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O uso de agrotóxicos e os desafios da agricultura sustentável no Brasil

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No site do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, os agrotóxicos, “segundo a legislação vigente”, é definido como “produtos e agentes de processos físicos, químicos ou biológicos destinados ao uso nos setores de produção, no armazenamento e no beneficiamento de produtos agrícolas, nas pastagens ou na proteção de florestas plantadas, cuja finalidade seja alterar a composição da flora ou da fauna, a fim de preservá-las da ação danosa de seres vivos considerados nocivos”. 

Os agrotóxicos, para serem produzidos, exportados, importados, comercializados e utilizados devem ser previamente registrados em órgão federal, de acordo com as diretrizes e exigências estabelecidas. Conforme a Lei 14.785, sancionada em 28 de dezembro de 2023, são o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), ANVISA e IBAMA, responsáveis, pelos setores agricultura, da saúde e meio ambiente, respectivamente.

Diversas pesquisas, ao longo do tempo, têm revelado, com base em dados pesquisas, publicação de relatórios, resultados  e extensa revisão da literatura sobre agrotóxicos, os seus impactos em relação à saúde humana (tanto no meio rural quanto nas cidades), e animal, como se estendem à degradação do solo e contaminação de recursos hídricos. 

Entre os muitos exemplos dos impactos dos agrotóxicos, podemos citar a publicação Dossiê danos dos agrotóxicos na saúde reprodutiva – conhecer e agir em defesa da vida, publicado em 2024 pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), organizado por Lia Giraldi da Silva Augusto. Trata-se de “uma produção coletiva que reúne 45 autores e a participação de diversas instituições e movimentos sociais. O documento (…) traz uma análise aprofundada sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde reprodutiva, denunciando a invisibilização dos agravos e propondo estratégias para enfrentamento dos danos”. Na parte IV, As falácias do agronegócio, lições, caminhos possíveis, analisa algumas falácias “para confundir, enganar e esconder que os agrotóxicos são venenos”. 

Em 2017, a geógrafa e pesquisadora  do Laboratório de Pesquisa Agrária da USP, Larissa Mies Bombardi, uma das maiores especialistas de pesquisa e estudos sobre agrotóxicos no país, publicou o resultado de suas pesquisas em Geografia do uso de agrotóxicos no Brasil e conexões com a União Europeia (com 296 páginas), no qual faz um amplo levantamento do uso de agrotóxicos no Brasil (com dados por região) e um dos capítulos analisa as intoxicações por agrotóxicos de uso agrícola, além de  outros com a relação de agrotóxicos autorizados por cultura no Brasil e proibidos em diversos países (com o respectivo ano de proibição, como o herbicida glifosato e atrazina, proibidos em 2004, por exemplo), assim como dados sobre trabalho análogo à escravidão na agricultura (os dados indicavam na época que cerca de um terço dos venenos aprovados no Brasil tinham sido proibidos na União Europeia, no Canadá e nos Estados Unidos).

Em 2019, foi revelado um documento que ficou conhecido como Monsanto Papers no qual mostra que os agrotóxicos contaminam não apenas o meio ambiente e trazem graves consequências à saúde humana e animal, como também afetam as pesquisas, como mostraaedição especial da revista Desenvolvimento e Meio Ambiente no artigo “Quando os agrotóxicos contaminam a pesquisa, a regulamentação e a democracia: o Caso Roundup à luz dos Monsanto Papers”. 

No editorial,afirma que “O diagnóstico disponível do quadro de contaminação humana e ambiental decorrente do uso de agrotóxicos no território brasileiro, em contextos marcados por diferentes graus de vulnerabilidade e iniquidade” (são apresentados referências a várias pesquisas independentes) e que “exigiria respostas governamentais urgentes voltadas para o controle e o monitoramento rigorosos das cadeias produtivas envolvidas, além da garantia de proteção da saúde das populações e dos ecossistemas” (Mais detalhes sobre a Monsanto, estão no livro da jornalista francesa Marie-Monique Robin, O mundo segundo a Monsanto, Editora Radical livros, 2008), 

Em 2021, o país vivia em plena pandemia e suas devastadoras consequências, e no dia 8 de outubro, depois de dois anos de crescimento de liberação de agrotóxicos, foi editado um decreto presidencial com mudanças na Lei dos Agrotóxicos, que estava em vigor desde 1989 e que resultou na liberação recorde de agrotóxicos e o desmonte da legislação que normatizava a utilização desses produtos. E entre as mudanças, a exclusão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Ibama (antes, o registrofinal era concedido apenas após parecer favorável dos três órgãos), sem considerar os custos socioecológicos, com a flexibilização de marcos regulatórios e a fragilização dos órgãos de controle e fiscalização.

Desde o começo do governo Bolsonaro, a então ministra da Agricultura, afirmou reiteradas vezes que o processo de aprovação de agrotóxicos no país era lento e que atrasava o agronegócio brasileiro.  E nesse sentido, várias medidas foram tomadas para “modernizar” os trâmites e diminuir a burocracia na análise de novos produtos. E não por acaso, os anos de governo Bolsonaro foram os mais permissivos para a aprovação de registros de agrotóxicos na história do país.

A aprovação do decreto de 2021 teve grande repercussão e criticas dos ambientalistas. A médica e pesquisadora da Fiocruz e Abrasco, Karen Friedrich, a decisão de flexibilizar o registro de pesticidas no país trazia grandes riscos “Atualmente, substâncias que causam doenças como câncer, mutação genética e má formação fetal, a princípio, não têm seu uso e fabricação aprovados no Brasil. Com o decreto, a regra muda: caso seja possível determinar uma dose segura de uso e exposição, a substância pode ser permitida”.

Em relação à liberação de agrotóxicos, uma matéria publicada por Paula Salati, g1, no dia 4 de fevereiro de 2023, com base nos dados coletados, informa que nos quatro anos do governo Bolsonaro foram liberados 2.182 agrotóxicos “recorde para um governo desde 2003” e que “Desse total, 98 são inéditos e 366 são biológicos, ou seja, têm baixo impacto sobre o meio ambiente. Nenhum presidente havia aprovado tantos produtos desses dois tipos, segundo série histórica do Ministério da Agricultura”.

Em julho de 2023, o Supremo Tribunal Federal (STF), por maioria de votos, anulou trechos do decreto presidencial de 2021, considerados inconstitucionais. Entre eles, o dispositivo que passou a responsabilidade de determinar o limite máximo de resíduos de agrotóxicos e o intervalo de segurança de aplicação dos produtos somente ao Ministério da Saúde. A ministra Carmem Lucia, relatora do caso, afirmou que havia o que ela chamou de “enfraquecimento nas políticas de fiscalização” no trecho da regulamentação, que desobrigava a obrigação de envio ao Poder Público de laudos sobre impurezas por parte de titulares de registros de agrotóxicos, que ela considerou como um retrocesso ambiental (No decreto de 2021, as empresas precisavam apenas “guardar” o documento).

Com a aprovação da Lei 14.785, em dezembro de 2023, a Anvisa e Ibama voltaram a integrar o processo de  reavaliação/reanálise dos riscos de agrotóxicos “quando organizações internacionais responsáveis pela saúde, alimentação ou meio ambiente alertarem para riscos ou desaconselharem o uso de agrotóxicos, seus componentes e afins ou quando surgirem indícios da ocorrência de riscos que desaconselhem o uso de produtos registrados”. 

Em 2023, o país teve o menor índice de liberação de agrotóxicos, depois de sete anos consecutivos de crescimento, com a liberação de 555 pesticidas, uma queda de 15% em relação a 2022 (652, recorde histórico até então).

O que mudou com o governo Lula? Houve várias mudanças para aumentar a transparência, previsibilidade e eficiência da análise regulatória, com o fortalecimento de ações de fiscalização e controle, como os “chamamentos públicos para atualização documental e revisão técnica de produtos”. A Lei nº 14.785/2023, que instituiu o modelo de protocolo único, rastreabilidade e priorização técnica.

No dia 1 outubro de 2025, o presidente Lula  sancionou a Lei 15.223 que consolida o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o Plano Safra da Agricultura Familiar. Até então, os dois programas eram regulamentados por decretos presidenciais.

O Pronaf foi criado em 1996 com o objetivo  de apoiar financeira e tecnicamente os pequenos produtores rurais, especialmente os que tinham renda familiar baixa, e o Plano Safra é um programa que objetiva fornecer recursos para o financiamento da atividade agrícola, “a promoção da igualdade, da inclusão social e da transição ecológica no meio rural”.

O plano tem uma modalidade específica para a agricultura familiar, que havia sido descontinuada em 2019, no primeiro ano do governo Bolsonaro, mas foi retomada em 2023, com o presidente Lula. 

Em junho de  2025  foi anunciado o Plano Safra 2025/2026, com previsão de R$ 89 bilhões em crédito rural.

Entre as diretrizes, está o incentivo à produção sustentável, com redução do uso de insumos químicos, menor consumo de água e valorização da biodiversidade, alinhando a agricultura familiar aos desafios das mudanças climáticas (Fonte: Agência Senado).

No dia 22 de dezembro de 2025, o Ato n.61 do MAPA, determinou a suspensão cautelar dos registros de 34 produtos agrotóxicos e foram apreendidos em ações de fiscalização 1.946 litros de agrotóxicos ilegais.

No início de 2026, o Mapa divulgou os dados dos registros de agrotóxicos e afins concedidos em 2025. Houve um aumento em relação ao que havia sido aprovado em 2024. Foram 912 registros concedidos, sendo 323 produtos técnicos – destinado exclusivamente ao uso industrial – a liberação de 162 produtos classificados como bioinsumos – o maior quantitativo já registrado no país “abrangendo produtos formulados biológicos, microbiológicos, bioquímicos, extratos vegetais, reguladores de crescimento, inclusive para uso na agricultura orgânica”. 

