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Projeto Acalanto, em Natal, auxilia famílias que querem adotar

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Projeto Acalanto, em Natal, auxilia famílias que querem adotar
Walesca e a esposa adotaram Lívia Maria no final de 2023 – Foto: cedida

Criado há cerca de 30 anos, o Acalanto Natal é um grupo de apoio à adoção de crianças e adolescentes que atua na busca por garantia à convivência familiar e comunitária. O projeto já realizou mais de 2.000 entrevistas com pais adotivos e biológicos em busca da adoção legal, além de ter contribuído para a conclusão de mais de 1.000 processos de adoção.

Neste Dia das Mães, a Agência SAIBA MAIS conversou com a presidência do projeto e com uma das famílias que receberam apoio do grupo. Em comum, histórias de amor e de esperança no processo adotivo.

A advogada Mariana Vilanova é a atual presidente do Acalanto Natal. Ela explica que o projeto é uma Organização da Sociedade Civil que atua em várias frentes, como orientações a quem deseja iniciar o processo de adoção, acompanhamento psicológico gratuito às famílias, acolhidos e pretendentes à adoção, suporte jurídico e auxílio às mães que desejam realizar a entrega legal de seus filhos. 

Segundo dados do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA), o Rio Grande do Norte possuía até a última quinta-feira (7) 46 crianças e adolescentes disponíveis para adoção, a maioria deles acima de 12 anos, e majoritariamente negros. Por outro lado, o número de pretendentes ativos no Estado era de 555 — uma conta que não fecha, reconhece Vilanova, e que está associada a diferentes fatores.

“As famílias têm um perfil e cada vez mais há uma consciência de quem são essas crianças que estão hoje na instituição de acolhimento, porque muitas vezes passa essa ideia que só tem bebês ou crianças pequenas e não. Na verdade, essas crianças pequenas e bebês rapidamente acabam sendo adotadas. Então, ainda é um perfil mais procurado, mas a gente vê também já uma mudança de comportamento e hoje a gente vê que crianças até 8 anos têm sido mais tranquilas de adoção”, conta. Grupos de irmãos e pessoas com deficiência também enfrentam maiores dificuldades para conseguirem uma família.

Em maio, no Mês da Adoção, Mariana Vilanova diz que a organização atua ainda mais acerca da importância desse ato. “Toda criança e todo adolescente tem direito a ter uma família. Os grupos de apoio à adoção trabalham por isso”, aponta.

Quem ganhou um novo lar desde dezembro de 2023 foi a pequena Lívia Maria, hoje com dois anos e cinco meses. A menina é filha de Walesca Costa e de sua companheira. Walesca conta que desde que ela e a esposa se conheceram havia um desejo do casal de adotar: “sempre foi um sonho”. Depois do casamento, a vontade aumentou ainda mais, mas pairavam dúvidas sobre como dar início ao processo. Foi por um amigo que elas descobriram o Acalanto. 

A entrada no processo foi em 2019, e elas foram habilitadas no SNA em 2020. “Como estava naquele período ainda da pandemia, foi um pouquinho mais demorado, mas em 2020 a gente entrou no sistema, e agora em dezembro de 2023 a gente recebeu a ligação”, explica.

O perfil pretendido pelo casal era de uma criança de 0 a 3 anos, sem preferência por sexo. Para a surpresa de Walesca e da esposa, veio uma recém-nascida, que entrou no sistema por meio da entrega legal feita pela genitora. A chegada de Lívia Maria, diz Walesca, mudou a vida do casal “para mil vezes melhor”.

“A chegada é um pouco assustadora, porque diferente de uma gestação de nove meses, cronometrada, foi uma gestação de três anos e nove meses, mas que a gente não sabia que ela terminaria nessa data”, conta.

Walesca e a esposa adotaram Lívia Maria no final de 2023 – Foto: cedida

“Mas mudou a nossa vida completamente. A nossa experiência com a adoção tem sido incrível”, afirma Walesca, que já entrou novamente na fila para adotar um segundo filho com a companheira, agora com a possibilidade de ser uma criança maior. 

“A experiência da gente tem sido incrível. A família toda, todo mundo foi envolvido nesse processo, e ela hoje é a alegria de toda a família, tanto da minha quanto da dela”, revela.

