor.br

Ratos de Portão, Anatolyan, Som da Mata e mais opções no domingo (17)

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Foto: Sandro Menezes

O domingo é do punk rock em Natal. A icônica Ratos de Porão, com João Gordo e cia, está na área e fará um show único, no Galpão 292, na Ribeira, promovido pelo Dosol. A quebradeira começa às 16h30 e ainda terá Expose Your Hate, Basttardz, Cemitério e Plugins.

Quem prefere algo mais leve, a programação tem duas opções de música instrumental. No Som da Mata, o Family 3 se apresenta a partir das 16h30, no Parque das Dunas. E no Mahalila, em Potilândia, o Anatolyan sobe ao palco às 18h30.

O domingão ainda tem pagode, forró, rock e outras opções. E ainda oferece espetáculos de dança, teatro infantil, exposições e cinema.

O #Meguia manda a boa e você faz o seu próprio roteiro. Se jogue !

MÚSICA ___________________________

Ratos de Porão Ratos de Porão, Expose Your Hate, Basttardz, Cemitério e Plugins | 17.05 DOMINGO
LOCAL | Galpão 292, Rua Chile, Ribeira
HORÁRIO | 16h30
INFORMAÇÕES | @festivaldosol

Banda No Papel, no Sempre Rock | 17.05 DOMINGO
LOCAL | Sempre Rock (Av. Praia de Ponta Negra, 9045, Ponta Negra)
HORÁRIO | 18h
ENTRADA | Couvert
INFORMAÇÕES | @semprerockbar

Especial Jazz e Folk, no Sussurro | 17.05 DOMINGO
LOCAL | Sussuro bar (Rua Cabo de São Roque, 8821, Ponta Negra)
HORÁRIO | 16h
ENTRADA | gratuito
INFORMAÇÕES | @sussurronatal

MAHAinstrumental – Anatolyan | 17.05 DOMINGO
LOCAL | Mahalila Café (Rua Dra. Nívea Madruga, 19 – Lagoa Nova, Natal)
HORÁRIO | 18h30
INFORMAÇÕES | @mahalilacafe

Domingueira do R$9,99 | 17.05 DOMINGO
Dan Almeida /20h, Joélika Dinniz /22h30, Chimene Nunes
LOCAL | Casanova (Av. Senador Salgado Filho, 3526 – Candelária, Natal)
HORÁRIO | 19h
ENTRADA | Entrada free
INFORMAÇÕES | @casanova

Luca Argel + Forró do Figa | 17.05 DOMINGO
Luca Argel + Forró do Figa com Jô Bay + Feira Popular da Vila
LOCAL | Figa Bar (Rua Manoel Coringa de Lemos, 633 – Vila de Ponta Negra, Natal)
HORÁRIO | 18h
INFORMAÇÕES | @figa.bar

Karaokê | 17.05 DOMINGO
LOCAL | Eletromusic Pub (Av. Prudente de Morais, 5823 – Candelária, Natal)
HORÁRIO | 16h
ENTRADA | Entrada free
INFORMAÇÕES | @eletromusicpub

Pagode, piseiro e futebol, no Só mais uma | 17.05 DOMINGO
LOCAL | Só mais uma (Av. Engenheiro Roberto Freire, 8750, Capim Macio)
HORÁRIO | 16h
INFORMAÇÕES | @somaisumabar

Som da Mata: Family 3 | 17.05 DOMINGO
LOCAL | Parque das Dunas
HORÁRIO | 16h30
ENTRADA | gratuita
INFORMAÇÕES | @somdamata

TEATRO E DANÇA _________________

Bosque Encena: Mágico Capitão Jack | 17.05 DOMINGO
LOCAL | Parque das Dunas
HORÁRIO | 10h
ENTRADA | gratuita
INFORMAÇÕES | @bosqueencena

Liberte Sua Dança | 17.05 DOMINGO
LOCAL | Teatro Alberto Maranhão (Praça Augusto Severo, s/n – Ribeira, Natal)
HORÁRIO | 17h30
ENTRADA | Bilheteria do TAM
INFORMAÇÕES | @teatroalbertomaranhao.oficial

EXPOSIÇÕES ___________________

Chuva de Poléns
Exposição de Ítalo Trindade, composta de montagens abstratas e de pinturas sobre e telas e papel, a mostra permeia os desdobramentos do estudo sobre luz e cor em diferentes instantes da carreira do artista.
LOCAL | Margem Hub, Rua da Sheelita, 59, Potilândia, Natal
DATA | Até 6 de junho de 2026
INFORMAÇÕES | @italo.trindade