No entanto, os registros não estão diretamente relacionados ao volume de defensivos aplicados na agricultura e que “a demanda pelo uso desses insumos depende de fatores técnicos, como área cultivada, pressão de pragas, condições climáticas e sistemas de manejo”. Dados do Ministério informa que em 2024, por exemplo, 58,6% das marcas comerciais de agrotóxicos químicos registrados e 13,6% dos ingredientes ativos não chegaram a ser comercializados.

No dia 11 de maio de 2026, no âmbito do Programa Nacional de Redução dos Agrotóxicos (PRONARA) foi lançado oficialmente o Painel de Monitoramento de Agrotóxicos nos Recursos Hídricos, com dados coletados em diversas bacias hidrográficas do país, tendo como base o monitoramento realizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) e objetiva identificar e medir o grau de pesticida presente na vida aquática, rastrear o número de agrotóxicos, ou seja, tendo como objetivo “Identificar riscos e orientar ações preventivas quanto ao uso inadequado, o excesso de aplicações de produtos que tem impactos significativos em organismos aquáticos, polinizadores, o solo e os seres humanos”. Segundo o ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, atualmente são 49 tipos de agrotóxicos monitorados, mas esse número deve (e precisa) crescer, com a ampliação da cobertura territorial.

São iniciativas importantes, mas ainda insuficientes para o combate eficaz dos agrotóxicos, da quantidade em circulação no país, especialmente depois da aceleração desse processo, com a liberação de produtos químicos e de herbicidas como o clorpirifós, classificado como inseticida, formicida e acaricida, proibido nos Estados Unidos e Canadá e na Europa, depois que estudos apontaram problemas causados por este agrotóxico à saúde humana, mas continuou sendo utilizado no Brasil.

É necessário celeridade nos estudos de reavaliação do registro de agrotóxicos, que é o principal mecanismo que pode proibir a venda e uso de um agrotóxico no país. No entanto, como já houve exemplos, após iniciado, o processo pode perdurar por mais de uma década, como foi o caso da reavaliação do Glifosato, o herbicida mais vendido no mundo, chamado de “defensor agrícola” para controlar pragas como mosquitos, baratas, larvas e outros, que começou em 2008 e só foi concluída em 2020 (uma análise desse processo está no artigo O silenciamento dos danos causados pelo glifosato no Brasil – simbiose estatal-corporativa e colonialismo químico, das professoras da Universidade Federal de Santa Catarina, Julia de David Chelottie Marília de Nardin Budó no Dossiê: Justiça criminal e punição em um mundo em transformação: novas tecnologias, economia política e mudança climática v. 4 n. 2 (2024).

O problema é que o Brasil é um dos maiores consumidores mundiais de agrotóxicos, inclusive do grifosato e o governo que procura regulamentar esse processo no país, enfrenta grandes desafios, como a aprovação de leis em um parlamento que tem a maior bancada de representantes desse setor (a chamada de bancada ruralista) Segundo a Frente Parlamentar Agropecuária com dados de 1 de abril de 2026, são 342 parlamentares, sendo 292 deputados e 50 senadores.

E outro desafio é, ao mesmo tempo que tenha iniciativas de combate ao uso de agrotóxicos, apoiar (com recursos, empréstimos etc.), alternativas como a agricultura orgânica, que tem como princípio a conservação, manejo e produção sustentável, visando uma alimentação saudável, sem agrotóxicos, integrando princípios ecológicos, sociais e econômicos na produção de alimentos. 

Essencialmente, a expansão da agricultura orgânica, mais saudável e sem a prevalência da lógica capitalista da homoneneização dos produtos (com o uso intensivo de sementes de plantas geneticamente modificadas em laboratórios, adubação química, etc.) e produção em larga escala para exportação. O modelo industrial vigente, dominante, está baseado no uso intensivo de agrotóxicos, com danos à saúde humana, animal e ao meio ambiental.

Daí a importância de programas para fortalecer a agricultura familiar na segurança alimentar e ampliar o acesso ao crédito para pequenos agricultores. 

O fato é que o Brasil é uma potência agrícola global, mas convive com problemas históricos, como a concentração fundiária e ausência de uma reforma agrária e não pode (ou não deve) continuar a ser um grande produtor de alimentos, com recordes por anos consecutivos e a fome permanecer para milhões de pessoas. 

E embora milhões tenham saído dessa condição no governo Lula (a saída do Brasil do Mapa da Fome) – ainda existe a insegurança alimentar, problema que permanece como um flagelo a ser combatido e resolvido. Nesse sentido, é fundamental a existência de políticas públicas que incentivem a redução do uso de agrotóxicos e o incentivo à agricultura orgânica, dos riscos dos agrotóxicos e a promoção de alternativas sustentáveis.

Fonte: saibamais.jor.br

Medalha homenageia potiguar que foi 1ª mulher reitora de universidade pública no Brasil

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Medalha homenageia potiguar que foi 1ª mulher reitora de universidade pública no Brasil

Poucos sabem, mas um marco da educação superior brasileira começou no Rio Grande do Norte. Foi na então Universidade Regional do Rio Grande do Norte (URRN), atual Uern, que a professora Maria Gomes, nascida em Apodi, se tornou a primeira mulher a assumir a reitoria de uma universidade pública no país. Agora, quase cinco décadas depois de sua gestão, esse pioneirismo passa a dar nome a uma honraria nacional: a Medalha Magnífica Reitora Maria Gomes, instituída pela Abruem (Associação Brasileira de Reitoras e Reitores das Universidades Estaduais e Municipais).

A medalha foi criada durante o 75º Fórum Abruem, realizado em Porto Alegre (RS). A instituição da honraria ocorreu por meio da Resolução nº 01/2026, aprovada pelo Pleno da entidade, a partir de proposta apresentada por Cicília Maia, presidente da Abruem e reitora da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte.

Maria Gomes esteve à frente da URRN entre janeiro de 1973 e janeiro de 1977. Sua chegada ao cargo máximo da instituição abriu caminho em um período no qual a presença de mulheres em espaços de liderança universitária ainda era rara. O gesto, que nasceu no RN, tornou-se referência nacional na história da educação pública.

A Medalha Reitora Maria Gomes será concedida a personalidades femininas que se destacam em causas educacionais e sociais. A honraria reconhecerá mulheres com atuação marcada pela ética, dedicação e compromisso com a transformação da sociedade, especialmente nas áreas de educação, inclusão social, cidadania e desenvolvimento humano.

A entrega da medalha ocorrerá durante os Fóruns Nacionais da Abruem, realizados duas vezes por ano.

Para Cicília Maia, a criação da honraria recupera uma memória essencial da universidade pública brasileira e reafirma a contribuição feminina para a educação.

“A reitora Maria Gomes abriu caminhos em um período em que os espaços de liderança feminina eram ainda mais restritos. Instituir esta medalha é reconhecer sua coragem, sua trajetória e sua contribuição histórica para a educação superior pública no Brasil. É também uma forma de manter viva a memória de mulheres que transformaram instituições e impactaram gerações”, destacou Cicília Maia.

Cicília Maia é a terceira mulher a assumir a reitoria da Uern, quase cinco décadas após a gestão pioneira de Maria Gomes, e tornou-se a primeira reitora reeleita da história da Universidade. Antes dela, a professora Nevinha Gurgel também ocupou o cargo.

A trajetória feminina na gestão superior da Uern inclui ainda Fátima Raquel Morais. Então vice-reitora, ela assumiu a reitoria em 2020 e permaneceu até setembro de 2021, período em que conduziu a Universidade durante a pandemia de Covid-19. Por essa atuação, passou a integrar a galeria de ex-reitores da instituição.

Com a criação da medalha, a história de Maria Gomes deixa de ser apenas um marco da Uern e do Rio Grande do Norte para se transformar em símbolo nacional de reconhecimento a mulheres que ampliaram o alcance social da educação pública.

Maria Gomes de Oliveira nasceu em Apodi

Nascida em Apodi, em 30 de novembro de 1928, Maria Gomes de Oliveira construiu uma trajetória ligada à educação desde cedo. Estudou em sua cidade natal e, ainda jovem, mudou-se para Mossoró, onde concluiu o Magistério na Escola Normal. Formou-se em Serviço Social pela UFRN, com bolsa obtida por intermédio de Dom Costa, e voltou a Mossoró, onde atuou em diferentes frentes da educação e da formação profissional, com participação na criação do Sesi e do Senai na cidade.

Foi a primeira secretária de Educação de Mossoró, entre 1963 e 1969, e, em 1973, chegou à reitoria da instituição que daria origem à atual UERN, sucedendo João Batista Cascudo Rodrigues e tornando-se a primeira mulher a comandar uma universidade pública no Brasil. Também foi secretária de Educação de Natal. Maria Gomes morreu em 1º de fevereiro de 2015, em Natal.

Fonte: saibamais.jor.br

a semana que pode mudar a vida de milhões de trabalhadores

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Fim da escala 6 x 1: a semana que pode mudar a vida de milhões de trabalhadores

Depois de quase quatro décadas de silêncio institucional, o Brasil finalmente volta a encarar uma pergunta que deveria estar no centro de qualquer sociedade minimamente civilizada: quanto vale o tempo de vida de um trabalhador?

A semana que começa é decisiva para a aprovação do projeto que põe fim à cruel escala 6 x 1 e reduz a jornada semanal para 40 horas. Nesta segunda-feira, haverá a leitura do relatório da PEC na Comissão Especial que trata da matéria na Câmara. Na quarta-feira, está prevista a votação na comissão e, na quinta-feira, a apreciação e votação do projeto pelos deputados no plenário da Casa.