Mariana Vilanova, presidente da Acalanto, não possui filhos adotivos, apenas biológicos, mas enxerga na participação no projeto um dever cívico.

“A própria Constituição Federal fala que o dever de cuidar da criança e do adolescente é do Estado, da sociedade e da família. Então, enquanto sociedade civil organizada, que é o que o Acalanto é, eu entendo que é um dever cidadão a gente cuidar dessas crianças e adolescentes que estão em situação de acolhimento, porque eles têm os mesmos direitos e eles merecem ter cuidado, ser amados, como os meus filhos também”, reflete.

“Se você entrar numa instituição de acolhimento e perguntar para cada 10, 10 vão dizer que o que eles desejam é ter uma família. Então, é isso que mobiliza a gente. O Acalanto tem muitos voluntários e a gente trabalha, eu costumo dizer, com amor e por amor, porque ser voluntário é isso, é não cansar e é um ajudar o outro, mas é trabalhar nesse propósito e nesse dever cidadão mesmo. Pelo menos é assim que eu acredito”, diz a advogada.

Fonte: saibamais.jor.br

Irã diz que sua proposta de paz é “legítima”

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© Frame/Reuters/ Proibido reprodução

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, afirmou nesta segunda-feira (11) que a proposta de paz rejeitada pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, é “legítima e generosa”. Acrescentou que as exigências dos EUA são irracionais e unilaterais.

“A nossa exigência é legítima: exigir o fim da guerra, a suspensão do bloqueio (dos EUA) e da pirataria e a libertação dos bens iranianos que foram injustamente congelados nos bancos devido à pressão dos EUA”, disse o ministro.

O Irã também pede o fim dos ataques de Israel ao Líbano.

A manifestação da autoridade do Irã vem após o presidente Trump considerar “totalmente inaceitáveis” as exigências de Teerã. O líder norte-americano mostrou descontentamento em sua rede social nesse domingo (10), quando os iranianos responderam à proposta de paz feita por Washington.

O governo de Trump quer o fim do programa de enriquecimento de urânio do Irã e a abertura total do Estreito de Ormuz.

A ausência de um acordo de paz mantém o estado de insegurança no Oriente Médio. Ontem, drones hostis foram detectados sobre vários países do Golfo Pérsico.

*Com informações da Agência Lusa.

*É proibida a reprodução deste conteúdo.

Fonte: Agência Brasil de Noticias

Nova lei define percentual mínimo de cacau nos chocolates 

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© Alexander Stein/Pixabay

Chocolates comercializados no Brasil terão de seguir percentuais mínimos de cacau na composição, previstos por lei. Além disso, os fabricantes precisarão informar, de forma clara, a quantidade do ingrediente nos rótulos dos produtos vendidos no país, sejam eles nacionais ou importados.

A Lei nº 15.404/2026, que define critérios para a produção, classificação e rotulagem de produtos derivados de cacau no Brasil, está publicada na edição desta segunda-feira (11) do Diário Oficial da União. A norma entra passa a vigorar em 360 dias, período em que a indústria deverá se adaptar às novas exigências.

Um dos principais avanços previstos é a obrigatoriedade de informar nos rótulos o percentual total de cacau do produto. De acordo com a lei, a indicação deverá aparecer na parte frontal da embalagem, ocupando pelo menos 15% da área e com destaque suficiente para facilitar a leitura. 

A informação será apresentada no formato “Contém X% de cacau”, de acordo com os percentuais a seguir:

  • Cacau em pó: mínimo de 10% de manteiga de cacau;
  • Chocolate em pó: mínimo de 32% de sólidos totais de cacau;
  • Chocolate ao leite: no mínimo 25% de sólidos totais de cacau e 14% de sólidos totais de leite ou derivados;
  • Chocolate branco: no mínimo 20% de manteiga de cacau e 14% de sólidos totais de leite.
  • Achocolatado ou cobertura: mínimo de 15% de sólidos de cacau ou 15% de manteiga de cacau.

O texto também proíbe práticas que possam induzir o consumidor ao erro, como o uso de imagens, cores ou expressões que sugiram tratar-se de chocolate quando o produto não atende aos critérios estabelecidos.

Em caso de descumprimento das regras, os responsáveis estarão sujeitos às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, além de outras penalidades sanitárias e legais cabíveis.

