O preço da cesta básica em Natal registrou uma queda de 0,65% em agosto, em comparação com julho, e se mantém como a segunda mais barata entre as capitais. Segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgados nesta quinta-feira (10), o custo total da cesta na capital potiguar foi de R$ 627,42.
O valor da cesta básica acumulou uma elevação de 5,07% ao longo deste ano. No acumulado dos últimos 12 meses (agosto de 2025 a agosto de 2026), a variação registrada foi de 0,87%.
O levantamento aponta também que o tempo de trabalho necessário para um potiguar com salário mínimo adquirir a cesta básica é de 85 horas e 9 minutos.
Variação dos produtos em agosto:
Entre julho e agosto de 2026, oito dos 12 produtos que compõem a cesta básica tiveram diminuição nos preços médios:
•10 de setembro de 2026•17h08Banana foi o produto com maior redução de preço no período, com variação de -7,13%.
Banana foi o produto com maior queda no período
O preço da cesta básica em Natal registrou uma queda de 0,65% em agosto, em comparação com julho, e se mantém como a segunda mais barata entre as capitais. Segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgados nesta quinta-feira (10), o custo total da cesta na capital potiguar foi de R$ 627,42.
O valor da cesta básica acumulou uma elevação de 5,07% ao longo deste ano. No acumulado dos últimos 12 meses (agosto de 2025 a agosto de 2026), a variação registrada foi de 0,87%.
O levantamento aponta também que o tempo de trabalho necessário para um potiguar com salário mínimo adquirir a cesta básica é de 85 horas e 9 minutos.
Variação dos produtos em agosto:
Entre julho e agosto de 2026, oito dos 12 produtos que compõem a cesta básica tiveram diminuição nos preços médios:Maiores quedas: Banana (-7,13%), açúcar cristal (-2,75%), arroz agulhinha (-1,31%).
Outras quedas: Café em pó (-1,01%), pão francês (-0,85%), feijão carioca (-0,41%), carne bovina de primeira (-0,25%) e tomate (-0,21%).
Altas: Leite integral (3,98%), óleo de soja (1,89%), farinha de mandioca (0,74%) e manteiga (0,35%).
Acumulado dos últimos 12 meses (agosto/2025 a agosto/2026): Elevações: Feijão carioca (40,80%), leite integral (17,36%), carne bovina de primeira (6,90%), pão francês (2,58%), óleo de soja (0,47%) e manteiga (0,39%).
Quedas: Tomate (-23,31%), açúcar cristal (-20,09%), arroz agulhinha (-16,57%), café em pó (-12,20%), banana (-8,24%) e farinha de mandioca (-0,15%).
Acumulado do ano (dezembro/2025 a agosto/2026):
Altas: Feijão carioca (39,60%), leite integral (23,29%), carne bovina de primeira (5,88%), pão francês (2,09%), farinha de mandioca (1,35%) e manteiga (0,88%).
Estável: Tomate.
Quedas: Açúcar cristal (-11,50%), café em pó (-10,66%), óleo de soja (-8,00%), arroz agulhinha (-2,79%) e banana (-1,15%).
Impacto no Salário Mínimo:
Em agosto de 2026, o trabalhador de Natal remunerado pelo salário mínimo de R$ 1.621,00 precisou trabalhar 85 horas e 9 minutos para adquirir a cesta básica. Esse tempo representa uma pequena melhora em relação a julho de 2026, quando o tempo necessário havia sido de 85 horas e 43 minutos. Em agosto de 2025, com o salário mínimo de R$ 1.518,00, o tempo de trabalho necessário era de 90 horas e 8 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido (após o desconto de 7,5% da Previdência Social), o trabalhador precisou comprometer 41,84% da renda para adquirir a cesta em agosto de 2026. Em julho de 2026, esse percentual correspondeu a 42,12% da renda líquida, e em agosto de 2025, a 44,30%.