Esse debate não surge por acaso. Nasce do esgotamento físico e mental de milhões de brasileiros que sustentam o país funcionando enquanto mal conseguem viver a própria vida.

Desde a Constituição de 1988, quando a jornada foi reduzida para 44 horas semanais, o Congresso Nacional jamais enfrentou seriamente a necessidade de avançar nessa pauta.

Foram 38 anos em que o mundo mudou, a tecnologia avançou, a produtividade aumentou e a economia se transformou radicalmente. Ao mesmo tempo, a vida do trabalhador brasileiro continuou aprisionada em uma lógica quase industrial do século passado.

E é importante deixar claro quem são as pessoas mais atingidas pela escala 6 x 1. Não estamos falando dos executivos de grandes empresas, dos donos de aplicativos ou dos defensores do “empreendedorismo” nas redes sociais. O público impactado pelo projeto é majoritariamente jovem, negro, com baixa escolaridade — a maioria tem até o ensino médio incompleto — e possui renda média de até dois salários mínimos.

Os setores do comércio e serviços, da agropecuária e da indústria lideram as áreas com maior contingente de trabalhadores submetidos a jornadas exaustivas.

O Brasil possui 14,1 milhões de pessoas que trabalham com direito a apenas um dia de descanso por semana. São trabalhadoras e trabalhadores que atuam como caixas de supermercado, atendentes de farmácia, balconistas, trabalhadores de shopping, recepcionistas, operadores de telemarketing, garçons, cozinheiras, vigilantes, motoristas, profissionais de limpeza, funcionários de hotéis e trabalhadores de serviços em geral.

Dados do governo federal mostram que 1,4 milhão de empregadas domésticas trabalham na escala 6 x 1.

É justamente a parcela da população que ganha menos, enfrenta jornadas mais exaustivas e depende de transporte público lotado que hoje sacrifica praticamente toda a semana em troca de um único dia de descanso. Um dia que muitas vezes sequer serve para descansar: é quando se lava roupa, faz-se feira, limpa-se a casa, resolvem-se burocracias e tenta-se recuperar o sono acumulado.

Uma jornada que penaliza ainda mais as mulheres, sobrecarregadas também pelas demandas domésticas e sobre quem recaem os cuidados com filhos, cônjuges, idosos e pessoas adoecidas.

A escala 6 x 1 rouba algo que deveria ser básico: o direito de existir para além do trabalho.

Por isso, reduzir a jornada e ampliar o descanso não é luxo, nem “preguiça”, como repetem certos setores empresariais acostumados a tratar trabalhador como peça descartável. É saúde pública. É dignidade. É qualidade de vida.

Ter mais tempo livre significa permitir que pais acompanhem o crescimento dos filhos; que mães consigam descansar; que trabalhadores possam estudar, praticar atividade física, cuidar da saúde mental ou simplesmente ter lazer — algo que, para boa parte da elite brasileira, parece ser tratado como privilégio, e não como direito.

Os países que avançaram na redução da jornada não quebraram. Ao contrário: registraram aumento de produtividade, melhora nos índices de saúde mental e redução do adoecimento relacionado ao trabalho. Funcionários menos exaustos produzem mais e vivem melhor. Não há qualquer novidade revolucionária nisso. O que existe é a resistência de setores que ainda enxergam direitos trabalhistas como ameaça, nunca como investimento social.

O curioso é que o mesmo mercado que defende modernização tecnológica, inteligência artificial e automação frequentemente age como se o trabalhador ainda tivesse a obrigação de viver exclusivamente para bater ponto.

A discussão sobre a jornada de trabalho é, no fundo, uma discussão sobre humanidade.

Afinal, qual é o sentido do desenvolvimento econômico se ele não for capaz de devolver às pessoas aquilo que elas têm de mais valioso: tempo?

O Brasil demorou 38 anos para retomar esse debate. Talvez porque parte das nossas elites ainda considere natural que milhões de pessoas sobrevivam apenas entre o ônibus, o crachá e o cansaço.

Mas o país que produz riqueza também precisa aprender a distribuir vida.

Portanto, mais do que nunca, nesta semana decisiva, precisamos seguir com as mobilizações, conversando com colegas de trabalho, amigos e familiares sobre a importância do projeto que acaba com a escala 6 x 1 e reduz a jornada para 40 horas, garantindo um dia a mais de descanso sem redução de salário.

É fundamental pressionar deputados e senadores nos estados, cobrando uma posição favorável aos trabalhadores e verdadeiramente em defesa das famílias. Essa é a pauta central do Brasil neste primeiro semestre. E, como todo avanço social na história do país, a redução da jornada e o fim da escala 6 x 1 só se transformarão em conquista com muita luta, engajamento e mobilização.

Fonte: saibamais.jor.br

Crescimento ou sobrevivência?

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Hoje, o nosso olhar vai mais profundo. Falar sobre comportamento é falar sobre mente, emoções, escolhas e também sobre neurociência.

Vivemos em uma era onde somos constantemente estimulados a consumir. O algoritmo entende nossos desejos, nossos impulsos e até nossas fragilidades. Sem perceber, passamos horas sendo influenciados a comprar, desejar, vender e produzir mais.

E nesse processo surge uma reflexão importante:

Quantas vezes somos os caçadores…
e quantas vezes somos as presas?

O consumo deixou de ser apenas necessidade.
Ele passou a ser estímulo, comparação e sensação momentânea de recompensa.

E é exatamente aí que muitos entram no ciclo do endividamento — assunto que já tratamos aqui anteriormente.

Mas essa reflexão também precisa chegar ao empreendedor.

Porque o empresário vive outra pressão constante:

👉 vender
👉 faturar
👉 crescer
👉 produzir mais

Mas será que faturar significa crescer?

Ou estamos apenas andando em círculos?

Muitos negócios aumentam vendas, movimentam dinheiro, aparentam sucesso… mas o empresário continua sem qualidade de vida, sem reserva financeira, sem tempo, sem tranquilidade e distante dos próprios sonhos.

E então surge a pergunta mais profunda:

Você está crescendo…
ou apenas sobrevivendo?

Crescimento financeiro verdadeiro não é aparência.
Não é status.
Não é fingir que está tudo bem enquanto a pressão financeira aumenta.

Quem quer crescer de verdade:

✔ traça metas
✔ faz planejamento
✔ entende seus números
✔ busca conhecimento
✔ desenvolve estratégias
✔ sabe onde quer chegar

E principalmente:

Aprende a perceber onde está acertando — e onde precisa mudar.

A neuroplasticidade nos mostra algo poderoso: o cérebro pode aprender novos caminhos. Isso significa que comportamentos financeiros também podem ser transformados.

Mas para isso é preciso consciência.

Pensar sobre dinheiro não é apenas calcular contas.
É entender hábitos, escolhas e prioridades.

Porque no fim das contas…

Não basta movimentar dinheiro.
É preciso construir vida.

E talvez a pergunta mais importante não seja quanto você faturou este mês.

Mas sim:

👉 O que esse dinheiro está construindo na sua vida?

Pense!

Rosie Lopes
@rosie.lopes
Consultora de Finanças e Crédito | Mercado Financeiro
Desenvolve RN – Agência de Fomento do RN
Consultora e Instrutora do Sebrae RN
Criadora do projeto Finanças na Vida Real

para quem gosta de Rita Lee ou som feito no RN, temos o roteiro deste sábado

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#MeGuia: para quem gosta de Rita Lee ou som feito no RN, temos o roteiro deste sábado

O sábado, 23 de maio, chega com programação espalhada por Natal para quem quer sair de casa sem complicar muito o roteiro. Tem dança, música ao vivo, karaokê, rock, funk, encontros culturais e rodas de conversa em diferentes bairros da cidade.

No Teatro Alberto Maranhão, a pedida é “Quatro Estações”, espetáculo de dança com sessões às 16h e 19h. Mais cedo, a partir das 17h, o Lado B da Discol recebe a roda de conversa “A importância da saúde mental em projetos sociais culturais”, enquanto a Livraria Manimbu promove, às 18h, o encontro “Direito à Saúde e Terapias Afirmativas Transmasculinas”.

Para quem quer música, o roteiro passa pelo Mahalila Café, com “Acordes Gestálticos”, pelo Figa Bar, com Encontros Potiguares, pelo Molotov, com Pajux e Found a Job, e pelo Bardallo’s, onde Gustavo Cocentino apresenta o “Especial Os Imortais”, homenagem a Erasmo Carlos, Rita Lee, Belchior e Raul Seixas.

A noite ainda tem FunkStar na Casanova, karaokê no Eletromusic Pub, Dia de Rock no Wesley’s Bar, DJ Tesoura no LaLuna, Vem Curtir no Bafafá Bar e Radiomaniacs no Sempre Rock. É agenda para escolher pelo bairro, pelo som ou pela vontade de esticar o sábado até onde der.