Fonte: Agência Brasil de Noticias

Duas pessoas retiradas de navio testam positivo para o hantavírus

© Reuters/Dado Ruvic/ Proibida reprodução.

Duas pessoas testaram positivo para o hantavírus depois de terem sido retiradas do navio de cruzeiro MV Hondius, atingido por um surto, disseram autoridades de saúde. Nesta segunda-feira (11), a Espanha retira e repatria os últimos passageiros do navio.

Um passageiro francês que foi retirado do MV Hondius testou positivo para o vírus e sua condição estava piorando, disse hoje a ministra da Saúde da França, Stephanie Rist.

O Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos informou, nesse domingo (10), que um dos 17 norte-americanos que estão sendo repatriados apresentou resultado levemente positivo para a cepa Andes do vírus, enquanto o segundo apresentou sintomas leves.

Os últimos 24 passageiros a bordo do MV Hondius devem ser retirados na tarde de hoje do navio de cruzeiro, agora ancorado perto da ilha espanhola de Tenerife, no Atlântico, de acordo com as autoridades espanholas que coordenam a atividade.

A ação encerrará uma operação complexa que, até o momento, resultou na retirada e repatriação de 94 pessoas para seus países, 41 dias após a partida do MV Hondius do sul da Argentina e nove dias após o primeiro resultado positivo de teste para a infecção viral respiratória.

Três pessoas morreram desde o início do surto — um casal holandês e um cidadão alemão.

O luxuoso navio de cruzeiro partiu da costa de Cabo Verde para as Ilhas Canárias, na Espanha, em 6 de maio, depois que Madri concordou — a pedido da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da União Europeia — em administrar a retirada dos passageiros.

A OMS recomendou uma quarentena de 42 dias para todos os passageiros do barco a partir de 10 de maio, disse a diretora de gerenciamento de epidemias e pandemias, Maria Van Kerkhove, em entrevista.

*É proibida a reprodução deste conteúdo.

Fonte: Agência Brasil de Noticias

Produtoras culturais potiguares conciliam arte, trabalho e criação dos filhos

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Produtoras culturais potiguares conciliam arte, trabalho e criação dos filhos
Haylene e Isaac: a maternidade que atravessa um lugar mais humano / foto: arquivo pessoal

Reuniões de produção, editais, viagens e cronogramas apertados, existe uma rotina invisível que acompanha muitas mulheres da cena cultural potiguar, a maternidade. No Rio Grande do Norte, produtoras culturais independentes conciliam a criação dos filhos com uma profissão marcada pela instabilidade, pela exigência de disponibilidade constante e pela ausência de políticas estruturadas de apoio.

Para muitas delas, trabalhar significa também carregar mochilas, brinquedos, lancheiras e adaptar horários de gravação, festivais e eventos às demandas da vida materna. Em meio a esse cenário, mães produtoras seguem movimentando a cultura potiguar enquanto reinventam diariamente formas de existir no mercado de trabalho.

Neste Dia das Mães, a agência SAIBA MAIS conta a história de duas mulheres que se multiplicam em várias funções levando a vida na arte em conciliação com a maternidade.

A produtora cultural Haylene Dantas conhece bem essa realidade. Há cerca de duas décadas atuando na cena cultural do estado, ela construiu uma trajetória ligada à cultura popular, ao audiovisual e aos projetos de periferia. Entre os trabalhos realizados estão o tradicional aHAYá de Rua, além de produções ligadas ao cinema, publicidade e festivais culturais. Mãe de Isaac, ela afirma que a maternidade transformou não apenas sua rotina, mas também sua forma de enxergar o mundo e produzir cultura.

“A maternidade me atravessa num lugar mais humano que eu nunca imaginei que podia existir na minha vida. Acho que passei a olhar para o outro com respeito, pensando em acesso à cultura, à educação, à saúde. Isso mudou a forma como penso meus projetos, para que sejam mais democráticos, acessíveis e com pertencimento”, conta.

Haylene define a própria experiência como uma maternidade atravessada pela falta de uma rede de apoio sólida. Para ela, o discurso sobre apoio coletivo às mães ainda está distante da prática.

“Existe um romantismo muito grande sobre a maternidade, mas quando as dificuldades chegam, muitas vezes é na solitude que a gente resolve tudo. Às vezes existe uma avó, uma tia, um pai ajudando. Mas tem gente que nem isso tem”, afirma.