“Entre cá & lá – Experiências do passado no tempo presente”, na EMUFRN
LOCAL | Escola de Música da UFRN (Rua Coronel João Medeiros, Lagoa Nova)
HORÁRIO | Horário de funcionamento da escola
ENTRADA | Gratuita
INFORMAÇÕES | @escolademusicaufrn

“Exposição coletiva”, no Bardallos
LOCAL | Bardallos (Rua Gonçalves Lêdo, 678, Cidade Alta, Natal)
HORÁRIO | a partir das 12h
ENTRADA | Gratuita
INFORMAÇÕES | @bardallosnatal

“No limiar da romanceira coroada, no IFRN Cidade Alta
LOCAL | IFRN Cidade Alta (Av. Rio Branco, 743, Cidade Alta)
HORÁRIO | a partir das 12h
ENTRADA | Gratuita
INFORMAÇÕES | @ifrncentrohistorico

CINEMA ______________________

Confira as programações completas:
MOVIECOM, Praia Shopping, todo mundo paga meia de segunda à quarta-feira.
CINÉPOLIS, Natal Shoppin
CINEMARK, Midway Mall
CINEFLIX, Partage Norte Shopping

EQUIPAMENTOS CULTURAIS ______________________

Fica a dica: antes de sair de casa, vale conferir direitinho os dias de funcionamento e aproveitar os espaços que seguem abertos durante o feriado. Cultura, lazer e natureza seguem na programação!

CIDADE DA CRIANÇA
O parque público, fundado em 1962, compreende parque Infantil, pista de cooper, Lagoa Manoel Felipe, pedalinhos, igrejinha, anfiteatro, Escola de Artes Newton Navarro, Biblioteca Infanto-juvenil Mirian Coeli, Casa de Vovozinha, praça de alimentação com quiosques, Espaço Eureka de Ciência e Tecnologia.
LOCAL | Cidade da Criança (Av. Rodrigues Alves – Tirol)
HORÁRIO | aberto das 8h às 18h
ENTRADA | R$ 2 (menores de 5 anos e maiores de 65 não pagam)
INFORMAÇÕES | @cidadedacriancanatal

FORTE DOS REIS MAGOS
O monumento, administrado pela Fundação José Augusto, está aberto à visitação. Visitas em grupo devem ser encaminhadas com antecedência para o e-mail [email protected], contendo data, horário e o descritivo da atividade a ser realizada.
LOCAL | Forte dos Reis Magos (Praia do Forte)
HORÁRIO | das 8h às 16h (de terça a domingo), fechando apenas às segundas-feiras para manutenção
ENTRADA | R$ 5 (entrada inteira) e R$ 2,50 (meia entrada) aos visitantes da Fortaleza dos Reis Magos. Crianças até sete anos e os idosos a partir dos 60 anos estarão isentos dessa cobrança.
INFORMAÇÕES | Aqui

PARQUE DAS DUNAS
O Parque Estadual Dunas do Natal “Jornalista Luiz Maria Alves” é reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como parte integrante da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Brasileira. Ele é considerado o maior parque urbano sobre dunas do Brasil, exercendo fundamental importância para a qualidade de vida da população natalense. O setor de uso público é o Bosque dos Namorados, que ocupa uma área aproximada de sete hectares, com mais de mil e trezentas árvores nativas da Mata Atlântica.
LOCAL | Avenida Alexandrino de Alencar s/n, Tirol
HORÁRIO | das 7h30 às 17h (de terça a domingo), fechado apenas às segundas-feiras para manutenção
ENTRADA | R$ 1 (pode ser pago via pix)
São isentos de pagamento crianças de até cinco anos, adultos acima de 60 anos, escoteiros uniformizados e escolas públicas (com agendamento).

Foto: Sandro Menezes
Foto: Sandro Menezes

CAJUEIRO DE PIRANGI 
Localizado na praia de Pirangi do Norte, Parnamirim, o Cajueiro cobre uma área de aproximadamente 9.000 m², com perímetro de aproximadamente 500 metros. Em virtude da sua extensão, a árvore gigante entrou para o Guinness Book “O Livro dos Recordes”, em 1994, como o Maior Cajueiro do Mundo. A árvore faz parte da vida da comunidade e do roteiro turístico dos visitantes do RN. A entrada custa R$ 8. Crianças, de sete a 12 anos pagam meia-entrada, assim como estudantes, professores e idosos, portando carteira comprobatória.
LOCAL | Av. S. Sebastião, s/n, Pirangi do Norte
HORÁRIO | 7h30 às 17h30 – ESTÁ FECHADO PARA RECUPERAÇÃO NOS DIAS 16 e 17 de SETEMBRO
TELEFONE | (84) 3113 – 6191
E-MAIL | [email protected]