Quatro Estações — dança | 23.05 SÁBADO
LOCAL | Teatro Alberto Maranhão (Praça Augusto Severo, s/n – Ribeira, Natal)
HORÁRIO | 16h e 19h
ENTRADA | Pago
INFORMAÇÕES | @teatroalbertomaranhao.oficial

Karaokê | 23.05 SÁBADO
LOCAL | Eletromusic Pub (Av. Prudente de Morais, 5823 – Candelária, Natal)
HORÁRIO | 20h
ENTRADA | Entrada free
INFORMAÇÕES | @eletromusicpub

Acordes Gestálticos | 23.05 SÁBADO
LOCAL | Mahalila Café (Rua Dra. Nívea Madruga, 19 – Lagoa Nova, Natal)
HORÁRIO | 19h
INFORMAÇÕES | @mahalilacafe

FunkStar | 23.05 SÁBADO
LOCAL | Casanova (Av. Senador Salgado Filho, 3526 – Candelária, Natal)
HORÁRIO | 20h
ENTRADA | Entrada free até 23h
INFORMAÇÕES | @casanova

ESPECIAL OS IMORTAIS | 23.05 SÁBADO
Gustavo Cocentino presta uma homenagem a essas lendas que transformaram a nossa música:
 Erasmo Carlos, Rita Lee, Belchior e Raul Seixas
LOCAL | Bardallo’s (Rua Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta, Natal)
HORÁRIO | 20h
ENTRADA | R$15,00
INFORMAÇÕES | @bardallosnatal

Encontros Potiguares | 23.05 SÁBADO
LOCAL | Figa Bar (Rua Manoel Coringa de Lemos, 633 – Vila de Ponta Negra, Natal)
HORÁRIO | 18h
INFORMAÇÕES | @figa.bar

Pajux + Found a Job | 23.05 SÁBADO
LOCAL | Molotov Drinks (Av. Senador Salgado Filho, 1593 – Lagoa Nova, Natal)
HORÁRIO | 18h
ENTRADA | Couvert R$10 (revertido em drink)
INFORMAÇÕES | @molotovdrinks_

DIA DE ROCK | 23.05 SÁBADO
LOCAL | Wesley’s Bar (Rua Alexandre Câmara, 1773 Capim Macio, Natal)
HORÁRIO | Abertura às 17h
ENTRADA | Entrada FREE até 21h
INFORMAÇÕES | @wesleysbar

DJ TESOURA | 23.05 SÁBADO
LOCAL | LaLuna Bar (Praça da Guerreira – Alameda das Acácias, 10 – Neópolis, Natal)
HORÁRIO | 19h
INFORMAÇÕES | @Laluna

Vem Curtir | 23.05 SÁBADO
LOCAL | Bafafá Bar, Praça Dr. Amaro Marinho, 07, Lagoa Nova
HORÁRIO | 20h
ENTRADA | couvert R$ 12
INFORMAÇÕES | @bafafa.bar

Roda de Conversa “Direito à Saúde e Terapias Afirmativas Transmasculinas” | 23.05 SÁBADO
LOCAL | LIVRARIA MANIMBU (Av. Floriano Peixoto, 544, Petrópolis – Natal/RN)
HORÁRIO | 18h
ENTRADA | gratuita
INFORMAÇÕES | @manimbu.rn

Roda de Conversa “A importância da saúde mental em projetos sociais culturais” | 23.05 SÁBADO
LOCAL | Lado B da Discol (Rua João Pessoa, 89, Cidade Alta – Natal/RN)
HORÁRIO | 17h
ENTRADA | gratuita
INFORMAÇÕES | @ateliesantacatarina

Radiomaniacs | 23.05 SÁBADO
LOCAL | Sempre Rock (Av. Praia de Ponta Negra, 9045, Ponta Negra)
HORÁRIO | 18h
ENTRADA | Couvert
INFORMAÇÕES | @semprerockbar

CINEMA ___________________________

Confira as programações completas:
MOVIECOM, Praia Shopping, todo mundo paga meia de segunda à quarta-feira.
CINÉPOLIS, Natal Shopping
CINEMARK, Midway Mall
CINEFLIX, Partage Norte Shopping

EQUIPAMENTOS PÚBLICOS ____________________________

PINACOTECA POTIGUAR
Reúne a maior parte do acervo de Artes Visuais pertencente ao Governo do Estado, com obras de artistas como Newton Navarro, Maria do Santíssimo, Abraham Palatinik, Dorian Gray Caldas e Zaíra Caldas. Até 10 de dezembro, segue aberta a exposição “Objetos do Cotidiano”, que reúne uma coletânea dos trabalhos produzidos por 38 participantes das oficinas de fotografia do Projeto “Narrativas do Silêncio”.
LOCAL |Praça Sete de Setembro, s/n Cidade Alta, ao lado da Assembleia Legislativa do RN
HORÁRIO |de terça a sexta-feira, das 8h às 17h, e aos finais de semana, das 9h às 16h
Entrada gratuita.

CIDADE DA CRIANÇA
O parque público, fundado em 1962, compreende parque Infantil, pista de cooper, Lagoa Manoel Felipe, pedalinhos, igrejinha, anfiteatro, Escola de Artes Newton Navarro, Biblioteca Infanto-juvenil Mirian Coeli, Casa de Vovozinha, praça de alimentação com quiosques, Espaço Eureka de Ciência e Tecnologia.
LOCAL |Cidade da Criança (Av. Rodrigues Alves – Tirol)
HORÁRIO | aberto das 8h às 18h
ENTRADA | R$ 2 (menores de 5 anos e maiores de 65 não pagam)
INFORMAÇÕES | @cidadedacriancanatal

FORTE DOS REIS MAGOS
O monumento, administrado pela Fundação José Augusto, está aberto à visitação. Visitas em grupo devem ser encaminhadas com antecedência para o e-mail [email protected], contendo data, horário e o descritivo da atividade a ser realizada.
LOCAL |Forte dos Reis Magos (Praia do Forte)
HORÁRIO | das 8h às 16h (de terça a domingo), fechando apenas às segundas-feiras para manutenção
ENTRADA | R$ 5 (entrada inteira) e R$ 2,50 (meia entrada) aos visitantes da Fortaleza dos Reis Magos. Crianças até sete anos e os idosos a partir dos 60 anos estarão isentos dessa cobrança.
INFORMAÇÕES | Aqui

CAJUEIRO DE PIRANGI Localizado na praia de Pirangi do Norte, Parnamirim, o Cajueiro cobre uma área de aproximadamente 9.000 m², com perímetro de aproximadamente 500 metros. Em virtude da sua extensão, a árvore gigante entrou para o Guinness Book “O Livro dos Recordes”, em 1994, como o Maior Cajueiro do Mundo. A árvore faz parte da vida da comunidade e do roteiro turístico dos visitantes do RN. A entrada custa R$ 8. Crianças, de sete a 12 anos pagam meia-entrada, assim como estudantes, professores e idosos, portando carteira comprobatória.LOCAL | Av. S. Sebastião, s/n, Pirangi do NorteHORÁRIO | 7h30 às 17h30 – ESTÁ FECHADO PARA RECUPERAÇÃO NOS DIAS 16 e 17 de SETEMBRO TELEFONE | (84) 3113 – 6191E-MAIL | [email protected]

BOSQUE DAS MANGUEIRAS
Área pública de 14.125 m², do bioma Mata Atlântica, conforme classificação do Manual Técnico da Vegetação Brasileira (IBGE, 2012). O local dispõe de passeios acessíveis para prática de atividades físicas como caminhada e corrida.
LOCAL |entre a Av. Nascimento de Castro, Jaguarari e Rua Tertius Rebelo, bairro Lagoa Nova
HORÁRIO |de segunda a sexta das 8h às 14h
CONTATOS | [email protected]e Ouvidoria Semurb: (84) 3616-9829.

COMPLEXO CULTURAL RAMPA
O centro cultural edificado às margens do Rio Potengi está aberto à visitação. O Complexo é formado por edificações destinadas a abrigar o Museu da Rampa, o Memorial do Aviador, o Grêmio da Rampa, além de outros espaços voltados à realização de eventos, exposições, cursos e oficinas. Atualmente, os visitantes têm acesso a quatro mostras: “Natal Encruzilhada do Mundo”, “Sala da Paz”, “O Maior Feito Náutico do Mundo: 70 Anos da IOLE RN 2” e “Jornada na Cidade”.
LOCAL |Rua Cel. Flamínio, 1 – Santos Reis, Natal
HORÁRIO |das 9h às 18h (de terça a domingo), fechado apenas às segundas-feiras
Entrada gratuita.



Fonte: saibamais.jor.br

Cami Santiz transforma litoral potiguar em paisagem pop no álbum “Salina”

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Cami Santiz transforma litoral potiguar em paisagem pop no álbum “Salina”

Cami Santiz prepara o lançamento de seu primeiro álbum. Intitulado SALINA, o disco chega às plataformas no próximo dia 28 de maio, às 21h, consolidando uma nova fase artística da cantora e compositora.

Depois de iniciar essa transição estética com o single “Canto da Sereia”, lançado em 2025, Cami agora expande o universo marítimo, sensual e melancólico que vem construindo nos últimos anos. O álbum mistura trip-hop, synthpop, chillwave e referências da cultura de paredão nordestina.

SALINA nasce como uma investigação afetiva sobre território, identidade e memória. Inspirado nas salinas de Mossoró, no imaginário costeiro do Rio Grande do Norte e nas experiências de juventude vividas à beira-mar, o disco propõe uma leitura pop do litoral nordestino a partir de uma perspectiva íntima e contemporânea.

Em entrevista à Agência Saiba Mais, Cami fala sobre o conceito do álbum, a relação entre o sal e a cultura nordestina, as transformações sonoras dessa nova fase e o desejo de transformar experiências locais em algo universal.

“O sal está sempre ao nosso redor. Dá sabor, preserva, transforma”

“SALINA” começou como uma ideia estética, sonora ou emocional? Em que momento você percebeu que esse universo precisava virar um álbum?

Pensei muito em elaborar um conceito que remetesse ao Rio Grande do Norte de alguma forma. Popularmente, Natal é conhecida como a Cidade do Sol e do Sal. O sol já é um símbolo amplamente explorado, mas comecei a me perguntar: e o sal?