Haylene e Isaac: a maternidade que atravessa um lugar mais humano / foto: arquivo pessoal

Na rotina da produção cultural independente, onde horários são imprevisíveis e as demandas mudam constantemente, a maternidade impõe desafios permanentes. Haylene explica que Isaac frequentemente acompanha sua rotina de trabalho, inclusive em produções audiovisuais.

“Quem me contrata já sabe que, paralelo à minha produção, vem junto o assistente”, brinca, para completar:

“Isaac termina estando muito presente nos trabalhos por necessidade mesmo. No último ano, ele vivenciou comigo dois longas-metragens na pré-produção. Se não existisse acolhimento das equipes, eu provavelmente não conseguiria fechar esses trabalhos.”

Ela também destaca os desafios de conciliar a rotina de uma criança com o funcionamento do setor cultural.

“Nosso trabalho se molda às necessidades do projeto. Às vezes tem viagem, horários fora do comercial, gravações longas. Como conciliar isso com acordar para a escola, alimentação, rotina? Acho que esse é um dos maiores desafios.”

Além das dificuldades comuns à maternidade, Haylene vivencia uma maternidade atípica, o que demanda ainda mais atenção e presença.

“Tem momentos em que a maternidade pesa porque não existe substituição para esse lugar. Mas, no final, a gente consegue fazer essa mágica acontecer”, diz.

Mais consciência e respeito aos limites

Carol e Cora, dupla inseparável em casa, no trabalho e na bagunça / Foto: arquivo pessoal

A produtora cultural Carol Carvalho também precisou reconstruir sua relação com o trabalho depois da maternidade. Fundadora da Dale! Produções Culturais, ela atua desde 2012 com elaboração e gestão de projetos em audiovisual, artes cênicas, música e artes visuais. Entre os trabalhos realizados estão o Festival Munganga de Circo, o Festival Poty Mapping, a Semana do Circo de Natal e produções audiovisuais como a websérie “Septo” e a série “Taco Clube Praiano”.

Mãe de Cora, hoje com 11 anos, Carol lembra que imaginava conseguir manter o mesmo ritmo profissional após a chegada da filha, mas a realidade foi diferente.

“Antes de ser mãe, a gente não tem muita noção do que é de fato. Eu achava que conseguiria seguir trabalhando no mesmo ritmo, mas muda tudo: o corpo, o emocional, a dinâmica da vida e principalmente a relação com o tempo”, relata.

Mesmo grávida, Carol continuou trabalhando sem interrupções. Poucos meses após o nascimento da filha, já estava novamente em produção.

“Estreei um espetáculo de circo na Casa da Ribeira quando minha filha tinha três meses de vida. Hoje eu olho e penso que era meio loucura”, lembra.

Ela explica que os primeiros anos foram marcados por sobrecarga, cansaço e dificuldade de adaptação entre a rotina profissional e os cuidados intensivos com a filha.

“Uma simples visita técnica deixava de ser simples porque eu não podia ir sozinha. Minha filha precisava estar comigo, e eu dependia de outra pessoa para ajudar. Até os seis meses, ela só se alimentava de leite materno, então isso limitava muito meus deslocamentos”, lembra.

Com o passar do tempo, Carol passou a selecionar melhor os projetos que aceita, considerando tempo, deslocamento e impacto na rotina familiar.

“Hoje eu produzo de forma mais consciente, tentando respeitar meus limites. Porque ser autônoma já é instável por natureza, e com um filho isso pesa muito mais.”

Ela reconhece que atualmente consegue trabalhar com mais estabilidade graças ao apoio integral da mãe, algo que considera um privilégio.

“Quase sempre é outra mulher que sustenta essa rede de apoio quando falamos de maternar.”

Para Carol, ainda faltam políticas públicas capazes de acolher mães no setor cultural, especialmente mulheres autônomas e mães solo.

“Faltam editais que considerem custos com cuidado infantil, auxílio-creche, prazos mais flexíveis para gestantes e puérperas. Muitas mães acabam reduzindo ou interrompendo a atuação profissional não por escolha, mas por falta de condições”, desabafa.

Neste Dia das Mães, a produtora usou suas redes sociais para apresentar e destacar produtoras que, como ela, dividem o trabalho com a maternidade, uma forma de valorizar o papel mulheres que, muitas vezes, se veem sozinhas com o acúmulo de funções e até quatro jornadas diárias.