BOSQUE DAS MANGUEIRAS
Área pública de 14.125 m², do bioma Mata Atlântica, conforme classificação do Manual Técnico da Vegetação Brasileira (IBGE, 2012). O local dispõe de passeios acessíveis para prática de atividades físicas como caminhada e corrida.
LOCAL | entre a Av. Nascimento de Castro, Jaguarari e Rua Tertius Rebelo, bairro Lagoa Nova
HORÁRIO | de segunda a sexta das 8h às 14h
CONTATOS | [email protected] e Ouvidoria Semurb: (84) 3616-9829.

COMPLEXO CULTURAL RAMPA
O centro cultural edificado às margens do Rio Potengi está aberto à visitação. O Complexo é formado por edificações destinadas a abrigar o Museu da Rampa, o Memorial do Aviador, o Grêmio da Rampa, além de outros espaços voltados à realização de eventos, exposições, cursos e oficinas. Atualmente, os visitantes têm acesso a quatro mostras: “Natal Encruzilhada do Mundo”, “Sala da Paz”, “O Maior Feito Náutico do Mundo: 70 Anos da IOLE RN 2” e “Jornada na Cidade”.
LOCAL | Rua Cel. Flamínio, 1 – Santos Reis, Natal
HORÁRIO | das 9h às 18h (de terça a domingo), fechado apenas às segundas-feiras
Entrada gratuita.

PINACOTECA POTIGUAR
Reúne a maior parte do acervo de Artes Visuais pertencente ao Governo do Estado, com obras de artistas como Newton Navarro, Maria do Santíssimo, Abraham Palatinik, Dorian Gray Caldas e Zaíra Caldas. Até 10 de dezembro, segue aberta a exposição “Objetos do Cotidiano”, que reúne uma coletânea dos trabalhos produzidos por 38 participantes das oficinas de fotografia do Projeto “Narrativas do Silêncio”.
LOCAL | Praça Sete de Setembro, s/n Cidade Alta, ao lado da Assembleia Legislativa do RN
HORÁRIO | de terça a sexta-feira, das 8h às 17h, e aos finais de semana, das 9h às 16h
Entrada gratuita.

**** Este guia cultural está sujeito a alterações. Sentiu falta de algum evento? Manda que a gente publica! 



Fonte: saibamais.jor.br

BolsoMáster e os passadores de pano do bolsonarismo potiguar

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BolsoMáster e os passadores de pano do bolsonarismo potiguar

Enquanto o escândalo do BolsoMáster cresce a cada nova revelação, parte do bolsonarismo do Rio Grande do Norte resolveu assumir um papel curioso: o de assessoria de imprensa informal de Flávio Bolsonaro. Em vez de indignação, cobrança ou prudência diante de suspeitas gravíssimas, o que se viu foi uma força-tarefa para passar pano, daqueles bem felpudos e importados.

Um exemplo é o coordenador nacional da campanha de Flávio Bolsonaro, o senador potiguar Rogério Marinho, que parece ter encontrado uma maneira inédita de combater corrupção: mudar de assunto. Depois da divulgação do áudio em que Flávio pede R$ 134 milhões ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro, Marinho correu para dizer que tudo não passava de “patrocínio privado para um filme privado”. Como se o problema fosse apenas uma sessão de cinema entre amigos. 

Ao mesmo tempo, o senador tenta empurrar a narrativa de que o escândalo “na verdade” nasceu no PT. É aquela velha tática: quando a bomba explode no colo do bolsonarismo, a solução é procurar um petista em algum CEP distante para dividir a fumaça. 

O mais curioso é que o próprio Marinho vinha dizendo que o caso BolsoMáster era uma “granada sem pino”. Era. Bastou aparecer o sobrenome Bolsonaro no centro da história para a granada virar rojão de festa junina. 

Outros bolsonaristas do RN seguiram roteiro parecido. Enquanto o sargento Gonçalves divulgou vídeos de apoio ao seu mais novo corrupto preferido, o candidato ao Senado na chapa do bolsonarismo, Coronel Hélio, tenta conquistar os votos da extrema direita no estado defendendo uma CPI do Banco Máster. Mal sabe ele o que ainda pode sair debaixo desse tapete sobre a família mais corrupta do Brasil.  

Quem também faz coro agora pela CPI é o general Girão, mas já sabemos que na hora H não aguentam a verdade dos fatos, vide o boicote e as mentiras que contaram durante a CPMI do INSS. 