Foi assim que surgiu, de forma quase intuitiva, o nome SALINA. Ao pesquisar mais sobre o tema, descobri algo que me impactou profundamente: o Rio Grande do Norte é o maior produtor de sal marinho do Brasil e um dos maiores do mundo. É uma riqueza imensa, mas pouco explorada no imaginário popular. Quando pensamos no estado, lembramos das dunas, das praias, da culinária. Mas a base da culinária de praticamente todo brasileiro, o sal, vem daqui, de perto. Vem de Mossoró.

A partir dessa descoberta, comecei a traçar um paralelo entre o sal e a arte produzida no Brasil. Assim como o sal, grande parte da produção cultural brasileira nasce no Nordeste e está presente no cotidiano das pessoas, mesmo que muitas vezes elas não percebam.

Além desse significado simbólico, as imagens das salinas de Mossoró são impressionantes. Existe algo de grandioso, quase onírico, naquelas paisagens. E, olhando para minhas composições, percebi que elas sempre retornavam aos mesmos elementos: o mar, a água, o sal. Então me perguntei: por que não trazer isso para o próprio nome do disco?

Embora eu tenha nascido no Norte, me mudei muito cedo para Natal. Uma das minhas primeiras lembranças é entrar no mar de olhos abertos e sentir o ardor do sal. Também me encanta pensar que a própria salina nasce do encontro entre a água doce dos rios e a água salgada do mar. De certa forma, essa mistura também fala sobre a minha construção como pessoa, feita de encontros, deslocamentos e cruzamentos.

O sal está sempre ao nosso redor. Dá sabor, preserva, transforma. E, de alguma maneira, também deu vida a este trabalho.

Você já vinha explorando uma fase mais soturna desde “Canto da Sereia”. Como essa transformação aparece ao longo do disco?

O disco possui um interlúdio que marca a transição de sua fase mais solar para um território mais noturno e contemplativo. Gosto de pensar nesse momento como um pôr do sol na praia, quando a luz dourada do dia dá lugar ao brilho da lua refletido sobre o mar.

A partir dessa mudança, o álbum mergulha em sonoridades mais densas e atmosféricas, explorando elementos do trip-hop, guitarras mais presentes, canções pensadas para a noite e andamentos mais desacelerados. Essa virada não acontece apenas na sonoridade, mas também na atmosfera emocional do trabalho.

Acredito que essa transição é uma das formas mais claras de demonstrar minha versatilidade musical, permitindo que diferentes influências coexistam dentro do mesmo universo artístico, sem perder a identidade que conecta todas as faixas do disco.

Ouça:

O mar, as salinas e a figura da sereia parecem símbolos centrais nessa nova era. O que esses elementos representam dentro do álbum?

De forma central, o disco busca traduzir, sob a minha perspectiva, a experiência de viver em uma cidade litorânea, especialmente durante a juventude. É um trabalho atravessado por memórias e sensações que fazem parte desse cotidiano: os encontros à beira-mar, os romances que nascem e se desenvolvem na praia e a própria paisagem costeira como cenário afetivo de tantas histórias.

A figura da sereia surge como um símbolo importante dentro desse universo. Ela representa a sensualidade, o mistério e o magnetismo presentes nas canções, características que também se refletem na minha forma de interpretar e cantar. É uma imagem que conecta desejo, liberdade e imaginação, elementos recorrentes ao longo do álbum.

E existe ainda o sal, que atravessa todo o conceito do projeto. Mais do que um elemento da paisagem, ele representa aquilo que dá sabor à vida e à cultura popular nordestina. Presente no mar, na história e na mesa das pessoas, o sal funciona como uma metáfora para as experiências que marcam, transformam e dão identidade a este trabalho.

Sonoramente, como foi equilibrar referências como trip-hop, chillwave e synthpop com a bregadeira e outras influências nordestinas que já marcam seu trabalho?

A presença da bregadeira no álbum é uma extensão natural de “Amor por Telepatia”, meu primeiro single. Foi naquele momento que comecei a explorar de forma mais consciente uma sonoridade que sempre esteve presente na minha vida, especialmente através de artistas e grupos que marcaram minha infância, como a Banda Grafith.

Ao longo desse processo, eu e meu produtor musical, VZL SWAMI, desenvolvemos uma sintonia criativa muito forte. Partimos de referências ligadas à cultura de paredão, tão característica do Nordeste, mas buscamos adicionar uma identidade própria ao som. O resultado é uma fusão entre elementos populares e uma abordagem mais alternativa, incorporando texturas do lo-fi, atmosferas contemplativas e experimentações que ampliam os limites da bregadeira tradicional.

Desde LATINA BB, venho aprofundando cada vez mais esse diálogo entre o popular e o alternativo. Esse caminho encontra seu ponto máximo em “Seus Olhos”, faixa que encerra o álbum. Curiosamente, ela também foi minha primeira composição.

Inspirada em paisagens e sensações associadas a Nísia Floresta, a música mergulha em referências do trip-hop e da chillwave, criando uma atmosfera introspectiva e envolvente.

De certa forma, “Seus Olhos” sintetiza uma das principais propostas do disco: traduzir musicalmente os diferentes estados de espírito que o litoral provoca.

Esse é seu primeiro álbum. O que “SALINA” consegue dizer sobre você artisticamente que os singles anteriores ainda não falaram?

Acredito que um álbum seja a forma mais completa de me comunicar como cantora. Os singles tiveram um papel fundamental na minha trajetória e me proporcionaram visibilidade, mas um álbum permite uma experiência mais profunda e abrangente.

Gosto de pensar nele como uma refeição completa: não apenas um único sabor, mas uma combinação de elementos que se complementam e revelam diferentes camadas de quem eu sou artisticamente.

É dentro desse formato que consigo me traduzir de maneira mais fiel e madura. Ao longo dos últimos anos, minha forma de cantar evoluiu, minha presença de palco se fortaleceu e minha compreensão sobre minha própria identidade artística se tornou mais clara. Naturalmente, surgiu o desejo de registrar esse momento em um trabalho que representasse essa fase de crescimento.

Mais do que reunir músicas, este álbum é uma afirmação artística. É a oportunidade de apresentar uma visão mais ampla do meu universo criativo e de defender uma sonoridade que carrega as referências que me formaram.

Quero levar esse trabalho para além do Rio Grande do Norte, apresentando ao Brasil uma perspectiva de cultura pop nordestina atravessada pelo meu olhar e pelo meu sotaque nortista.

Depois de construir essa nova fase de forma tão independente, o que você espera que o público sinta ao ouvir “SALINA” pela primeira vez?

Meu desejo é que este seja um álbum essencialmente natalense, capaz de traduzir a experiência de viver na esquina do continente. Um lugar marcado pelo sol forte, pelas dunas que moldam a paisagem e pela flor de sal que tempera não apenas a culinária, mas também a identidade cultural da região.SA

Mais do que contribuir para o universo da música pop, meu objetivo é reafirmar uma identidade geográfica e cultural. Acredito que existe uma riqueza imensa nas narrativas produzidas no Norte e no Nordeste do Brasil, e este álbum nasce justamente do encontro dessas duas forças que também fazem parte da minha trajetória pessoal.

Foi um projeto realizado com muito cuidado e dedicação. Sua etapa final contou com a masterização do professor Alexandre Maiorino, da Escola de Música da UFRN, um profissional cuja contribuição foi fundamental para a conclusão do trabalho.

Além do trabalho desenvolvido ao lado do produtor musical VZL SWAMI, o projeto conta com colaborações de TINOC, Ian Medeiros e Tati Anolino, artistas que contribuíram criativamente para a construção de sua identidade sonora.

Há ainda uma participação especial de Gabriel Vencelau, parceiro do Rio de Janeiro que se conectou ao projeto desde os primeiros momentos. Seu envolvimento foi tão significativo que ele chegou a compor a faixa de introdução do álbum.

SALINA é, portanto, o resultado de muitas mãos, diferentes vivências e referências que convergem para um mesmo propósito: transformar território, memória e identidade em música.

O link de pré-save nas plataformas de música está disponível aqui.

SAIBA MAIS:
Cami Santiz inaugura nova fase da carreira com o single “Canto da Sereia”