A maternidade também mudou profundamente o olhar criativo da produtora. Ela passou a se aproximar de projetos ligados ao cuidado, à infância, às mulheres e à ocupação afetiva da cidade.

“Passei a ocupar a cidade de outra forma, com uma criança a tiracolo. Isso me fez entender na prática o quanto é importante construir eventos e espaços culturais que acolham mães e crianças”, diz.

Entre bastidores, festivais, gravações e produções culturais, mães como Haylene e Carol seguem sustentando uma cena artística que também é construída a partir do cuidado. Em um setor frequentemente marcado pela informalidade e pela ausência de garantias, elas transformam a experiência da maternidade em potência criativa, resistência cotidiana e permanência.

Enquanto fazem a cultura acontecer, seguem também reivindicando o direito de trabalhar sem precisar escolher entre a profissão e o cuidado com os filhos.

SAIBA MAIS: Lei aprovada em Natal garante mães com filhos em sala de aula

Fonte: saibamais.jor.br

Som da Mata, teatro, bingo, forró e mais opções neste domingo (10)

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#MeGuia: Som da Mata, teatro, bingo, forró e mais opções neste domingo (10)

Dia das mães em casa com a família ou curtindo algum evento cultural na cidade? Você escolhe, até porque opções não faltam. O #MeGuia preparou um roteiro bacana com várias dicas de lazer e diversão, gratuitas e pagas, que vão de música, teatro, exposições, cinema, além dos tradicionais equipamentos culturais da cidade.

Uma boa pedida é o Som da Mata, que traz a banda Anatolyan, cujo som instrumental é uma mistura de rock psicodélico turco com o balanço nordestino. Ficou curioso ? O Som da Mata começa às 16h30, no Bosque dos Namorados.

Também tem karaokê no Eletromusic, Forró no Figa, Bingo de Dias das Mães no Sussurro bar, Memória do Elefante no Sempre Rock e muito mais.

Vá na fé e divirta-se !

MÚSICA ________________________

Karaokê, no Eletromusic | 10.05 DOMINGO
LOCAL | Eletromusic Pub (Av. Prudente de Morais, 5823 – Candelária, Natal)
HORÁRIO | 16h às 00h
INFORMAÇÕES | @eletromusicpub

Forró do Figa | 10.05 DOMINGO
LOCAL | Figa Bar (Rua Manoel Coringa de Lemos, 633 – Vila de Ponta Negra, Natal)
HORÁRIO | Casa abre às 18h
INFORMAÇÕES | @figa.bar

Memória do Elefante, no Sempre Rock | 10.05 DOMINGO
LOCAL | Sempre Rock (Av. Praia de Ponta Negra, 9045 – Ponta Negra, Natal)
HORÁRIO | 18h
INFORMAÇÕES | @semprerockbar

Bingo de Dia das Mães, no Sussurro | 10.05 DOMINGO
LOCAL | Sussurro (Rua Cabo de São Roque, 8821, Ponta Negra)
HORÁRIO | A partir das 18 h
ENTRADA | Gratuito
INFORMAÇÕES | @sussurronatal

Pagode do Kekel e Fabinho Fernandes, no Só mais uma | 10.05 DOMINGO
LOCAL | Só mais uma (Av. Eng. Roberto Freire, 8750, Ponta Negra)
HORÁRIO | 17h
ENTRADA | Couvert
INFORMAÇÕES | @somaisumabar

Seis na Mesa e Pagodin do S&B, no Seu Zezin Botequim | 10.05 DOMINGO
LOCAL | Seu Zezin Botequim (Av. Praia de Ponta Negra, 9076, Ponta Negra)
HORÁRIO | 12h
ENTRADA | Couvert
INFORMAÇÕES | @seuzezinbotequim

Anatolyan, no Som da Mata | 10.05 DOMINGO
LOCAL | Parque das Dunas
HORÁRIO | 16h30
ENTRADA | gratuita
INFORMAÇÕES | @somdamata

Tiago Guilherme e convidados, no Porão das Artes | 10.05 DOMINGO
LOCAL | Porão das Artes (Rua Humberto de Campos, 3018, Cotovelo)
HORÁRIO | A partir das 16h
ENTRADA | Couvert: R$ 10
INFORMAÇÕES | @porao_das_artes_cotovelo

