Calor, mofo e furto de ar-condicionados: escola estadual em Natal enfrenta problemas estruturais

A situação da Escola Estadual Luís Soares, localizada no bairro Dix-Sept Rosado, na Zona Oeste de Natal, tem gerado diversas reclamações da comunidade escolar. Segundo a direção da unidade, todos os aparelhos de ar-condicionado das salas de aula foram furtados durante o período do Carnaval, deixando estudantes e professores enfrentando altas temperaturas dentro das salas.

Além do problema com a climatização, a escola também apresenta outros desafios estruturais, como mofo nas paredes, infiltrações e fiação elétrica exposta. Parte do telhado da quadra esportiva chegou a desabar há cerca de um mês, aumentando a preocupação de alunos, pais e servidores.

A unidade funciona em regime de ensino integral e possui 16 salas de aula, mas apenas 12 estão em funcionamento atualmente, devido às condições inadequadas das demais. A última grande reforma do prédio, inaugurado em 1978, ocorreu em 2010.

De acordo com o supervisor Leonardo Cavalcanti, o problema mais urgente no momento é a falta de ar-condicionado nas salas.

“Durante o Carnaval houve o furto dos condensadores dos aparelhos. Restou intacto apenas o ar-condicionado da sala dos professores, que teve a fiação roubada, mas nosso porteiro conseguiu resolver o problema”, relatou.

Para amenizar o calor, a escola tem utilizado ventiladores de parede e até ventiladores de chão nas salas. Ainda assim, a situação segue difícil. “Em alguns horários, principalmente nas salas que recebem mais sol, o calor é insuportável. Na terça-feira (10), uma aluna passou mal por causa da temperatura e precisou de ajuda dos colegas”, contou o supervisor.

O porteiro Francisco Sousa, de 43 anos, que também é pai de uma aluna da escola, criticou a situação enfrentada pela comunidade escolar.

Em nota, a Secretaria de Educação do Estado informou que fará a reposição dos aparelhos de ar-condicionado até o início da próxima semana. A pasta também afirmou que enviará uma equipe técnica para realizar uma visita à escola e avaliar as demais demandas estruturais da unidade.

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