Fonte: saibamais.jor.br

Das opiniões banais

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Das opiniões banais

Nem sempre me dou ao trabalho de responder certas opiniões. Tenho aprendido que o melhor é ignorar os ignorantes. Mas, como diria minha saudosa mãe, eu às vezes engulo um boi e às vezes me engasgo com um mosquito. Então, como não sou hipócrita nem me faço de coitada, dou logo nome aos bois: este artigo é minha opinião banal sobre o texto do ilustríssimo senhor Vicente Serejo. Em sua coluna de opinião do dia 19 de maio de 2026, do importantíssimo jornal Tribuna do Norte, leio:
Na fortuna crítica da nova edição do ‘Crônica da Banalidade’, de Carlos de Souza, topei com a exegética expressão ‘Paratopia Literária’. Como? Até hoje não consegui saber o que significa. E foi pior: nenhum amigo apenas letrado soube explicar o mistério. Todas as vezes que por alguma afoiteza tento entender a linguagem do mundo fechado da ensaística engendrada da academia universitária, acabo com a cara contra a parede. Contaria vários casos, se tivesse espaço. O belo texto de Carlão, que tenho e li ainda na primeira edição, me fez sair da leitura vencido pelo novo enigma. Mesmo sabendo que o pedantismo, ao substituir o estilo fluente, não afaga os nossos olhos. Nem deixa neles o sabor do encontro inesquecível e prazeroso.
Vamos lá, por partes, ruminando bem direitinho: a expressão “paratopia literária” mencionada foi utilizada por mim no artigo reproduzido na reedição de “Crônica da Banalidade”, do saudoso Carlos de Souza, e lançado no último dia 16. Para quem for alfabetizado, basta ir conferir, tá lá explicitamente na página 119: a condição do escritor de ser “um quase lugar” que “não pode encerrar-se em nenhum território”. No restante do artigo, mostro que a paratopia, nessa contraditória relação entre pertencer e não pertencer a uma instância, se manifesta na Crônica de Carlão em três aspectos: no geográfico (entre São Paulo e Natal), no funcional (entre a casa, o trabalho e o bar) e no enunciativo (entre a escrita jornalística e a literária).
Será preciso desenhar?
Mas o mais importante é alertar para o discurso que se escamoteia na pretensa crítica do jornalista: ao sugerir que a “ensaística engendrada da academia universitária” se expressa como “pedantismo”, abre-se espaço para um precedente bastante perigoso: a de que a linguagem acadêmica é descabida e, por conseguinte, inútil. Sim, muitos acham que é inútil a produção de conhecimento e a tentativa de conciliar complexidades teóricas a práticas concretas. Muitos acham que a Universidade (olha o Lattes aí gente…) é inútil. Discursinho típico e recorrente dos extremistas, sabemos bem quem, os mesmos que chamam professores de vagabundos.
Uma coisa é tecer uma crítica com base no argumento em questão (algo como “não, o livro de Carlão não expressa paratopia…”). Adoro um bom debate nessa direção. Outra coisa é desmerecer meu texto não pelo argumento, mas sim reduzindo-o e taxando-o, indiretamente, de pedante, rebatendo não a ideia em si e sim a pessoa, algo bem falacioso, aliás. Argumento ad hominem é como chama (eita, estou sendo pedante!).
Enfim, para concluir, só posso lamentar que meu texto não tenha agradado ao ilustre jornalista. O que ele chama de pedantismo, para outros pode soar como elegância (e viva a diversidade, meu nobre!), então faço uso das palavras da Crônica da Banalidade: Nós somos elegantes, respondeu o professor!

Fonte: saibamais.jor.br

Samanda rebate Zenaide e defende segurança pública no governo Fátima

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Samanda rebate Zenaide e defende segurança pública no governo Fátima

Em uma prévia da disputa eleitoral no Rio Grande do Norte, a vereadora e pré-candidata a senadora Samanda Alves (PT) rebateu a senadora Zenaide Maia (PSD), que disse em vídeo nas redes sociais que o Brasil e o estado possuem um problema na segurança pública. Samanda citou dados de redução da violência nos últimos anos e afirmou que “não dá para desconhecer a verdade só porque mudou de palanque”. 

O vídeo da parlamentar do PSD foi publicado na quarta-feira (20). Na publicação, ela faz um alerta e diz que a população está com medo.

“O Brasil e o Rio Grande do Norte têm um problema sério de segurança pública. Eu não vou fingir que não tem. Não vou desviar do assunto. O cidadão está com medo. A família está com medo. O comerciante está com medo”, afirma.

Nesta quinta (21), foi a vez de Samanda dar a resposta. 

“Sinceramente, parece que ela [Zenaide] esqueceu da própria trajetória política. Foi no governo de Fátima que o Rio Grande do Norte saiu do mapa da violência no Brasil, que passou a liderar a redução de homicídios em todo o país e que alcançou os menores índices de mortes violentas dos últimos 15 anos. Enquanto muita gente só fazia discurso, nosso governo entregou mais policiais nas ruas, novas viaturas, inteligência, investimento e fortalecimento das forças de segurança”, respondeu.

A publicação foi feita em colaboração com outras lideranças petistas, como os deputados federais Fernando Mineiro e Natália Bonavides, além dos estaduais Francisco do PT, Divaneide Basílio e Isolda Dantas. O perfil institucional do PT-RN no Instagram também divulgou a mesma gravação, em colaboração com os perfis dos vereadores de Natal, Daniel Valença e Brisa Bracchi, da vereadora de Mossoró Plúvia Oliveira e da vereadora de João Câmara, Jeska Fernandes.

“O povo do RN lembra muito bem como era a segurança do Estado no governo Robinson, hoje aliado político da senadora Zenaide. Explosão de homicídios, crise no sistema prisional, rebeliões, o massacre de Alcaçuz, as forças de segurança sem estrutura e o Exército na rua. Foi naquela época que as facções cresceram aqui no Rio Grande do Norte. E chama atenção ver a senadora que caminhava ao lado da governadora Fátima Bezerra, hoje no palanque da oposição e ao lado de Robinson”, lembrou Samanda.

“Então, senadora, não dá para desconhecer a verdade só porque mudou de palanque. Segurança pública não se faz com discurso de ocasião, se faz com gestão séria, com investimento, com inteligência e com fortalecimento das forças de segurança. Ainda há desafios? Claro que há. Mas o povo do RN sabe diferenciar aqueles que enfrentaram o problema e aqueles que agora tentam reescrever a história. E o fortalecimento das forças de segurança do RN tem lado. É o lado do time de Lula e de Fátima”, prosseguiu a pré-candidata.

O embate nas redes sociais reafirma o afastamento de Zenaide Maia do campo petista. A senadora foi eleita em 2018 em uma chapa majoritária encabeçada pela governadora Fátima Bezerra, com forte apoio da militância do PT, e ocupa a função de vice-líder do governo Lula no Senado.

No período recente, porém, ela se aproximou do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), pré-candidato ao governo estadual e adversário declarado da governadora Fátima Bezerra (PT), com quem formará o palanque estadual na eleição deste ano. A decisão marca um rompimento com o PT a nível local.

Dados

Segundo informações do governo, o Rio Grande do Norte investiu mais de R$ 500 milhões em segurança pública entre 2019 e 2025. Em 2025, o RN alcançou a segunda maior redução de mortes violentas intencionais (CVLI) dos últimos 15 anos, consolidando uma trajetória histórica de queda na criminalidade no estado.

Segundo dados da Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análises Criminais (Coine), vinculada à Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), e fornecidos pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, foram registradas 853 mortes violentas em todo o território potiguar ao longo de 2025.

De acordo com a série histórica iniciada em 2011, o RN saiu de um pico de violência em 2017 — considerado o ano mais violento da história recente, com 2.272 crimes. Na comparação com esse período, a diferença representa uma redução de 1.419 mortes, o equivalente a uma queda de aproximadamente 62,6% em relação ao pior momento da série.

A diminuição nos índices de mortes violentas também foi observada nas maiores cidades do Estado: Natal e Mossoró. Em Natal, foram registradas 151 mortes violentas em 2025. Na série histórica dos últimos 15 anos, o maior número havia sido contabilizado em 2013, com 579 homicídios. No total, são 428 crimes a menos, o que representa uma redução de 73,9%.

Já em Mossoró, 2025 marca a maior redução da série histórica desde 2011. Foram registradas 79 mortes violentas no ano. No comparativo com 2017 — ano com o maior quantitativo de mortes violentas dos últimos 15 anos, quando 238 crimes foram registrados — a redução foi de 159 mortes, o equivalente a uma queda de 66,8%.

O governo também investiu em infraestrutura. No ano passado foram entregues seis grandes obras com orçamento superior a R$ 54 milhões. Entre os principais empreendimentos estão a nova sede do Itep, orçada em R$ 30 milhões, a Cidade da Polícia Civil, com aporte de R$ 20 milhões, e as instalações da Cavalaria da Polícia Militar, em fase de conclusão, que recebem R$ 11 milhões em investimentos.

Fonte: saibamais.jor.br

Contas de Álvaro na Prefeitura de Natal recebem parecer pela desaprovação

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Contas de Álvaro na Prefeitura de Natal recebem parecer pela desaprovação

O Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte (TCE-RN) recomendou a desaprovação das contas da Prefeitura do Natal em todos os anos da gestão do ex-prefeito Álvaro Dias (PL), que ficou à frente do Executivo entre 2018 e 2024. Os documentos apontam uma série de irregularidades que se repetem, como déficits orçamentários e valores repassados à Câmara Municipal acima do máximo estabelecido na Constituição.

As informações foram reveladas por O Correio de Hoje e confirmadas pela Agência SAIBA MAIS. As análises também levam em conta a posição do Ministério Público de Contas junto ao TCE.

O papel do TCE-RN é emitir um parecer prévio, subsidiado pelo relatório do corpo técnico, pela aprovação, aprovação com ressalva ou reprovação das contas anuais de governo, que se referem aos anos de 2018, 2019, 2020, 2021, 2022, 2023 e 2024 e ainda aguardam julgamento definitivo no Tribunal de Contas do Estado. Depois dessas análises, os processos seguirão para o Poder Legislativo, responsável pelo julgamento final.

Álvaro assumiu a Prefeitura de Natal em abril de 2018 após a renúncia do então titular, Carlos Eduardo Alves. Ele foi reeleito em 2020 e ficou na gestão até o fim de 2024. Agora, é pré-candidato a governador pelo PL.

2018

No caso de 2018, o parecer prévio pela desaprovação das Contas de Governo partiu da relatora Ana Paula de Oliveira Gomes e atinge os dois prefeitos que passaram pelo Executivo naquele ano.

O MP de Contas apontou um déficit na execução orçamentária no valor de R$ 172,9 milhões, não conseguindo atingir o equilíbrio das contas. 

“O déficit orçamentário apurado pode indicar a assunção de obrigações sem a correspondente disponibilidade de recursos financeiros, o que contraria a sistemática de controle do gasto público e pode repercutir na geração de restos a pagar sem lastro financeiro, situação reiteradamente rechaçada pelos Tribunais de Contas”, disse a procuradora de Contas Luciana Ribeiro Campos.