TEATRO

Mala Amarela, no Bosque Encena | 10.05 DOMINGO
LOCAL | Parque das Dunas
HORÁRIO | 10h
ENTRADA | gratuita
INFORMAÇÕES | @bosqueencena

EXPOSIÇÃO _______________

“Exposição coletiva”, no Bardallos | 09.05 SÁBADO
LOCAL | Bardallos (Rua Gonçalves Lêdo, 678, Cidade Alta, Natal)
HORÁRIO | a partir das 12h
ENTRADA | Gratuita
INFORMAÇÕES | @bardallosnatal

CINEMA _________________

Confira as programações completas:
MOVIECOM, Praia Shopping, todo mundo paga meia de segunda à quarta-feira.
CINÉPOLIS, Natal Shopping
CINEMARK, Midway Mall
CINEFLIX, Partage Norte Shopping

EQUIPAMENTOS CULTURAIS ________________________

PINACOTECA POTIGUAR
Reúne a maior parte do acervo de Artes Visuais pertencente ao Governo do Estado, com obras de artistas como Newton Navarro, Maria do Santíssimo, Abraham Palatinik, Dorian Gray Caldas e Zaíra Caldas. Até 10 de dezembro, segue aberta a exposição “Objetos do Cotidiano”, que reúne uma coletânea dos trabalhos produzidos por 38 participantes das oficinas de fotografia do Projeto “Narrativas do Silêncio”.
LOCAL |Praça Sete de Setembro, s/n Cidade Alta, ao lado da Assembleia Legislativa do RN
HORÁRIO |de terça a sexta-feira, das 8h às 17h, e aos finais de semana, das 9h às 16h
Entrada gratuita.

CIDADE DA CRIANÇA
O parque público, fundado em 1962, compreende parque Infantil, pista de cooper, Lagoa Manoel Felipe, pedalinhos, igrejinha, anfiteatro, Escola de Artes Newton Navarro, Biblioteca Infanto-juvenil Mirian Coeli, Casa de Vovozinha, praça de alimentação com quiosques, Espaço Eureka de Ciência e Tecnologia.
LOCAL |Cidade da Criança (Av. Rodrigues Alves – Tirol)
HORÁRIO | aberto das 8h às 18h
ENTRADA | R$ 2 (menores de 5 anos e maiores de 65 não pagam)
INFORMAÇÕES | @cidadedacriancanatal

FORTE DOS REIS MAGOS
O monumento, administrado pela Fundação José Augusto, está aberto à visitação. Visitas em grupo devem ser encaminhadas com antecedência para o e-mail [email protected], contendo data, horário e o descritivo da atividade a ser realizada.
LOCAL |Forte dos Reis Magos (Praia do Forte)
HORÁRIO | das 8h às 16h (de terça a domingo), fechando apenas às segundas-feiras para manutenção
ENTRADA | R$ 5 (entrada inteira) e R$ 2,50 (meia entrada) aos visitantes da Fortaleza dos Reis Magos. Crianças até sete anos e os idosos a partir dos 60 anos estarão isentos dessa cobrança.
INFORMAÇÕES | Aqui

CAJUEIRO DE PIRANGI Localizado na praia de Pirangi do Norte, Parnamirim, o Cajueiro cobre uma área de aproximadamente 9.000 m², com perímetro de aproximadamente 500 metros. Em virtude da sua extensão, a árvore gigante entrou para o Guinness Book “O Livro dos Recordes”, em 1994, como o Maior Cajueiro do Mundo. A árvore faz parte da vida da comunidade e do roteiro turístico dos visitantes do RN. A entrada custa R$ 8. Crianças, de sete a 12 anos pagam meia-entrada, assim como estudantes, professores e idosos, portando carteira comprobatória.LOCAL | Av. S. Sebastião, s/n, Pirangi do NorteHORÁRIO | 7h30 às 17h30 – ESTÁ FECHADO PARA RECUPERAÇÃO NOS DIAS 16 e 17 de SETEMBRO TELEFONE | (84) 3113 – 6191E-MAIL | [email protected]

BOSQUE DAS MANGUEIRAS
Área pública de 14.125 m², do bioma Mata Atlântica, conforme classificação do Manual Técnico da Vegetação Brasileira (IBGE, 2012). O local dispõe de passeios acessíveis para prática de atividades físicas como caminhada e corrida.
LOCAL |entre a Av. Nascimento de Castro, Jaguarari e Rua Tertius Rebelo, bairro Lagoa Nova
HORÁRIO |de segunda a sexta das 8h às 14h
CONTATOS | [email protected]e Ouvidoria Semurb: (84) 3616-9829.