Aliás, eu e outros parlamentares do PT protocolamos mais um pedido de CPMI para investigar suspeitas de irregularidades no financiamento do filme “Dark Horse” e desafiamos Flávio Bolsonaro e os demais bolsonaristas do Congresso a assinarem o requerimento. Será que o bolsonarismo potiguar vai assinar ou é tudo jogo de cena?

Os demais, sob um silêncio estratégico, preferem continuar na confortável posição de oposição seletiva: corrupção só escandaliza quando não envolve os seus.

E aí mora a maior ironia. O grupo político que passou anos vendendo a imagem de “combatente da corrupção” agora age exatamente como aquilo que dizia combater. Relativiza denúncias, protege aliados, ataca investigações e transforma suspeitas gravíssimas em perseguição política. Trocaram o discurso moralista pelo corporativismo mais rasteiro.

No fundo, o BolsoMáster expõe uma verdade inconveniente para o bolsonarismo potiguar: a indignação deles nunca foi contra corrupção. Era apenas contra corruptos de estimação. 

Fonte: saibamais.jor.br

Curso sobre mulheres na Revolução une formação política e doação solidária a Cuba

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Curso sobre mulheres na Revolução une formação política e doação solidária a Cuba

O Movimento de Mulheres Olga Benario e o Observatório da América Latina e Caribe (Obalca) promovem, no próximo dia 28 de maio, um curso de solidariedade a Cuba com o tema “A participação das mulheres na Revolução Cubana: luta armada e emancipação política”. A atividade será realizada no Auditório C do CCHLA e contará com palestra da pesquisadora Dra. Larissa Riberti. Para participar, a organização solicita a doação de medicamentos, insumos hospitalares e produtos de higiene pessoal, que serão destinados ao consulado cubano.

Segundo a coordenadora do Movimento Olga Benario no RN e bolsista do Obalca, Malu Lima, a iniciativa surge em meio ao agravamento das sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos à ilha caribenha. Ela afirma que o objetivo é combinar solidariedade concreta com debate político sobre soberania, anti-imperialismo e integração latino-americana.

“Desde 1962, Cuba sofre um embargo econômico imposto pelos Estados Unidos, o que impacta diretamente o acesso a alimentos, medicamentos, combustível e outros itens essenciais. Em 2025, o governo Trump intensificou ainda mais as sanções e o bloqueio contra a ilha, aprofundando a crise de abastecimento”, explica.

De acordo com as organizadoras, mesmo diante das dificuldades econômicas, Cuba segue sendo referência internacional em áreas como saúde e educação. Elas destacam que o país desenvolveu vacinas próprias contra a Covid-19, como Abdala e Soberana, além de enviar apoio médico a outros países durante a pandemia.

A escolha de discutir especificamente o papel das mulheres na Revolução Cubana também tem relação com o entendimento de que elas ocuparam posições centrais nos processos revolucionários e nas transformações sociais posteriores à revolução de 1959.

“A experiência cubana demonstra como a participação feminina foi fundamental tanto na defesa da revolução quanto na construção de políticas sociais voltadas à educação, saúde, cultura e economia”, afirmam Malu e a pesquisadora Larissa Riberti.

Segundo elas, o debate busca evidenciar que as mulheres cubanas não atuaram apenas em funções de apoio, mas participaram diretamente da luta armada, da clandestinidade e da reorganização política do país após a revolução. Entre os nomes lembrados estão Celia Sánchez e Vilma Espín, figuras históricas da revolução que ocuparam posições de liderança política e institucional após a vitória do movimento revolucionário.

Além da atuação militar e política, as organizadoras ressaltam que as mulheres tiveram papel importante na ampliação do acesso à educação, na inserção feminina no mercado de trabalho e na construção de políticas públicas voltadas à igualdade de gênero.

Para o Movimento Olga Benario e o Obalca, promover debates internacionalistas dentro da universidade também se tornou uma necessidade diante do atual cenário político latino-americano. As organizadoras avaliam que as disputas econômicas e geopolíticas envolvendo os Estados Unidos impactam diretamente países da região, incluindo o Brasil.

“Discutir Cuba também é discutir o futuro do Brasil. Em um contexto de crescentes pressões econômicas e geopolíticas sobre países latino-americanos, reafirmar a soberania nacional e a autodeterminação dos povos é essencial”, afirmam.

As inscrições para o curso serão realizadas por formulário online disponível no material de divulgação. Entre os itens solicitados para doação estão analgésicos, antitérmicos, máscaras, luvas, seringas, sabonetes, escovas de dente, shampoo e absorventes.