Também foi atestada uma “falta de constância e gestão do ente” e um “desequilíbrio no que se refere à receita de tributos próprios” relativos à previsão do IPTU, ITBI e ISS quando comparada com sua efetiva arrecadação.

“A análise da situação financeira do Município de Natal/RN, referente ao exercício de 2018, revela, portanto, uma preocupação substancial, uma vez que a arrecadação é inconstante, os índices de arrecadação dos tributos próprios distanciam-se dos valores orçados, demonstrando que o ente municipal não estimou as receitas de maneira completamente eficiente. Essa falha na execução fiscal pode gerar diversos impactos negativos à sociedade, incluindo a diminuição na oferta de serviços públicos essenciais, atrasos nos pagamentos a fornecedores e servidores, além de potencial aumento do endividamento do ente municipal”, diz o documento.

2019

Relatado por George Soares, o processo aponta que o montante de créditos suplementares abertos durante o exercício foi de R$ 386,5 milhões, o que representa 13,34% em relação à autorização orçamentária para o exercício na Lei Orçamentária Anual (LOA), portanto, acima do percentual máximo autorizado pelo Poder Legislativo. 

Segundo a legislação, um dos recursos que possibilitam abertura de créditos suplementares é o superávit financeiro oriundo do exercício anterior. Por outro lado, a Constituição veda tal abertura sem a devida indicação dos recursos que o amparam.

No entanto, conforme trecho de relatório, não houve superávit no exercício anterior, de maneira que os dispositivos foram descumpridos. 

“Assim, de um total de R$ 10.692.914,50 de créditos suplementares abertos com fundamento em superávit financeiro apurado em Balanço Patrimonial do exercício anterior, R$ 1.748.983,17 representam valor a descoberto, ou seja, não suportados por fonte de recursos com superávit suficiente para fazer face ao crédito pretendido”, aponta.

Outro achado cita o repasse acima do limite constitucional à Câmara Municipal.

2020

No confronto da receita com a despesa, o município de Natal apresentou em 2020 um resultado da execução orçamentária deficitário na ordem de R$ 120,2 milhões. A situação acontece quando a entrada de receitas não comporta a execução de despesas durante o exercício e o ente não adota providências ao longo da execução orçamentária.

Outras falhas indicam inconsistência das informações contábeis, falta de observação aos preceitos legais e constitucionais aplicáveis aos instrumentos de planejamento (LDO e LOA), repasse à Câmara que ultrapassou o limite máximo estabelecido na Constituição Federal, e não envio ao TCE do ato normativo autorizador de cada crédito adicional aberto no exercício no prazo fixado.

2021

No caso de 2021, primeiro ano da gestão após Álvaro Dias ser reeleito, o déficit orçamentário foi de R$ 187,8 milhões.

O órgão também cita a abertura de créditos suplementares de R$ 435,8 milhões, o que representa 13,80% em relação à autorização orçamentária para o exercício na LOA, situação em que não foi respeitado o limite estabelecido na Lei Orçamentária Anual e em leis específicas. 

Além disso, houve ausência e/ou divergência nos dados e valores informados na receita de transferências constitucionais e legais, nos balanços financeiro e orçamentário, no saldo de restos a pagar, no saldo do passivo financeiro no balanço patrimonial e na apuração do superávit e déficit financeiro e na demonstração da dívida fundada interna, “o que sugere a necessidade de melhoria na qualidade dos registros contábeis”, segundo Ricart César Coelho dos Santos, Procurador do Ministério Público de Contas.

2022

Naquele ano, a Lei Orçamentária Anual autorizou o Poder Executivo a abrir créditos suplementares até o limite de 10% do total da despesa fixada na lei. O valor autorizado foi de R$ 371 milhões, mas a Prefeitura ultrapassou esse valor em R$ 595,3 milhões.

O documento também cita a não arrecadação dos impostos de competência municipal, déficit orçamentário e valor repassado à Câmara acima do limite constitucional.

2023

Em 2023, a Prefeitura ultrapassou em R$ 676,6 milhões a abertura de créditos adicionais suplementares. O déficit orçamentário foi de R$ 64,8 milhões

Novamente, é indicado que o valor repassado à Câmara Municipal ultrapassou o valor máximo estabelecido na Constituição Federal. Também são citadas inconsistências apuradas na evidenciação das informações de natureza orçamentário e patrimonial.

2024

No último parecer, que ainda aguarda análise do Ministério Público de Contas, o entendimento do corpo técnico do Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte foi de que houve insuficiência de caixa para fazer face às obrigações de despesas contraídas no último ano do mandato. 

Além disso, a Prefeitura não conseguiu alcançar a meta de resultado primário estabelecida no Anexo de Metas Fiscais (LDO para o exercício de 2024). Na ocasião, foi estabelecido como meta de resultado primário para o exercício de 2024 um valor superavitário de R$ 263,6 milhões no entanto o ente municipal obteve apenas um resultado deficitário na ordem de R$ 149,8 milhões.

O Relatório Inicial ainda identificou divergência no montante de R$ 20,3 milhões entre os valores das Receitas Orçamentárias e divergência no montante de R$ 629,4 milhões entre os valores das Despesas Orçamentárias informadas no Balanço Orçamentário (BO) e no Balanço Financeiro (BF).

Mais uma vez, o valor repassado à Câmara Municipal ultrapassou o valor máximo estabelecido na Constituição Federal.

Fonte: saibamais.jor.br

Jô Bay, jazz, festa latina, Humberto Gessinger e mais nesta sexta (22)

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Sextou em Natal e o maior desafio da noite será decidir entre dançar forró, cantar no karaokê, ouvir samba, tomar uma cerveja artesanal ou simplesmente aceitar que você vai tentar fazer tudo isso na mesma noite. O #Meguia chegou para salvar sua sexta-feira da sofrida dupla sofá + streaming repetido.

Na Cidade Alta, o clima é de viagem no tempo com Jô Bay cantando as estrelas do rádio no Bardallo’s. Um programa perfeito para quem gosta de música boa e também para quem quer sair dizendo frases como “a música brasileira já nasceu pronta”. Ainda no Bardallo’s, dá para conferir a exposição coletiva e fingir intimidade com a arte contemporânea balançando a cabeça em silêncio diante das obras.

Já no Mahalila, a noite promete sofisticação sonora com tributo a João Donato e Maturi Instrumental. Excelente opção para quem quer tomar um drink olhando para o infinito como se estivesse num filme cult francês — mesmo estando em Lagoa Nova.

Quem prefere requebrar sem moderação pode aterrissar na Festa Soy Latina, no Figa Bar. O ambiente ideal para gastar as calorias acumuladas da semana e descobrir que você sabe cantar um refrão em espanhol sem nunca ter estudado uma única aula.

Em Ponta Negra, o circuito etílico-musical segue fortíssimo: Caio Canuto no Páprika, Ângelo Angolano no Mestiços, Legal D’Mais no Seu Zezin, Gustavo Cocentino & Blue Mountain no Sempre Rock e Waldinho Forrozeiro com Colo de Menina no Rastapé, porque aparentemente Natal decidiu não deixar ninguém parado nem triste nesta sexta.

Para os fãs de teatro e humor, o Teatro Alberto Maranhão recebe o stand-up de Magno Martins. Já quem curte uma experiência mais introspectiva pode conferir o monólogo “A Geometria do Nada: Onde estará Irene”, na Livraria Manimbu. Sim, Natal consegue oferecer simultaneamente stand-up, teatro existencialista e forró raiz numa mesma noite. Viva a diversidade cultural potiguar.

Boa noite, bom rolê e juízo — ou não. Confira as dicas do #Meguia:

MÚSICA _______________________________

Jô Bay canta as estrelas do rádio, no Bardallo´s | 22.05 SEXTA
LOCAL | Bardallo’s (Rua Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta, Natal)
HORÁRIO | 20h30
INFORMAÇÕES | @bardallosnatal

Tributo a João Donato e Maturi Instrumental, no Mahalila | 22.05 SEXTA
LOCAL | Mahalila Café (Rua Dra. Nívea Madruga, 19 – Lagoa Nova, Natal)
HORÁRIO | 20h30
INFORMAÇÕES | @mahalilacafe

Festa Soy Latina, no Figa Bar | 22.05 SEXTA
LOCAL | Figa Bar (Rua Manoel Coringa de Lemos, 633 – Vila de Ponta Negra, Natal)
HORÁRIO | 18h
INFORMAÇÕES | @figa.bar

Peux & Convidados, no Molotov Drink´s | 22.05 SEXTA
LOCAL | Molotov Drinks (Av. Senador Salgado Filho, 1593 – Lagoa Nova, Natal)
HORÁRIO | 18h
ENTRADA | Couvert R$10 (revertido em drink)
INFORMAÇÕES | @molotovdrinks_

Junkie Véio e Lítio, no Wesley´s bar | 22.05 SEXTA
LOCAL | Wesley’s Bar (Rua Alexandre Câmara, 1773 Capim Macio, Natal)
HORÁRIO | 20h (abertura 17h)
ENTRADA | R$15 antecipado | R$20 na portaria
INFORMAÇÕES | @wesleysbar

Waldinho Forrozeiro e Colo de Menina, no Raspaté | 22.05 SEXTA
LOCAL | Rastapé Casa de Forró (Rua Aristides Porpino Silva, 2198, Ponta Negra)
HORÁRIO | 22h
ENTRADA | R$ 40 (inteira)
INFORMAÇÕES | @rastapecasadeforro