COMPLEXO CULTURAL RAMPA
O centro cultural edificado às margens do Rio Potengi está aberto à visitação. O Complexo é formado por edificações destinadas a abrigar o Museu da Rampa, o Memorial do Aviador, o Grêmio da Rampa, além de outros espaços voltados à realização de eventos, exposições, cursos e oficinas. Atualmente, os visitantes têm acesso a quatro mostras: “Natal Encruzilhada do Mundo”, “Sala da Paz”, “O Maior Feito Náutico do Mundo: 70 Anos da IOLE RN 2” e “Jornada na Cidade”.
LOCAL |Rua Cel. Flamínio, 1 – Santos Reis, Natal
HORÁRIO |das 9h às 18h (de terça a domingo), fechado apenas às segundas-feiras
Entrada gratuita.



Fonte: saibamais.jor.br

Carlão de Souza “volta à cena do crime” com reedição de “Crônica da Banalidade”

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Carlão de Souza
Carlão volta à cena com relançamento do primeiro livro / foto: João Maria Alves

O jornalista e escritor potiguar Carlos de Souza volta ao centro da cena cultural do Rio Grande do Norte com a reedição de Crônica da Banalidade, obra considerada um dos marcos da literatura potiguar contemporânea. Publicado originalmente em 1988, o livro retorna às prateleiras após mais de quatro décadas fora de circulação, em nova edição lançada pela Sebo Vermelho Edições.

O lançamento acontece no dia 16 de maio, a partir das 10h, no Sebo Vermelho, reunindo leitores, pesquisadores e admiradores da trajetória de Carlos de Souza, que deixou importante contribuição tanto para o jornalismo quanto para a literatura potiguar.

Carlão morreu dia 16 de agosto de 2019, vítima de câncer na região da bacia. Era natural de Areia Branca (RN), mas fez todo seu percurso profissional na imprensa escrita de Natal, assessoria de imprensa em órgãos públicos e como professor do curso de jornalismo da UFRN. Na literatura, foi autor de cinco livros. Além de “Crônicas da Banalidade”, lançou “Cachorro Magro”, “É Tudo Fogo de Palha”, “Cidade dos Reis” e “Urbi”.

Saiba Mais: Carlão de Souza: naquela mesa tá faltando ele

Reconhecido por sua escrita intensa, urbana e experimental, Carlos de Souza rompeu padrões tradicionais da prosa regionalista predominante no estado até os anos 1980. Em Crônica da Banalidade, o autor mistura elementos de autoficção, fluxo de consciência e referências à cultura beat para narrar a trajetória de um músico frustrado que tenta escapar da monotonia da vida noturna e acaba mergulhando em uma experiência existencial marcada pela loucura e pela solidão.

A obra ganhou destaque imediato junto à crítica local e, ao longo dos anos, consolidou-se como referência cult entre leitores e estudiosos da literatura potiguar. O crítico e historiador literário Manoel Onofre Jr. incluiu Carlos de Souza entre os principais nomes da ficção norte-rio-grandense em seu estudo Ficcionistas Potiguares, destacando o caráter filosófico e poético da narrativa.

Para pesquisadores da literatura contemporânea, a produção de Carlos de Souza ajudou a abrir novos caminhos para a prosa potiguar, deslocando o foco do regionalismo tradicional para temas urbanos, existenciais e experimentais.

Segundo a pesquisadora Cellina Muniz, a obra de “Carlão”, como era conhecido entre amigos e leitores, representou uma mudança estética importante na literatura produzida no estado.

A nova edição de Crônica da Banalidade chega revisada, com novo projeto gráfico e textos críticos assinados por pesquisadores como Cellina Muniz, Manoel Onofre Jr. e Thiago Gonzaga, além de uma entrevista inédita concedida pelo autor em 2012.