SAIBA MAIS:
Movimento Olga Benário convoca ato do Julho das Pretas em Natal



Fonte: saibamais.jor.br

Mineiro diz que redução da jornada será aprovada com pressão da sociedade

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Mineiro diz que redução da jornada será aprovada com pressão da sociedade

A comissão especial da Câmara que analisa a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1, que tem o deputado federal Fernando Mineiro (PT-RN) como membro suplente, realizou mais duas reuniões nesta semana. O deputado petista esteve presente e disse que vê uma movimentação de setores empresariais contrários à proposta, mas defendeu uma pressão da sociedade para alcançar a redução da jornada.

As últimas reuniões da comissão ocorreram na quarta-feira (13). Pela manhã, uma audiência pública discutiu os impactos sobre a vida das mulheres e dos pequenos negócios. Os deputados buscaram avaliar, entre outros pontos, os efeitos da jornada de trabalho sobre as trabalhadoras, especialmente nos setores de comércio, serviços e trabalho doméstico.

Mineiro afirmou que já vê na sociedade uma maioria favorável à redução da jornada, com resistência de setores empresariais (“espero que sejam minoritários”). O deputado afirmou que as mulheres são as que mais sofrem na escala 6×1 e muitas vezes enfrentam, em sua visão, uma escala 7×0, devido ao trabalho de cuidado.

“Além da questão da jornada, é preciso também pensar em políticas públicas para enfrentar essa questão do trabalho com os cuidados, que é um trabalho invisível, um trabalho não remunerado e um trabalho que pesa em demasia na vida das mulheres”, afirmou.

O parlamentar também afirmou ter recebido, na terça, uma mensagem da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), “o setor que hoje está mais tocando o terror”, e disse ser necessário fazer pressão pela aprovação da redução da jornada.

“É como se fosse parar, fechar restaurantes, fechar bares, fazer demissões. É como se fosse o caos para o setor essa aprovação. E nós vamos aprovar! Eu acho que a Câmara vai aprovar com a pressão da sociedade”, apontou.

Segundo Fernando Mineiro, existe um terror difundido deliberadamente que aposta na falta de dados e vira as costas para estudos.

“E o que a gente vê, lamentavelmente, num cenário no qual nós temos os melhores indicadores recentes da história do Brasil, é uma situação muito triste: os setores empresariais afirmarem e difundirem mentiras. Ontem um grupo aqui em Brasília projetou no telão desemprego e fechamento de empresas. Divulgaram absurdos.”

Pela tarde, a comissão realizou nova audiência, desta vez com o tema “Aspectos sociais e diálogo social para redução da jornada de trabalho”. A data, 13 de maio, foi a mesma em que, em 1888, foi assinada a Lei Áurea, que extinguiu a escravidão no Brasil. 

“O ministro Boulos disse que a redução da jornada de 48 para 44 horas tem 38 anos, pois são 138 anos da Lei Áurea. Houve o chamado Barão de Cotegipe, que apresentou um projeto de lei para indenizar os proprietários dos escravizados e das escravizadas daquela época. E existem os Barões de Cotegipe do tempo atual, porque, aqui nesta Casa, já houve quem apresentasse proposta para indenizar setores empresariais. Ou seja, o Barão de Cotegipe foi revivido. Inclusive, o Barão de Cotegipe foi Presidente do Senado na época imperial. Então, nós vemos aqui a réplica, a encarnação do Barão de Cotegipe”, discursou.

Mineiro afirmou assistir a uma reação. “A despeito de quase 80% da sociedade brasileira hoje apoiar a redução da jornada e apoiar a mudança e a redução da escala também, há, aqui neste Congresso, uma inversão: a maioria de quem compõe a Câmara e o Senado é representante de setores empresariais”, disse.

“Então, eu quero fazer este registro e dizer que só acredito que nós vamos aprovar esta proposta — e vamos aprová-la — com a pressão da sociedade. E deixo bem claro que nós não podemos aceitar nenhum tipo de indenização, como querem os Barões de Cotegipe dos tempos atuais”, prosseguiu.

As discussões da comissão se baseiam nas Propostas de Emenda à Constituição apresentadas pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e pela deputada Erika Hilton (Psol-SP): a primeira (PEC 221/19) com previsão de redução gradual da jornada semanal de trabalho de 44 para 36 horas; e a segunda (PEC 8/25) com escala de quatro dias de trabalho por semana, com limite de 36 horas no período.

Além desses dois textos, o presidente Lula também enviou ao Congresso, em abril, um projeto de lei que reduz o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garante dois dias de descanso remunerado e proíbe qualquer redução salarial. Na prática, o texto coloca fim à escala 6×1.

Fonte: saibamais.jor.br