Forró do Candieiro, na Casa do Matuto | 22.05 SEXTA
LOCAL | Casa do Matuto (Av. Presidente Café Filho, 700, Praia do Meio, Natal)
HORÁRIO | 17h
ENTRADA | Gratuito
INFORMAÇÕES | @casadomatutonatal

DJ AUGUST, no LaLuna | 22.05 SEXTA
LOCAL | LaLuna Bar (Praça da Guerreira – Alameda das Acácias, 10 – Neópolis, Natal)
HORÁRIO | 19h
INFORMAÇÕES | @Laluna

Gustavo Cocentino & Blue Mountain, no Sempre Rock| 22.05 SEXTA
LOCAL | Sempre Rock (Av. Praia de Ponta Negra, 9045 – Ponta Negra, Natal)
HORÁRIO | 19h
INFORMAÇÕES | @semprerockbar

Global Pizza Party, na Natal Bier | 22.05 SEXTA
Uma celebração mundial do Bitcoin Pizza Day em mais de 500 cidades
LOCAL | Cervejaria Natal Bier (antiga Cervejaria Resistência – rua Leonora Armstrong, 35, Ponta Negra)
HORÁRIO | 19h
INFORMAÇÕES | @natalbier

Amigos do Samba, no Bafafá | 22.05 SEXTA
LOCAL | Bafafá Bar, Praça Dr. Amaro Marinho, 07, Lagoa Nova
HORÁRIO | 20h
ENTRADA | couvert R$ 12
INFORMAÇÕES | @bafafa.bar

Legal D´Mais, no Seu Zezin Botequim | 22.05 SEXTA
LOCAL | Seu Zezin Botequim (Av. Praia de Ponta Negra, 9076, Ponta Negra)
HORÁRIO | 17h
ENTRADA | Couvert
INFORMAÇÕES | @seuzezinbotequim

Thábata canta Marília, no Só mais uma | 22.05 QUARTA
LOCAL | Só mais uma (Av. Eng. Roberto Freire, 8750, Ponta Negra)
HORÁRIO | 20h
ENTRADA | Couvert
INFORMAÇÕES | @somaisumabar

Desventura no Casa | 22.05 SEXTA
LOCAL | Casanova (Av. Senador Salgado Filho, 3526 – Candelária, Natal)
HORÁRIO | 20h
ENTRADA | Entrada free
INFORMAÇÕES | @casanova

Karaokê | 22.05 SEXTA
LOCAL | Eletromusic Pub (Av. Prudente de Morais, 5823 – Candelária, Natal)
HORÁRIO | 20h
ENTRADA | Entrada free
INFORMAÇÕES | @eletromusicpub

Caio Canuto, no Páprika | 22.05 SEXTA
LOCAL | Páprika (Rua Pedro Fonseca Filho, 9001, Ponta Negra)
HORÁRIO | 19h
ENTRADA | Gratuito
INFORMAÇÕES | @paprikanatal

Ângelo Angolano, no Mestiços Bar | 22.05 SEXTA
LOCAL | Mestiços Bar (Rua Manoel Augusto Bezerra de Araújo, 425, Ponta Negra)
HORÁRIO | 20h
ENTRADA | Couvert
INFORMAÇÕES | @mesticosespaco

TEATRO ________________________________

Stand Up com Magno Martins | 22.05 SEXTA
LOCAL | Teatro Alberto Maranhão (Praça Augusto Severo, s/n – Ribeira, Natal)
HORÁRIO | 19h
ENTRADA | Pago
INFORMAÇÕES | @teatroalbertomaranhao.oficial

Monólogo “A Geometria do Nada: Onde estará Irene” | 22.05 SEXTA
LOCAL | LIVRARIA MANIMBU (Av. Floriano Peixoto, 544, Petrópolis – Natal/RN)
HORÁRIO | 18h
ENTRADA | gratuita
INFORMAÇÕES | @manimbu.rn

EXPOSIÇÕES _______________________

Chuva de Poléns
Exposição de Ítalo Trindade, composta de montagens abstratas e de pinturas sobre e telas e papel, a mostra permeia os desdobramentos do estudo sobre luz e cor em diferentes instantes da carreira do artista.
LOCAL | Margem Hub, Rua da Sheelita, 59, Potilândia, Natal
DATA | Até 6 de junho de 2026
INFORMAÇÕES | @italo.trindade

“Exposição coletiva”, no Bardallos | 13.05 TERÇA
LOCAL | Bardallos (Rua Gonçalves Lêdo, 678, Cidade Alta, Natal)
HORÁRIO | a partir das 12h
ENTRADA | Gratuita
INFORMAÇÕES | @bardallosnatal

“No limiar da romanceira coroada, no IFRN Cidade Alta | 13.05 TERÇA
LOCAL | IFRN Cidade Alta (Av. Rio Branco, 743, Cidade Alta)
HORÁRIO | a partir das 12h
ENTRADA | Gratuita
INFORMAÇÕES | @ifrncentrohistorico

CINEMA ___________________________

Confira as programações completas:
MOVIECOM, Praia Shopping, todo mundo paga meia de segunda à quarta-feira.
CINÉPOLIS, Natal Shopping
CINEMARK, Midway Mall
CINEFLIX, Partage Norte Shopping

EQUIPAMENTOS PÚBLICOS ____________________________

PINACOTECA POTIGUAR
Reúne a maior parte do acervo de Artes Visuais pertencente ao Governo do Estado, com obras de artistas como Newton Navarro, Maria do Santíssimo, Abraham Palatinik, Dorian Gray Caldas e Zaíra Caldas. Até 10 de dezembro, segue aberta a exposição “Objetos do Cotidiano”, que reúne uma coletânea dos trabalhos produzidos por 38 participantes das oficinas de fotografia do Projeto “Narrativas do Silêncio”.
LOCAL |Praça Sete de Setembro, s/n Cidade Alta, ao lado da Assembleia Legislativa do RN
HORÁRIO |de terça a sexta-feira, das 8h às 17h, e aos finais de semana, das 9h às 16h
Entrada gratuita.

CIDADE DA CRIANÇA
O parque público, fundado em 1962, compreende parque Infantil, pista de cooper, Lagoa Manoel Felipe, pedalinhos, igrejinha, anfiteatro, Escola de Artes Newton Navarro, Biblioteca Infanto-juvenil Mirian Coeli, Casa de Vovozinha, praça de alimentação com quiosques, Espaço Eureka de Ciência e Tecnologia.
LOCAL |Cidade da Criança (Av. Rodrigues Alves – Tirol)
HORÁRIO | aberto das 8h às 18h
ENTRADA | R$ 2 (menores de 5 anos e maiores de 65 não pagam)
INFORMAÇÕES | @cidadedacriancanatal

FORTE DOS REIS MAGOS
O monumento, administrado pela Fundação José Augusto, está aberto à visitação. Visitas em grupo devem ser encaminhadas com antecedência para o e-mail [email protected], contendo data, horário e o descritivo da atividade a ser realizada.
LOCAL |Forte dos Reis Magos (Praia do Forte)
HORÁRIO | das 8h às 16h (de terça a domingo), fechando apenas às segundas-feiras para manutenção
ENTRADA | R$ 5 (entrada inteira) e R$ 2,50 (meia entrada) aos visitantes da Fortaleza dos Reis Magos. Crianças até sete anos e os idosos a partir dos 60 anos estarão isentos dessa cobrança.
INFORMAÇÕES | Aqui

CAJUEIRO DE PIRANGI Localizado na praia de Pirangi do Norte, Parnamirim, o Cajueiro cobre uma área de aproximadamente 9.000 m², com perímetro de aproximadamente 500 metros. Em virtude da sua extensão, a árvore gigante entrou para o Guinness Book “O Livro dos Recordes”, em 1994, como o Maior Cajueiro do Mundo. A árvore faz parte da vida da comunidade e do roteiro turístico dos visitantes do RN. A entrada custa R$ 8. Crianças, de sete a 12 anos pagam meia-entrada, assim como estudantes, professores e idosos, portando carteira comprobatória.LOCAL | Av. S. Sebastião, s/n, Pirangi do NorteHORÁRIO | 7h30 às 17h30 – ESTÁ FECHADO PARA RECUPERAÇÃO NOS DIAS 16 e 17 de SETEMBRO TELEFONE | (84) 3113 – 6191E-MAIL | [email protected]

BOSQUE DAS MANGUEIRAS
Área pública de 14.125 m², do bioma Mata Atlântica, conforme classificação do Manual Técnico da Vegetação Brasileira (IBGE, 2012). O local dispõe de passeios acessíveis para prática de atividades físicas como caminhada e corrida.
LOCAL |entre a Av. Nascimento de Castro, Jaguarari e Rua Tertius Rebelo, bairro Lagoa Nova
HORÁRIO |de segunda a sexta das 8h às 14h
CONTATOS | [email protected]e Ouvidoria Semurb: (84) 3616-9829.

COMPLEXO CULTURAL RAMPA
O centro cultural edificado às margens do Rio Potengi está aberto à visitação. O Complexo é formado por edificações destinadas a abrigar o Museu da Rampa, o Memorial do Aviador, o Grêmio da Rampa, além de outros espaços voltados à realização de eventos, exposições, cursos e oficinas. Atualmente, os visitantes têm acesso a quatro mostras: “Natal Encruzilhada do Mundo”, “Sala da Paz”, “O Maior Feito Náutico do Mundo: 70 Anos da IOLE RN 2” e “Jornada na Cidade”.
LOCAL |Rua Cel. Flamínio, 1 – Santos Reis, Natal
HORÁRIO |das 9h às 18h (de terça a domingo), fechado apenas às segundas-feiras
Entrada gratuita.



Fonte: saibamais.jor.br