Carlão volta à cena com relançamento do primeiro livro / foto: João Maria Alves

O lançamento também celebra o legado cultural de Carlos de Souza para diferentes gerações de jornalistas, escritores e artistas potiguares. Além da atuação literária, o autor construiu trajetória marcante no jornalismo cultural, sendo lembrado pela escrita autoral, crítica e sensível diante das transformações sociais e urbanas de Natal.

A programação contará ainda com discotecagem temática de Fernandinho, o Implacável do Vinil, além de venda de kits comemorativos produzidos pela família do autor em parceria com o artista gráfico Edmar Viana.

Os interessados na pré-venda podem obter informações pelo perfil oficial do Sebo Vermelho no Instagram ou diretamente com Alex de Souza, filho do escritor e organizador da edição.



Fonte: saibamais.jor.br

Prefeitura fecha Mercado da Redinha e trabalhadores temem prejuízos

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Comunicado assinado pelo chefe do setor de atividades de Mercado / foto: cedida

A Prefeitura de Natal determinou a suspensão das atividades do Mercado da Redinha a partir desta segunda-feira (11), deixando trabalhadores e permissionários apreensivos. Aos comerciantes, foi dado um prazo até as 22h deste domingo (10) para retirar mercadorias e desocupar o local. No entanto, os trabalhadores se recusaram a atender a exigência.

Ficou acordado que os permissionários se reunirão nesta segunda-feira com representantes da prefeitura, mas até o fechamento desta reportagem não havia definição sobre quem receberia os trabalhadores nem o horário da audiência.

De acordo com comunicado assinado pelo chefe do setor de Mercados da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), Rodrigo Oliveira do Monte, o Mercado da Redinha permanecerá fechado até a próxima terça-feira (12) para a realização de um serviço na rede elétrica. O documento, porém, não detalha o tipo de reparo que será executado.

Os permissionários temem que a suspensão seja prorrogada por tempo indeterminado, já que, segundo eles, não há informações objetivas sobre o serviço e representantes da categoria não conseguem obter esclarecimentos junto à secretaria responsável.

Um trabalhador que conversou com a agência SAIBA MAIS, sob condição de anonimato, afirmou que os permissionários já procuraram os secretários Arthur Dutra (Sepae), Filipe Alves (Semsur) e Shyrlei Menezes (Seinfra), mas nenhum deles teria assumido a responsabilidade pela situação do mercado. Segundo o relato, os trabalhadores estariam sendo constantemente encaminhados de uma secretaria para outra.

Comunicado assinado pelo chefe do setor de atividades de Mercado / foto: cedida

Reinaugurado em dezembro de 2025, o Mercado da Redinha conta atualmente com 32 boxes em funcionamento, sendo 29 ocupados por permissionários tradicionais e três destinados a artesãos da comunidade local. Aproximadamente 120 pessoas trabalham diretamente no espaço.

Um grupo de permissionários identificado como “Núcleo Ginga com Tapioca” divulgou uma mensagem alertando sobre a suspensão das atividades:

“Caros representantes, o nosso mercado público está ameaçado de fechamento total nesta segunda-feira (11), ainda sem justificativa formal por parte da Prefeitura. Os permissionários receberam há pouco a ordem para retirar mercadorias e produtos refrigerados devido ao desligamento da rede elétrica. Estaremos cedo no mercado para avaliar a situação, mas os trabalhadores são contrários à medida. Pedimos que todas as categorias estejam em alerta”, diz o comunicado.

Permissionários têm até 22h para desligar freezers e retirar mercadorias do local / foto: cedida

Fonte: saibamais.jor.br

Sada Cruzeiro vence Vôlei Renata e é decacampeão da Superliga

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© Foto: CBV

O Sada Cruzeiro conquistou o título da Superliga 2025/2026. A conquista da equipe mineira foi confirmada na manhã deste domingo (10), no ginásio do Ibirapuera em São Paulo.

O time venceu o Vôlei Renata Campinas por três sets a zero (25 a 14, 27 a 25 e 25 a 21). Esse foi o décimo título brasileiro para o Sada Cruzeiro.

Esta foi a quarta final entre os dois rivais em um ano. O Sada Cruzeiro venceu a Superliga masculina anterior e o Vôlei Renata foi campeão do Sul-Americano de clubes e da Copa Brasil.

O maior pontuador do jogo (com 18 pontos) e eleito para o Troféu VivaVôlei de melhor em quadra foi o oposto Oppenkoski.

 


Fonte: Agência Brasil de Noticias